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segunda-feira, 12 de janeiro de 2015 Listas, Pan-Americano, Seleção brasileira | 00:47

Rúgbi vai ao Pan 2015. Veja todos os classificados

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Jogadores da seleção brasileira masculina de rúgbi assegurou vaga no Pan de Toronto

Jogadores da seleção brasileira masculina de rúgbi comemoram vaga no Pan de Toronto

Neste domingo, o rúgbi brasileiro assegurou sua classificação para os Jogos Pan-Americanos de Toronto, que serão realizados a partir de 10 de julho. A vaga veio com o vice-campeonato do torneio Sevens de Mar del Plata, na Argentina, após perder a decisão para o Chile por 7 a 0. Na prática, a vaga veio na partida anterior, quando massacrou o Peru por 26 a 5. Com os classificados deste domingo, o torneio masculino de rúgbi do Pan-Americano terá as presenças de Argentina, Brasil, Chile, Uruguai, Canadá, Estados Unidos, Guiana e México. O torneio feminino será disputado por Argentina, Brasil, Colômbia, Canadá, Estados Unidos e México.

Confira abaixo todos os classificados do Brasil para o Pan de Toronto 2015:

TOTAL DE VAGAS ASSEGURADAS (até 12/1): 317 vagas

– Atletismo – 24 vagas: Revezamentos masculino e feminino;

– Basquete – 24 vagas: 12 masculinas e 12 femininas;

– Boliche – 4 vagas: 1 dupla masculina e 1 feminina;

– Canoagem Slalom – 6 vagas: 4 masculinas e 2 femininas;

– Canoagem Velocidade – 21 vagas: 12 masculinas e 9 femininas;

– Caratê – 4 vagas: 2 masculinas e 2 femininas;

– Ciclismo – 24 vagas: 15 homens e 09 mulheres;

– Futebol – 18 vagas: Equipe feminina;

– Ginástica artística – 12 vagas: 6 femininas e 6 masculinas;

– Ginástica rítmica – 6 vagas femininas;

– Ginástica Trampolim – 2 vagas: 1 masculina e 1 feminina;

– Handebol – 30 vagas: 15 masculinas e 15 femininas;

– Hipismo – 9 vagas: Equipe de Saltos e Equipe de Adestramento;

– Levantamento de peso – 8 vagas: 3 masculinas e 5 femininas;

– Luta Olímpica – 2 atletas: Gilda Oliveira e Aline Ferreira;

– Natação – 36 vagas: 18 masculinas e 18 femininas, com os revezamentos;

– Patinação artística: 2 vagas: 1 masculina e 1 feminina;

– Pentatlo Moderno – 4 vagas: 2 femininas e 2 masculinas;

– Remo – 18 vagas: 12 masculinas e 6 femininas;

– Rúgbi – 24 vagas: 12 masculinas e 12 femininas;

– Tiro com Arco – 5 vagas: 2 masculinas e 3 femininas

– Tiro Esportivo – Carabina e Pistola – 16 vagas: 10 masculinas e 6 femininas;

– Tiro Esportivo – Prato – 9 vagas: 6 masculinas e 3 femininas;

– Triatlo – 1 vaga feminina;

– Vela – 8 vagas femininas.

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quinta-feira, 16 de outubro de 2014 Histórias do esporte, Imprensa, Pan-Americano, Seleção brasileira | 22:21

“Você não quer assumir a Confederação, não?”

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Gustavo casado é campeão mundial de patinação, mas não tem nem Bolsa Atleta para competir no exterior

Gustavo Casado é campeão mundial de patinação, mas tem que pagar do bolso para poder competir

Vez ou outra amigos jornalistas que lecionam em faculdades de jornalismo me convidam para dar uma palestra, seja sobre a profissão, seja para falar de uma cobertura de um mega-evento. Vou a todas que posso com enorme prazer, pois adoro a oportunidade de compartilhar com a moçada mais nova a experiência de tantos anos de estrada. E sempre que o tema permite, eu comento com a plateia que uma das coisas mais gratificantes de se fazer como jornalista esportivo são aquelas matérias com o chamado “mundo alternativo” do esporte, atletas ou modalidades nanicas, que passam longe do glamour de títulos e medalhas. É uma aula ao vivo de reportagem, vale por um curso inteiro de jornalismo.

Mesmo para alguém da velha guarda (os detratores irão dizer da velhíssima guarda), sempre há o que aprender. Esse foi o sentimento que eu tive ao escrever as reportagens publicadas nesta quinta-feira no iG Esporte, retratando as dificuldades que os chamados “primos pobres” do esporte do Brasil enfrentam em sua preparação para os Jogos Pan-Americanos de Toronto, que serão realizados em julho do ano que vem.

Em uma série de três matérias (a principal está aqui, onde você poderá acessar as demais), é possível perceber quão dura é a vida de modalidades como boliche, beisebol, squash, esqui aquático, caratê e patinação artística, que por não integrarem o programa olímpico, não recebem verbas da Lei Agnelo/Piva, que destina 2% das verbas das loterias federais ao esporte nacional. Sem dinheiro, sobram problemas, sofrem com ausência de patrocinadores e nem apoio do COB (Comitê Olímpico do Brasil) eles têm. Apenas no ano que vem, na reta final para o Pan, poderão ter alguma ajuda, dependendo dos valores disponíveis.

É claro que não há santo nesta história. A maioria absoluta destas confederações sofre não apenas por causa da falta de grana, mas pela própria incompetência administrativa e ausência de novas pessoas que possam dar um novo rumo a estas modalidades. Casos de atletas que, em plena época de Bolsa-Atleta e Bolsa-Pódio – só para citar dois programas de ajuda patrocinados pelo Ministério do Esporte atualmente em vigor-, ainda precisam enfiar a mão no próprio bolso para poder representar o Brasil em competições internacionais, são rotineiros.

Mas voltando ao início deste texto, eu dizia o quanto reportagens como essa são educativas, mesmo para alguém com 30 anos de profissão, e deliciosamente engraçadas também. No universo dos “primos pobres”, falar com o presidente de uma confederação ou com algum atleta é infinitamente mais simples, sem a necessidade de assessores, pedidos formais de entrevista, aquele blábláblá de sempre. O papo flui com naturalidade e muita sinceridade, às vezes até demais. E  no meio daquela entrevista, pode sempre surgir uma situação inesperada.

Foi o que aconteceu quando conversava por telefone com Jorge Otsuka, presidente da CBBS (Confederação Brasileira de Beisebol e Softbol) desde sua fundação, em 1990. Já havia entrevistado Otsuka em outras ocasiões ao longo destes anos, mas há muito que não conversava com ele. Aí, para quebrar o gelo, logo no começo da entrevista, mostrei meu espanto por ele ainda continuar no cargo. Até que veio a resposta que quase acabou com a entrevista, por causa de um acesso de risos.

“Sim, eu ainda estou por aqui. Ainda. Você não quer assumir a confederação, não?”

Após me recuperar do susto pela resposta do dirigente, eu agradeci e recusei educadamente a nada tentadora oferta.

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quarta-feira, 5 de março de 2014 Jogos Sul-Americanos, Pan-Americano, Seleção brasileira | 19:32

Jogos Sul-Americanos valem muito para 12 esportes

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Jogos Sul-AmericanosPara muitos, os Jogos Sul-Americanos, que começam oficialmente nesta sexta-feira em Santiago, no Chile, tem pouca ou quase nenhuma serventia. Para o COB (Comitê Olímpico Brasileiro), não é bem assim. A competição servirá de primeiro teste que a entidade pretende dar a alguns atletas sem rodagem internacional em competições poliesportivas, bem como mostrar a força de algumas modalidades, que enviarão à capital chilena algumas de suas principais estrelas.

Mas para algumas modalidades, estes Jogos Sul-Americanos valem bastante. Será em Santiago que ocorrerá a definição de vagas para o evento esportivo mais importante das Américas, o Pan-Americano de 2015, que será realizado em Toronto. Estarão em jogo no Chile vagas para os torneios de boliche, caratê, esqui aquático (modalidades exclusivas do Pan), além de ser classificatório para esportes olímpicos como o handebol, hipismo (saltos e adestramento), judô, luta olímpica, pentatlo moderno, hóquei na grama, rúgbi e triatlo.

No handebol feminino, por exemplo, o Brasil terá 11 jogadoras que foram campeãs mundiais na Sérvia no final de 2013, enquanto que Yane Marques, medalhista de bronze em Londres 2012 no penatlo, também marcará presença no Chile.

Na natação, haverá uma motivação extra além da briga pelas medalhas: os Jogos Sul-Americanos servirão de primeira oportunidade para os integrantes da delegação brasileira conseguirem o índice para a disputa do Pan-Pacífico, principal competição do calendário 2014 na natação. Thiago Pereira, medalhista no Mundial 2013 e em Londres 2012, já avisou que pretende cravar o índice nos 200 m medley, sua prova favorita, ainda em Santiago.

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