Publicidade

Posts com a Tag Anderson Silva

terça-feira, 12 de maio de 2015 Mundiais, Olimpíadas, Pré-Olímpico, Seleção brasileira | 23:57

Brasileira medalhista no Mundial de taekwondo está perto da vaga em 2016

Compartilhe: Twitter
Iris Tang Sing (à esquerda) acerta golpe em adversária durante o primeiro dia de disputas do Mundial de Taekwondo

Iris Tang Sing (à esquerda) acerta golpe em adversária durante o primeiro dia de disputas do Mundial de Taekwondo

A vitória suada diante da chinesa Zhayoi Li, assegurada apenas nos segundos finais da luta, deu à carioca Iris Tang Sing a vaga nas semifinais do Campeonato Mundial de taekwondo, que começou nesta terça-feira em Chelyabinsk (Rússia). Por tabela, deu ao Brasil também sua primeira medalha na competição, pois mesmo que perca seu combate para Panipak Wongpattanakit, da Tailândia, nesta quarta-feira, já terá conquistada pelo menos a medalha de bronze, na categoria até 46 kg.

Mas o foco da lutadora carioca, de 24 anos, está também voltado para os Jogos Olímpicos do Rio 2016. Para isso, ela precisa encerrar a temporada de 2015 entre as seis primeiras colocadas do ranking olímpico da WTK (Federação Mundial de Taekwondo), na categoria até 49 kg (olímpica) e assim dar ao Brasil mais uma vaga para o ano que vem. Atualmente, Iris ocupa a nona colocação e está a menos de seis pontos da tailandesa Chanatip Sonkham, que ocupa a sexta posição, limite para assegurar mais uma vaga olímpica.

Como país sede, o Brasil tem quatro vagas garantidas nos Jogos do Rio, duas na chave masculina e outras duas na feminina. Mas uma delas já foi definida pela CBTKD (Confederação Brasileira de Taekwondo), para a categoria pesado masculina (acima de 80 kg), justamente a que pode ter a presença de Anderson Siilva, astro do UFC que está suspenso por doping e já manifestou interesse em disputar as seletivas nacionais.

Autor: Tags: , , , , , ,

segunda-feira, 11 de maio de 2015 Mundiais, Olimpíadas, Seleção brasileira | 23:12

Com possível rival de Anderson Silva, taekwondo estreia nesta terça no Mundial da Rússia

Compartilhe: Twitter
Possível rival de Anderson Silva na seletiva olímpica, Guilherme Félix luta sábado no Mundial de Taekwondo

Possível rival de Anderson Silva na seletiva olímpica, Guilherme Félix luta sábado no Mundial de Taekwondo

O Brasil inicia nesta terça-feira sua participação no Campeonato Mundial de taekwondo. na cidade de Chelyabinsk, na Rússia. A competição, que vai até a próxima segunda-feira (18), será fundamental para a soma de pontos nos rankings mundial e olímpico, que são critérios de classificação para as Olimpíadas do Rio 2016. A equipe brasileira está representada por um total de 16 atletas.

Colocada no olho do furacão em razão do pedido (plenamente aceito) de Anderson Silva, ex-campeão do UFC e suspenso preventivamente por um duplo caso de doping, para disputar a seletiva olímpica, a CBTKD (Confederação Brasileira de Taekwondo) tem entre seus convocados aquele que pode ser o futuro rival do “Spider” na definição da seleção nacional. Na categoria acima de 87 kg, Guilherme Félix lutará no sábado (16) e seu combate de estreia será contra Diabete Toumani, de Mali. Félix manifestou-se publicamente contra a intenção de Anderson Silva em disputar a seletiva. Ele é o melhor brasileiro classificado no ranking olímpico da WTF (Federação Mundial de Taekwondo), ocupando a 20ª colocação na lista anunciada em maio. “Se tiver que enfrentá-lo, com certeza apostaria na minha vitória”, disse Félix ao iG Esporte, em reportagem publicada no último dia 23 de abril.

O Mundial de taekwondo apresenta algumas diferenças em relação ao torneio olímpico da modalidade, especialmente em relação às categorias de peso. Guilhrme Félix, por exemplo, que busca uma vaga no Rio 2016 na categoria + 80 kg, irá competir na Rússia na categoria + 87 kg. As demais classes olímpicas do taekwondo são até 58 kg, até 68 kg, até 80 kg e acima de 80 kg (masculino); até 49 kg, até 57 kg, até 67 kg e acima de 67 kg (feminino). O Brasil, por ser o país-sede dos Jogos Olímpicos, terá direito a duas vagas asseguradas antecipadamente e uma delas é na categoria pesado (+ 80 kg) masculino.

Confira abaixo as datas e os adversários de estreia dos brasileiros em Chelyabinsk:

12/5 – Terça-feira

Até 46 kg- feminino
Iris Sing x venc, de Accacia Aggarwall (QUE) x Claudia Lipcsei (HUN)

Até 58 kg – masculino
Leonardo Moraes x Machario Patti (HOL)

13/5 – Quarta-feira

Até 49 kg – feminino
Talisca Reis x Ana Petrusic (ESL)

Até 74 kg – masculino
Henrique Precioso x venc, Gianluca Barbara (MAL) x Rostand Kiki (BEN)

14/5 – Quinta-feira

Até 67 kg – feminino
Paloma Lima x Alexis Arnoldt (ARG)

Até 68 kg – masculino
Gustavo Almeida x Dong Yun (COR)

15/5 – Sexta-feira

Até 53 kg – feminino
Alessandra Trevisan x Yamicel Nuñez (CUB)

Até 73 kg – feminino
Hellorayne Paiva x Dong Hua (CHN)

Até 54 kg – masculino
Venilton Teixeira x Aadil Al Wahaibi (OMA)

16/5 – Sábado

Até 73 kg – feminino
Raphaella Galacho x Hye-ri Oh (COR)

Até 87 kg – masculino
John Lee Silva x Apostolos Telikostoglou (GRE)

Acima de 87 kg – masculino
Guilherme Félix x Diabate Toumani (MAL)

17/5 – Domingo

Até 57 kg – feminino
Josiane Lima x venc. Emely Cartagena (PUR) x Da-yeong Kim (COR)

Até 63 kg – masculino
Davilani Cruz x Abolfazl Yaghoubi Jouybar (IRA)

18/5 – Segunda-feira

Até 62 kg – feminino
Julia Vasconcelos x venc. Caroline Person (SUE) x Kyra Potter (EUA)

Até 80 kg – masculino
André Bilia x Maksat Abdrambrek (CAZ)

Autor: Tags: , , , ,

quarta-feira, 22 de abril de 2015 Ídolos, Isso é Brasil, Olimpíadas, Seleção brasileira | 20:47

Anderson Silva na seletiva do taekwondo é o fim da picada

Compartilhe: Twitter
CBTKD/Divulgação

Anderson Silva participa da entrevista coletiva ao lado do presidente da CBTKD, Carlos Fernandes

Tudo foi muito bem ensaiado, milimetricamente estudado, como mandam os bons manuais dos magos do marketing corporativo. A entrevista coletiva de Anderson Silva, astro do MMA que pleiteia um lugar na equipe olímpica do Brasil de taekwondo para as Olimpíadas do Rio 2016, bem poderia ser um destes “cases” de eventos de sucesso para qualquer empresa de assessoria de imprensa ou relações públicas. Mas foi na verdade um soco na cara do movimento olímpico e também um grande golpe de marketing.

Tudo que cercou a coletiva desta quarta-feira parecia ser antecipadamente estudado. Primeiro, a entrada no auditório com uma hora de atraso, ao lado de várias crianças, todas trajando quimonos brancos. Depois, as palavras escolhidas com cuidado (“Não estou aqui para desagregar, mas para unir forças” e “É um desafio que estou disposto a enfrentar e não estou com medo de passar vergonha”), para não causar maiores embaraços com seus futuros companheiros e rivais por uma vaga olímpica. Houve até mesmo vetos antecipados para perguntas incômodas, a respeito do mal explicado caso duplo de doping do lutador brasileiro no período de sua luta contra o americano Nick Diaz. Afinal, aquele era um evento de celebração, não cabia dar voz a questionamentos aborrecidos, não é mesmo?

A confirmação de que o “Spider” poderá disputar a seletiva dos pesos pesados (acima de 80 kg) para a seleção brasileira de taekwondo precisa ser encarada de duas formas. A primeira, trata-se de uma esperta estratégia de marketing que atende aos interesses dos dois lados, CBTDK (Confederação Brasileira de Taekwondo) e do próprio lutador. O presidente da entidade, Carlos Fernandes, admitiu que o interesse do lutador em voltar ao esporte que o colocou nas artes marciais equivaleria a um ‘bilhete premiado da Mega Sena”.

E mais: Anderson Silva no Rio 2016 é marketing e nada mais

Para Anderson Silva, o assunto não poderia vir em melhor hora. Seu julgamento pela Comissão Atlética de Nevada sobre o doping na luta contra Diaz deve ocorrer no próximo mês de maio. E nada melhor do que criar uma nova história de superação para atuar como cortina de fumaça do ponto mais baixo da carreira de um atleta que não se dá o direito de mostrar qualquer faceta negativa.

A outra forma de ver o que foi sacramentado nesta quarta-feira é uma facada profunda nos princípios do esporte olímpico. Em primeiro lugar, a confederação ‘rasgou’ seu regulamento, sem dó nem piedade. Por mais que Fernandes diga (como o fez na coletiva) que o ranking olímpico – classificação criada pela federação internacional para cada país poder ter um parâmetro de formação de suas equipes – não contará para a seletiva e que Anderson Silva “não entrará pela janela”, ou seja, terá que lutar para conseguir sua vaga, na prática a coisa é bem diferente. Anderson Silva, que não participou de nada do último ciclo olímpico do taekwondo, já terá oportunidade de participar das seletivas.

Certamente alguém, que batalhou nos últimos quatro anos sonhando com a possibilidade de defender o Brasil nas Olimpíadas do Rio, ficará de fora. Isso é óbvio.

Há ainda o aspecto moral, o do doping. Estamos falando de um mega evento esportivo que luta há anos para tentar limpar sua imagem de atletas trapaceiros, como os alemães orientais, como Ben Johnson, como Marion Jones. Anderson Silva testou positivo para duas substâncias anabolizantes. Se o UFC fosse signatário da Wada (Agência Mundial Antidoping), o brasileiro já teria seu “sonho olímpico” enfiado no buraco. Mas como o UFC é uma terra de ninguém no que diz respeito ao doping, o Brasil poderá ter em 2016 um atleta que se dopou e não foi punido adequadamente brigando por uma medalha de ouro.

Ainda muita água irá rolar até janeiro do ano que vem, data prevista para a seletiva. Muito também irá se discutir se a presença de Anderson Silva é válida ou não, é eticamente aceitável ou não. Se ele for aos Jogos, os organizadores vão esfregar as mãos de satisfação, com o retorno de imagem e de venda de ingressos que a presença do brasileiro irá trazer.

Por enquanto, vejo tudo como uma grande derrota do esporte.

Autor: Tags: , , , , , ,

segunda-feira, 13 de abril de 2015 Ídolos, Olimpíadas | 20:29

Anderson Silva no Rio 2016? Marketing e nada mais

Compartilhe: Twitter
O presidente da CBTKD, Carlos Fernandes e o lutador de UFC Anderson Silva, em encontro recente na entidade

O presidente da CBTKD, Carlos Fernandes e o lutador de UFC Anderson Silva, em encontro recente na entidade

A notícia que bombou o universo olímpico brasileiro nesta segunda-feira foi a declaração de Anderson Silva, o ex-campeão do UFC que está preventivamente suspenso por uso de doping, de pretender um lugar na equipe olímpica do taekwondo do Brasil que disputará as Olimpíadas do Rio 2016. A intenção foi registrada em carta enviada ao presidente da CBTKD (Confederação Brasileira de Taekwondo), Carlos Fernandes, publicada no site da entidade.  Na página da entidade, Fernandes diz que ainda pretende se reunir com o lutador para conversar com mais detalhes a respeito desta intenção.

Tudo muito bonito, se não fosse uma clara estratégia de marketing, provavelmente dos dois lados.

É bem verdade que Anderson Silva não é um completo ET no universo do taekwondo. Foi essa a modalidade que o introduziu no mundo das artes marciais. Só que existem alguns fatores que complicam os restringem a intenção do lutador em tornar realidade o seu desejo (se é que isso representa mesmo sua vontade).

O iG Esporte demonstrou em reportagem nesta segunda-feira que alguns aspectos barram a intenção do lutador, o primeiro deles a própria indefinição da situação esportiva do Spider, atualmente suspenso de forma preventiva pela Comissão Atlética de Nevada, em razão dos dois casos de doping antes e depois da luta contra Nick Diaz. Primeiro, é necessário saber qual será a punição que ele irá receber por estas infrações e, mais importante, se o brasileiro será julgado de acordo com as normas da Wada (Agência Mundial Antidoping). Se isso ocorrer e ele for considerado culpado, um abraço, pois as novas determinações da entidade proíbem que qualquer atleta que tenha sido considerado dopado no ciclo olímpico participe das Olimpíadas em questão.

Depois, as regras da CBTKD são claras: uma das exigências para integrar a seleção brasileira é que o lutador esteja entre os 20 primeiros do ranking olímpico. Este ranking é computado graças aos resultados dos lutadores em diversas competições internacionais, ao longo do ciclo olímpico. Isso já vale para a formação do time que vai ao Pan-Americano de Toronto 2015 e só não valerá para o Rio 2016 se houver uma virada radical de mesa.

Por fim, está a indefinição do próprio Anderson, que em 2012 chegou a declarar que desejaria defender o Brasil no Rio 2016, mas em 2013, antes da fatídica luta contra Chris Weidman, quando fraturou a perna esquerda, disse que não tinha tempo hábil para assegurar a vaga e nem autorização de Dana White, chefão do UFC.

Assim, enquanto não ocorrer um movimento explícito da confederação brasileira, admitindo que rasgará suas regras para encaixar Anderson Silva na equipe olímpica – o que representaria sem dúvida uma bela sacada de marketing no Rio 2016 -, tudo o que se falar sobre este tema não passará exatamente disso: uma manjada ação marqueteira e nada mais.

 

Autor: Tags: , , , ,

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015 Histórias do esporte, Ídolos, Isso é Brasil | 19:05

E se o doping fosse do Bolt?

Compartilhe: Twitter
Anderson Silva se prepara para enfrentar Nick Dias: doping do brasileiro é uma derrota feia do esporte

Anderson Silva se prepara para enfrentar Nick Dias: doping do brasileiro é uma derrota feia do esporte

A madrugada desta quarta-feira mal havia começado quando a notícia pipocou nas várias telas abertas do computador, obviamente com efeitos devastadores. A informação de que o lutador brasileiro Anderson Silva havia sido flagrado em um exame antidoping fora de competição – e com dois tipos diferentes de anabolizantes presentes -, antes do combate que marcou sua volta ao UFC no último sábado, quando venceu Nick Dias, ainda deixa muita gente chocada.

Mas o que a notícia de um doping de um lutador de MMA (artes marciais mistas, na sigla em inglês) tem a ver com um blog sobre esportes olímpicos? A despeito do total desinteresse do blogueiro sobre uma modalidade que conta com milhares de fãs e com uma tropa igualmente numerosa de opositores, tem tudo a ver.

Explica-se: quando um ídolo da gigantesca dimensão que Anderson Silva tem – e não apenas no Brasil – falha em um controle de doping, justamente às vésperas da luta que marcaria seu retorno ao esporte, após uma fratura chocante e transmitida ao vivo, é a prova viva da derrota do esporte.

Faz um certo tempo que comentei por aqui uma frase dita por uma das maiores autoridades no combate ao doping no Brasil, o médico gaúcho Eduardo de Rose. Em julho de 2013, duas das maiores estrelas do atletismo, o americano Tyson Gay e o jamaicano Asafa Powell, tiveram casos de doping revelados, às vésperas do Mundial de Moscou. E ao escrever o post, lembrei-me de uma frase do doutor De Rose, dita durante uma entrevista coletiva: “O doping sempre estará à frente da luta contra as entidades que combatem as substâncias proibidas”.

Por isso, não é exagero dizer que a credibilidade na lisura do esporte morre um pouco a cada caso explosivo de doping como esse de Anderson Silva. Como também ocorreu em 1988, quando após assombrar o mundo na vitória nos 100 m rasos nas Olimpíadas de Seul, o canadense Ben Johnson teve sua medalha cassada após ter sido flagrado pelo uso de anabolizantes. Da mesma forma como abalou a credibilidade a descoberta do terrível esquema de doping montado na Alemanha Oriental nos anos 60 e 70, certamente responsável por vários campeões dopados que jamais foram descobertos.

Ou para ficar em um exemplo mais recente, o inacreditável caso do ciclista Lance Armstrong, que em janeiro de 2013 admitiu que um complexo esquema de doping que o acompanhou em toda a sua carreira e o ajudou a ganhar sete vezes a tradicional Volta da França.

Faça um exercício de imaginação e tente pensar como seria sua fé em um esporte limpo e justo se amanhã surgisse a notícia de que todas as conquistas do jamaicano Usain Bolt ou do americano Michael Phelps só ocorreram por força de substâncias proibidas?

É melhor nem pensar neste pesadelo, certo?

Autor: Tags: , , , , , , , , ,

domingo, 28 de agosto de 2011 Histórias do esporte, Isso é Brasil, Mundiais | 12:01

Na noite dos "gladiadores", Pistorius entrou para a história

Compartilhe: Twitter

Oscar Pistorius, na raia 8, avança nas eliminatórias dos 400m rasos em Daegu

Não estou entre os fãs do UFC, o evento de MMA que se tornou um fenômeno de mídia em boa parte do mundo, especialmente no Brasil. Mas não deixo de reconhecer a importância do evento, que vem conquistando um enorme espaço em todos os veículos de comunicação. Por isso, não me espantou a reação do público, que quase foi à loucura com a realização do UFC 134, neste sábado à noite, no Rio de Janeiro, e que teve como ponto alto mais uma vitória do brasileiro Anderson Silva.

Mas me perdoem os fãs destes “gladiadores”, que adoram socar adversários mesmo quando estes estão nocauteados no chão: o evento mais importante deste final de semana ocorreu a muitos quilômetros do octógono do Rio, mas precisamente em Daegu, na Coreia do Sul. Em uma das eliminatórias dos 400m rasos do Campeonato Mundial de atletismo, Oscar Pistorius, um atleta biamputado desde os 11 meses de idade, competiu ao lado de atletas “normais’. E conseguiu classificar-se para as semfinais da prova com o terceiro melhor tempo. E ele chegou a brigar pela liderança nos metros finais da disputa.

“Estar aqui foi meu objetivo por muitos anos, trabalhei muito duro para chegar aqui. Fiz uma boa corrida, mas o principal é o prazer que sinto em fazer parte deste Mundial”. Estas foram algumas das palavras do sul-africano após sua prova. Palavras excessivamente modestas, é bom ressaltar.

O cara tinha acabado de entrar para a história do esporte mundial, superando até uma briga na justiça esportiva para poder competir entre atletas normais, e falava como se tivesse acabado de disputar uma corridinha qualquer. Sem afetação nem marketing. Porque, no fundo, Pistorius sabe da importância de seu feito. Mas prefere curti-lo sem maiores exageros.

Pena somente que este evento histórico não foi transmitido ao vivo para o Brasil. Tive que acompanhar a prova por um link da internet, que não era lá estas coisas, diga-se de passagem. É que as TVs (aberta e fechada) preferiam passar o UFC.

Tem gosto pra tudo.

Autor: Tags: , , , , ,