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sábado, 2 de abril de 2011 Isso é Brasil, Seleção brasileira | 14:49

O que acontece com o tribunal da CBAt?

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Maria Zeferia Baldaia: apesar do doping, recebeu apenas uma "advertência" da CBAt

Falta bom senso, para não dizer coisa pior, aos nobres juristas que comandam a CDN (Comissão Disciplinar Nacional), órgão de primeira instância da CBAt (Confederação Brasileira de Atletismo). Depois de surpreendentemente apenas advertir a revelação Geisa Arcanjo, campeã mundial juvenil do arremesso do peso em 2010, eis que repetiram a polêmica decisão nesta semana e “premiaram” a fundista Maria Zeferina Baldaia, campeã da São Silvestre de 2001, também com uma advertência.

Como tem sido padrão nestes casos, a atleta – que tem uma linda história de superação, por ter sido boia-fria durante uma parte de sua vida – alegou que usou um medicamento que continha a substância acetazolamida para tratar de um inchaço no joelho. Disse inclusive que tudo não passou de uma fatalidade. E talvez sensibilizados, os legisladores da CBAt lhe deram somente uma advertência.

Menos mal que também nesta última semana, o tribunal penalizou José Alessandro Bagio, corredor de marcha atlética, em dois anos de suspensão, por uso de anabolizante.

Não me consta que casos de doping combinem com a complacência dos tribunais e tem ficado evidente que a CBAt adota dois pesos e duas medidas nestas situações, como aliás já comentei em um post anterior. Até por conta do escândalo vergonhoso da equipe Rede, em 2009, quando vários atletas foram flagrados, a CBAt tinha a obrigação de ser implacável em sua decisão.

Doping é doping, não importa se de uma grande revelação ou de uma atleta que já caminha para o final de sua carreira. A punição é a maior arma ao combate ao doping.

E para provar que as decisões da CBAt são, pelo menos, contestáveis, a Anad (Agência Nacional Antidoping) recorreu da decisão do caso Geisa Arcanjo, exigindo uma pena mais dura.

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sexta-feira, 1 de abril de 2011 Pan-Americano, Seleção brasileira | 23:36

No Pan de judô, Cuba 6 x 1 Brasil

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Leandro Guilheiro conquistou o único ouro para o Brasil no primeiro dia do Pan

O primeiro dia de disputa do Campeonato Pan-Americano de judô, que começou nesta sexta-feira, em Guadalajara (Mex), mostrou uma incrível supremacia dos lutadores de Cuba em relação aos colegas brasileiros. No torneio que vale pontos para definir os participantes dos Jogos Pan-Americanos, também em Guadalajara, em outubro, os cubanos começaram arrasadores, ganhando nada menos do que seis dos oito combates do dia.

E o Brasil? Nos confrontos diretos com Cuba, foram quatro combates e quatro derrotas, só mostrando que trata-se do grande clássico do judô nas Américas. O saldo só não ficou pior graças à vitória de Leandro Guilheiro na final dos 81kg, derrotando o americano Travis Stevens. No total, os judocas brasileiros ganharam oito medalhas: além do ouro de Guilheiro, foram cinco medalhas de prata (Leonardo Leite, nos 100kg; Rafael Silva, nos +100kg; Mariana Silva, nos 63kg; Maria Portela, nos 70kg; e Mayra Aguiar, nos 78kg) e duas de bronze (Rodrigo Luna, nos 90kg e Maria Altheman, nos +78kg).

Neste sábado, o torneio, que serve também como evento-teste para o Pan-Americano de Guadalajara, terá a disputa de mais quatro categorias no masculino e outras quatro no feminino. E a expectativa de Cuba e Brasil dominarem as medalhas.

Se os brasileiros conseguirão desempatar o placar, aí é outra história…

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Isso é Brasil | 17:57

A TV no esporte: o lado bom e o lado ruim

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Antes de mais nada, já aviso que não quero invadir a praia da colega Aretha Martins, que cobre com competência o dia a dia do vôlei aqui no iG Esporte e em seu blog, o Mundo do Vôlei. Mas não dá pra passar incólume o verdadeiro absurdo cometido nesta quinta-feira, em uma partida válida pela Superliga Feminina. O Vôlei Futuro sofreu, mas derrotou o Macaé por 3 sets a 1 e se classificou para a semifinal. O problema é que, por exigência da televisão, a partida começou às 21h45 e terminou, pasmem, a 0h18min de sexta-feira!

Fico imaginando o que o público – por sinal muito bom, diga-se de passagem – que compareceu ao ginásio do Macaé deve ter pensando ao ver que a partida avançava para o começo da madrugada e nada de terminar. E quem tinha trabalho ou faculdade no dia seguinte? Certamente esta pessoa irá pensar duas vezes em comparecer a uma partida de vôlei. E o pior é que estes horários esdrúxulos, sempre por exigência do Sportv, que detém os direitos de transmissão do campeonato, se repetiram frequentemente ao longo do campeonato.

Ninguém aqui é louco para questionar a importância da parceria da televisão no esporte olímpico do Brasil. Ainda mais em um país onde impera a monocultura esportiva e que represa a maioria absoluta dos recursos de verbas de publicidade para o futebol. Mas tudo tem um limite e como os dirigentes são incompetentes para obter outras fontes de recurso, acabam fechando os olhos para situações ridículas como a de um jogo de vôlei terminando quase meia-noite e meia, em pleno dia de semana.

A TV faz o papel dela. Comprou o evento e pode colocá-lo no horário que lhe for mais conveniente. A audiência estará lá, quem gosta de vôlei, basquete ou tênis (só para citar três modalidades que têm eventos transmitidos pelo Sportv) irá assistir, não importa se o jogo começar às 17h, 20h ou 23h. Mas não se pode dizer que os executivos da TV possuam bom senso. Ninguém de bom senso marca um jogo de vôlei para começar às 21h45. Da mesma forma que os cartolas que comandam as modalidades não podem deixar de reconhecer sua fraqueza e dependência total ao dinheiro pago pelas emissoras. Sem esta grana, muitas destas modalidades estariam na pior.

Para um país que vai organizar as Olimpíadas daqui a cinco anos, o aspecto educacional esportivo é algo que não pode ser deixado de lado. E que tal começarmos a educar as pessoas a gostar de esporte, marcando os eventos para um horário em que todos possam acompanhá-lo, sem com isso atrapalhe suas vidas?

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Pan-Americano, Seleção brasileira | 08:30

Pan de judô: confira os confrontos dos brasileiros

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Judocas brasileiros conversam com a comissão técnica antes de treino no México

Foram definidas nesta quinta-feira, em Guadalajara, no México, as chaves do Campeonato Pan-Americano de judô, que começa a partir desta sexta-feira e será seletivo para o Pan de Guadalajara, em outubro.  A competição vale pontos no ranking continental da modalidade e que definirá os participantes das 14 categorias nos Jogos mexicanos.

Nesta sexta, serão realizados os combates nos pesos 81kg até + 100kg (masculino) e 63kg até 78kg (feminino). No sábado, competirão as demais categorias, enquanto que no domingo será realizado o torneio por equipes. Os combates começarão sempre às 13h (horário de Brasília).

O Pan de judô também servirá como evento-teste para o ginásio Code II, que receberá as competições de judô, taekwondo e lutas nos Jogos Pan-Americanos de Guadalara. O ginásio foi construído especialmente para este evento.

Confira abaixo os primeiros confrontos dos judocas brasileiros na competição:

Masculino

60kg – Felipe Kitadai já classificado para a segunda rodada, quando enfrentará o vencedor do confronto entre Jose Salinas (Venezuela) e Douglas Arevaslo (Guatemala)

66kg – Leandro Cunha enfrenta Reginald Altenor (Haiti), pela primeira rodada

73kg – Bruno Mendonça enfrenta Pablo Almeida (Uruguai), já pela segunda rodada

81kg – Leandro Guilheiro enfrenta Reginald De Windt (Antilhas Holandesas), pela primeira rodada

90kg – Rodrigo Luna já classificado para a segunda rodada, quando enfrentará o vencedor de Aaron Cohen (EUA) e Alexandre Emond (Canadá)

100kg – Leonardo Leite enfrenta Carlos Santiago (Porto Rico), pela primeira rodada

+ 100kg – Rafael Silva enfrenta Ramon Flores (México), pela primeira rodada

Feminino

48kg – Taciana Lima enfrenta Luz Adiela Alvarez (Colômbia), pela primeira rodada

52kg – Erika Miranda enfrenta Yanet Bermoy (Cuba), pela primeira rodada

57kg – Rafaela Silva já classificada para a segunda rodada, quando enfrentará a vencedora do confronto entre Joliane Melancon (Canadá) e Belen Achurra (Chile)

63kg – Mariana Silva enfrenta Christal Ransom (EUA), pela primeira rodada

70kg – Maria Portela já classificada para a segunda rodada, quando enfrentará a vencedora do confronto entre Kelita Zupancic (Canadá) e Lisbeth Leon (México)

78kg – Mayra Aguiar enfrenta Sandra Zavala (México), pela primeira rodada

+ 78kg – Maria Suelen Altheman enfrenta Samantha da Cunha (Argentina), pela primeira rodada

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quinta-feira, 31 de março de 2011 Pan-Americano, Seleção brasileira | 22:29

Judô faz evento-teste em seletiva do Pan

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O ginásio Code II receberá as competições de judô, lutas e taekwondo do Pan-11

Verificar as condições das instalações reservadas para os Jogos Pan-Americanos, a partir 13 de outubro, e ao mesmo tempo brigar pelas vagas em disputa na modalidade. O judô brasileiro terá estas duas tarefas a partir desta sexta-feira, com a realização do Campeonato Pan-Americano em Guadalajara, que também receberá a competição poliesportiva. Alguma coisa como se fosse o manjado slogan “leve dois e pague um…”

O evento, além de definir os participantes nas 14 categorias do Pan, também contará pontos para o ranking mundial, que por sua vez é classificatório às Olimpíadas de Londres, no ano que vem. Os brasileiros chegam para o torneio com uma equipe desfalcada de três importantes nomes: João Derly, que sentiu uma lesão no joelho direito na seletiva nacional, no último sábado;  Tiago Camilo, com um problema no tornozelo; e Flavio Canto, afastado por conta de uma infecção.

São três desfalques importantes, e isso poderá refletir no desempenho tanto neste Pan de judô como nos Jogos de Guadalajara. Mas a tradição brasileira na modalidade é forte e a tendência é que os judocas do país conquistem o maior número de vagas possível.

Além disso, a competição poderá testar a funcionalidade do ginásio Code II, uma das novas instalações construídas especialmente para o Pan, com capacidade para 2.203 pessoas e que receberá as competições de judô, taekwondo e lutas.

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quarta-feira, 30 de março de 2011 Olimpíadas, Pan-Americano, Seleção brasileira | 18:42

As pioneiras do Brasil

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Roseli Feitosa tambén foi eleita a melhor atleta do Pré-Pan da Venezuela

Ainda não se pode prever qual será o impacto da liberação do boxe feminino nas competições olímpicas. Mas uma coisa é certa: no Brasil, é inegável que a modalidade ganhará repercussão e provavelmente novas adeptas, a começar após a  participação nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, em outubro próximo. E duas lutadoras já podem se orgulhar de terem feito história, no primeiro Pré-Pan da modalidade, encerrado em Cumana, na Venezuela: Adriana Araújo (categoria até 60kg) e Roseli Feitosa (categoria até 75kg).

Adriana e Roseli são as primeiras mulheres brasileiras do boxe com participação assegurada  em uma competição poliesportiva. Não se trata de pouca coisa, se lembrarmos que até pouco tempo atrás o boxe feminino era visto como uma espécie de aberração esportiva, somente para atrair a atenção de um público machista, que não estava preocupado com a qualidade técnica do espetáculo e sim pelo fato de ter duas mulheres trocando socos em cima de um ringue.

Há uma semana, o presidente da CBBoxe (Confederação Brasileira de Boxe), Mauro Silva, havia me dito que botava muita fé na equipe feminina, especialmente em Roseli e Adriana, que em sua opinião irão brigar pela medalha de ouro em Guadalajara.  Sinceramente, achei que o dirigente estava um pouco otimista demais, a despeito de Roseli ser a líder do ranking mundial das meio-pesados (até 81kg) e  e Adriana ter várias medalhas conquistadas em pan-americanos da modalidade, entre os pesos leve.

Mas os resultados do Pré-Pan venezuelano mostraram que Silva tinha razão.  Primeiro porque as duas ganharam as únicas medalhas de ouro do Brasil no torneio. Depois, pela forma com que chegaram ao título. Na final dos leves, Adriano Araújo não deu a menor chance à Kiria Tapia, de Porto Rico, ganhando por 13 a 3 na decisão dos jurados. Roseli, em uma categoria abaixo da sua (peso médio) superou nada menos do que a atual campeã mundial, a canadense Mary Spencer, por 15 a 9. De quebra, ainda foi eleita a revelação do Pré-Pan e a melhor atleta da competição (incluindo nesta lista homens e mulheres).

O mais importante, contudo, é que Roseli e Adriana já fazem parte da  história no esporte olímpico brasileiro.

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terça-feira, 29 de março de 2011 Ídolos, Olimpíadas, Seleção brasileira | 22:30

O sonho olímpico de Derly ainda não acabou. Será?

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João Derly está confiante de que conseguirá ir à Londres-12. Mas está difícil

Depois de ter ficado afastado dos tatames por 15 meses por causa de duas cirurgias no joelho esquerdo  e justamente no dia de seu retorno às competições ter sentido nova contusão no joelho (desta vez o direito), o judoca João Derly ainda não entregou os pontos e continua botando fé que estará integrando a equipe brasileira nas Olimpíadas de Londres, no ano que vem.

Em um comunicado emitido por seu clube, a Sogipa, Derly agradeceu às mensagens de solidariedade e garantiu que o sonho olímpico continua mais vivo do que nunca. Até porque a contusão foi menos grave do que se supunha.

É louvável toda  esta fé e confiança em sua recuperação, mas no fundo o próprio Derly sabe que a vaga de Londres é algo que hoje está muito distante dele. Com a contusão, ele ficou fora da equipe nacional, que conta com apoio financeiro da CBJ (Confederação Brasileira de Judô) para a disputa das principais competições que valem pontos no ranking mundial. Só lembrando que este ranking é que definirá os atletas que estarão classificados para Londres-12.

Para que o sonho olímpico de João Derly realmente continue vivo, será preciso bem mais do que confiança e otimismo em sua recuperação física.

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segunda-feira, 28 de março de 2011 Almanaque, Pan-Americano | 09:56

Os cartazes do Pan (3)

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3º Jogos Pan-Americanos – Chicago (EUA)

Período de disputa: 27/8 a 7/9/1959
Países participantes: 25
Modalidades esportivas disputadas: 18
Total de atletas: 2.263

Quadro final de medalhas (cinco primeiros colocados)

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domingo, 27 de março de 2011 Pan-Americano, Seleção brasileira | 09:34

Guadalajara, lá vamos nós!

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Cisiane Dutra Lopes garantiu índice na prova de 20km da marcha atlética

Alguns atletas não têm do que reclamar do saldo deste final de semana. Eles garantiram vaga em suas respectivas modalidades para os Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, que começam no próximo dia 13 de outubro.

Foi o caso, por exemplo, da pernambucana Cisiane Dutra Lopes, que terminou em quarto lugar na prova dos 20km de marcha atlética, válida pela Copa Pan-Americana de marcha, realizada neste sábado, na cidade de Envigado (Colômbia), com o tempo de 1h38min02s. Como a marca mínima estabelecida pela CBAt (Confederação Brasileira de Atletismo) era de 1h38min27s, Cisiane já garantiu presença na delegação brasileira que estará no México.

No taekwondo,  mais classificados. Os quatro atletas da seleção brasileira que competiram na última sexta-feira, primeiro dia da seletiva do Pan-Americano, em Lima (Peru), garantiram vaga para Guadalajara. São eles Marcio Wenceslau (na categoria até 58 kg), Henrique Precioso (até 80kg), Kátia Arakaki (até 49 kg) e Raphaella Galacho (até 67 kg). No sábado, conquistaram a vaga Diogo Silva (até 68kg) e Helloraine Paiva (mais de 67kg).

Para todos eles, passaporte carimbado!

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sábado, 26 de março de 2011 Ídolos, Olimpíadas, Pan-Americano, Seleção brasileira | 20:02

O drama de João Derly

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João Derly sofreu nova lesão, desta vez no joelho direito

Muito triste o drama pelo qual está passando o judoca gaúcho João Derly, bicampeão mundial dos meio-leves (até 66kg). Justamente neste sábado, dia em que voltava aos tatames, após ter passado por duas cirurgias no joelho esquerdo e ficado afastado nada menos do que 15 meses dos tatames, eis que na seletiva para definir a seleção brasileira que irá competir em 2011, ele sofreu uma nova lesão, desta vez no joelho direito. Resultado: está fora do Pan-Americano de Guadalajara, no próximo mês de outubro, e das Olimpíadas de Londres, no ano que vem.

Um dos maiores talentos do judô brasileiro, Derly vem sofrendo com as lesões no joelho desde sua participação nas Olimpíadas de Pequim, quando foi eliminado ainda na segunda rodada. Nas vésperas da seletiva deste sábado, o gaúcho era só otimismo. “Estou voltando a competir em um bom nível e vindo de uma preparação muito boa”, afirmou. Um dia depois, era a imagem da desolação, após sentir dores em sua segunda luta, contra Marcelo Contini. Era sua estreia em nova categoria, a dos leves (até 73kg).

O pior é que mesmo se após exames mais detalhados a gravidade da lesão não se confirmar, Derly terminou as seletiva na última colocação e ficou fora da equipe principal do Brasil, que contará com apoio financeiro da CBJ (Confederação Brasileira de Judô) para disputar as principais competições mundiais, e que contam pontos no ranking classificatório aos Jogos de Londres.

Uma pena mesmo. Que Derly encontre forças para dar mais uma volta por cima.

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