Publicidade

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014 Jogos de Inverno, Olimpíadas | 18:41

Começa encontro que mudará a história das Olimpíadas

Compartilhe: Twitter
Integrantes do comitê executivo do COI discutem os pontos que serão abordados na 127ª Assembleia Geral (Foto: Flickr/COI)

Integrantes do comitê executivo do COI discutem os pontos que serão abordados na 127ª Assembleia Geral (Foto: Flickr/COI)

A partir desta final de semana, com a abertura da 127ª Assembleia Geral do COI (Comitê Olímpico Internacional), em Monaco, a história das Olimpíadas irá começar a mudar. Os cartolas tradicionalistas que comandam o movimento olímpico mundial começarão a colocar em votação as 40 propostas apresentadas mês passado pelo presidente da entidade, o alemão Thomas Bach, que compõe a chamada “Agenda 20+20”,.

Na prática, o que Bach pretende com o seu “pacotão olímpico” é modernizar os Jogos de verão e inverno e torná-los um evento mais próximo do interesse do grande público e também da realidade econômica de todos os países que sonham organizá-los. O COI percebeu, com a queda no interesse de cidades em se candidatarem a receber o mega-evento, que é preciso criar alternativas que não impliquem apenas em gastar bilhões de dólares para organizar uma competição esportiva, sem qualquer preocupação com o chamado legado olímpico.

Não se engane: “pacotão” do COI veio para salvar os Jogos

Como explicou um integrante da Assembleia do COI ao blog, os primeiros dias do congresso serão reservados a reuniões do comitê executivo da entidade, que começou nesta sexta-feira, onde serão alinhavados entre os integrantes da cúpula olímpica os detalhes da agenda do evento, que tem a votação das novas propostas como ponto principal.

Só a partir da próxima segunda, dia 8, é que os membros do COI poderão de fato debater e votar os itens da “Agenda 20+20”. E logo no primeiro dia, serão votodos os pontos mais importantes: a proposta de tornar as candidaturas olímpicas mais simples (propostas 1, 2 e 3), as alterações no programa esportivo olímpico, de forma a torná-lo mais flexível (o que interessa particularmente aos organizadores de Tóquio 2020, para a inclusão do beisebol e softbol) e também a cláusula do princípio da não discriminação para as cidades que receberão os Jogos Olímpicos, com a inclusão da referência à preferência sexual.

COI sinaliza mudanças para modernizar as Olimpíadas

Mas como bem me lembrou o integrante da Assembleia do COI, alguns dos itens da “Agenda 20+20” correm até o risco de não serem aprovados em Monaco, caso não se chegue a um consenso.

 

Autor: Tags: , , , , ,

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014 Olimpíadas, Pan-Americano | 22:54

Pan de Toronto é última chance para hóquei masculino do Brasil ir ao Rio 2016

Compartilhe: Twitter
Seleção masculina do Brasil enfrenta o Peru pelos Jogos Sul-Americanos (Foto; Washington Alves/COB)

Seleção brasileira enfrenta o Peru pelos Jogos Sul-Americanos (Foto: Washington Alves/COB)

Pelo menos para uma modalidade o Pan-Americano de Toronto, que ocorrerá em julho do ano que vem, terá uma importância fundamental. O hóquei sobre grama do Brasil irá encarar a chamada “Olimpíada das Américas” como a chance derradeira de se classificar para os Jogos do Rio 2016. Ao contrário de outras modalidades, no hóquei sobre grama os brasileiros não terão vaga assegurada, justamente pelo nível técnico da seleção, muito longe das grandes forças mundiais.

Segundo o diretor-executivo do COB (Comitê Olímpico do Brasil), Marcus Vinicius Freire, a seleção masculina de hóquei precisará ficar entre os seis primeiros do Pan de Toronto para que a IHF (Federação Internacional de Hóquei) confirme o convite para os brasileiros disputarem as Olimpíadas. Em 34º lugar no ranking mundial, o Brasil precisa estar entre os 40 melhores do planeta para que a IHF ratifique o convite, posição que deverá ser alcançada se terminar o Pan-Americano entre os seis primeiros colocados.

>>> VEJA TAMBÉM: Hóquei feminino do Brasil vira o primeiro mico para 2016

Se a seleção masculina ainda tem um fio de esperança de participar das Olimpíadas em seu próprio país, o feminino já entregou os pontos. Desde agosto, o Ministério do Esporte  não conta mais com a presença do time feminino, que jamais conseguiu montar uma equipe minimamente competitiva e não estará presente em 2016, a menos que ocorra uma virada de mesa inédita na IHF.

Autor: Tags: , , , , ,

terça-feira, 2 de dezembro de 2014 Ídolos, Seleção brasileira | 13:43

Lais Souza será homenageada no Prêmio Brasil Olímpico

Compartilhe: Twitter
Laís Souza tem contado com apóio permanente de sua família no processo de recuperação do acidente que a deixou tetraplégica

Lais Souza receberá uma homenagem especial no Prêmio Brasil Olímpico

A ex-ginasta e esquiadora Lais Souza, que ficou tetraplégica após sofrer um acidente de esqui no final de janeiro, às vésperas de disputar as Olimpíadas de inverno de Sochi, será homenageada durante a entrega do Prêmio Brasil Olímpico, que ocorrerá no próximo dia 16, no Rio de Janeiro. A informação foi confirmada pelo diretor superintendente do COB (Comitê Olímpico do Brasil), Marcus Vinícius Freire, em entrevista ao blog.

Será a primeira vez que Laís virá ao Brasil desde o grave acidente ocorrido em um treino, no dia 27 de janeiro, nos EUA, quando aguardava a confirmação de sua classificação para a prova do ski aerials em Sochi. No acidente, Lais lesionou a coluna e perdeu os movimentos do ombro para baixo. Desde então, segue tetraplégica.

Além de ser homenageada no Brasil Olímpico, Lais deverá participar de uma palestra na Universidade Estácio de Sá, no Rio,  e revalidar seu visto de permanência em Miami, onde vem morando desde que ocorreu o acidente e vem passando por um complexo tratamento com células-tronco. Ela passará as festas de final de ano no Brasil e retornará aos EUA assim que o visto for revalidado.

>>> Veja também: Uma grande vitória de Lais Souza

Em novembro, Lais Souza conseguiu uma vitória pessoal com a aprovação do projeto de lei, de autoria da deputada federal Mara Gabrili, que prevê o pagamento de pensão vitalícia no teto da Previdência Social (hoje em R$ 4.390,24). O valor proposto para a pensão segue a mesma regra aplicada ao benefício pago aos atletas que foram tricampeões mundiais de futebol, nas Copas de 1958, 1962 e 1970.

Autor: Tags: , , , , ,

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014 Olimpíadas, Pan-Americano, Seleção brasileira | 19:35

Confederações receberão R$ 117 mi das loterias em 2015

Compartilhe: Twitter
Atltismo, judô, esportes aquáticos, vela e vôlei receberão o maior percentual da verba das loterias (Foto: Montagem/COB)

Atltismo, judô, esportes aquáticos, vela e vôlei receberão o maior percentual da verba das loterias (Foto: Montagem/COB)

Nesta segunda-feira, o COB (Comitê Olímpico do Brasil) divulgou a lista da divisão dos recursos das verbas da Lei Agnelo/Piva para as confederações esportivas brasileiras, que vem sendo uma das principais fontes de recursos das entidades dos esportes olímpicos. E para a nova temporada, o bolo teve um aumento de 17%, com projeção de R$ 117,7 milhões que devem ser repassados às entidades. Desde 2002 em vigor, A Lei Agnelo/Piva destina 2% do prêmio pago aos apostadores de todas as loterias federais do país ao COB (85%) e ao Comitê Paralímpico Brasileiro (15%).

Segundo informou o COB, foram levados em consideração todos os recursos que constam no planejamento das modalidades – como patrocínios, convênios com o Ministério do Esporte, Plano Brasil Medalhas e projetos através da Lei de Incentivo ao Esporte, entre outros – na hora de definir os valores, que partem de um mínimo anual de R$ 1,9 milhão a um teto de R$ 3,9 milhões repassados a cinco Confederações: Atletismo, Desportos Aquáticos, Judô, Vela e Vôlei. Para 2015 o COB espera arrecar um total de R$ 202,3 milhões.

Dos recursos recebidos, a entidade é obrigada por lei a investir 10% no esporte escolar (R$ 20,23 milhões estimados para 2015) e 5% no esporte universitário (R$ 10,12 milhões em 2015). Dos cerca de R$ 172 milhões restantes, R$ 82,386 milhões serão aplicados diretamente nos programas das 29 Confederações Brasileiras Olímpicas, exceto o futebol. Os R$ 35,3 milhões restantes serão aplicados em  “projetos alinhados ao planejamento estratégico de preparação para os Jogos Olímpicos Rio 2016”, segundo informou o comunicado do COB.

Vale lembrar que a temporada de 2015 será de fundamental importância na preparação para os Jogos Olímpicos do Rio 2016, além de ser o ano da disputa dos Jogos Pan-Americanos de Toronto.

Confira como ficou a divisão dos recursos da Lei Agnelo/Piva para as confederações esportivas em 2015:

Confederação de Verão

Atletismo – R$ 3.900.000,00

Badminton – R$ 2.016.000,00

Basquetebol – R$ 3.700.000,00

Boxe – R$ 3.248.000,00

Canoagem – R$ 3.248.000,00

Ciclismo – R$ 3.248.000,00

Desportos Aquáticos – R$ 3.900.000,00

Esgrima – R$ 1.904.000,00

Ginástica – R$ 3.750.000,00

Golfe – R$ 1.904.000,00

Handebol – R$ 3.750.000,00

Hipismo – R$ 3.750.000,00

Hóquei sobre a Grama – R$ 1.904.000,00

Judô – R$ 3.900.000,00

Levantamento de Peso – R$ 1.904.000,00

Lutas Associadas – R$ 2.240.000,00

Pentatlo Moderno – R$ 2.128.000,00

Remo – R$ 2.800.000,00

Rúgbi – R$ 1.904.000,00

Taekwondo – R$ 1.904.000,00

Tênis – R$ 2.800.000,00

Tênis de Mesa – R$ 3.248.000,00

Tiro com Arco – R$ 1.904.000,00

Tiro Esportivo – R$ 2.912.000,00

Triatlo – R$ 3.136.000,00

Vela – R$ 3.900.000,00

Voleibol – R$ 3.900.000,00

Confederação de Inverno

Desportos na Neve – R$ 1.792.000,00

Desportos no Gelo – R$ 1.792.000,00

Autor: Tags: , , , ,

domingo, 30 de novembro de 2014 Olimpíadas, Paraolimpíadas | 09:00

Veja imagens das obras do Parque da Barra para o Rio 2016

Compartilhe: Twitter

O comitê organizador dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos do Rio 2016 divulgou no final da semana passada as imagens mais recentes das obras que estão acontecendo no Parque Olímpico da Barra da Tijuca, que são considerados o “coração dos Jogos”. Neste mesmo local serão disputados eventos de 24 modalidades olímpicas e paraolímpicas.

Clique nas fotos da galeria abaixo e veja os detalhes de cada instalação ali exibida. As fotos são de autoria de Alex Ferro, do Comitê Rio 2016.

Autor: Tags: , ,

sábado, 29 de novembro de 2014 Ídolos, Pan-Americano, Seleção brasileira | 14:28

Lesão ameaça tirar estrela do handebol do Pan de Toronto

Compartilhe: Twitter
Duda Amorim chora de dor após sofrer a lesão no joelho esquerdo (Foto: reprodução TV)

Duda Amorim chora de dor após sofrer a lesão no joelho esquerdo (Foto: reprodução TV)

Um escorregão aparentemente bobo pode custar à seleção brasileira feminina de handebol a ausência de uma de suas principais jogadoras nos próximos Jogos Pan-Americano de Toronto, em julho do ano que vem. A armadora Duda Amorim sofreu uma grave lesão no joelho esquerdo, após sofrer uma queda após marcar um gol para o Brasil na vitória sobre a Tunísia por 35 a 23, pelo Torneio Internacional da Espanha, nesta sexta-feira. Ao arremessar para fazer o gol, Duda perdeu o equilíbrio e torceu o joelho.

Após uma ressonância magnética, realizada em Málaga, onde o torneio está sendo realizado, ficou constatada a lesão no ligamento cruzado anterior e precisará passar por uma cirurgia. O tempo estimado de recuperação é de seis meses, de acordo com a médica da seleção, Pauline Buckley Bittencourt Silva.

Com este prazo de recuperação, é muito difícil que Duda Amorim consiga entrar em forma a tempo para disputar o Pan-Americano de Toronto, de 10 a 26 de julho do ano que vem. O Brasil estará brigando pelo pentacampeonato da competição, repetindo os feitos de Winnipeg 1999, Santo Domingo 2003, Rio de Janeiro 2007 e Guadalajara 2011. E ficar sem uma jogadora do nível da armadora é um desfalque considerável, especialmente no ataque.

VEJA MAIS SOBRE O HANDEBOL BRASILEIRO NO ESPÍRITO OLÍMPICO:

>>> O dia em que o handebol deixou de ser “pé de página” no Brasil
>>> Após a festa, o handebol precisa olhar para o futuro
>>> Técnicos gringos são uma benção ao esporte do Brasil

Aos 28 anos e com 1m86 de altura, Duda Amorim vem sendo uma das principais artilheiras da seleção comandada pelo dinamarquês Morten Soubak, tendo marcado 103 gols nas duas últimas Olimpíadas (Pequim 2008 e Londres 20212) e nos Mundiais de 2011 (Brasil) e 2013 (Sérvia), quando a seleção conquistou uma inédita medalha de ouro.

Que ela tenha uma recuperação e consiga estar inteira para as Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro.

Autor: Tags: , , , , , , , , , , ,

sexta-feira, 28 de novembro de 2014 Isso é Brasil, Olimpíadas, Seleção brasileira | 23:52

Técnicos gringos são uma benção ao esporte do Brasil

Compartilhe: Twitter
O técnico dinamarquês Morten Soubak está bem preocupado com o futuro do handebol brasileiro

O dinamarquês Morten Soubak foi premiado pelo trabalho que levou o Brasil ao título mundial feminino no handebol

Antes de mais nada e para evitar as pedradas desnecessárias do “amigo internauta”, quero esclarecer que este post não é uma crítica ao trabalho dos bravos treinadores dos esportes olímpicos do Brasil. Só eles sabem a dificuldade que foi trabalhar nestes anos todos sem investimento – que começaram a aumentar de fato no esporte de alto rendimento desde 2010, um ano depois do Brasil ganhar a sede das Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro.

Isto posto, é necessário que se reconheça uma verdade absoluta: as principais modalidades esportivas só cresceram, evoluíram e venceram nos últimos anos, em boa parte por causa da presença dos treinadores estrangeiros por aqui.

Os exemplos são inúmeros. Atualmente, mais de 40 trabalham por aqui. Há modalidades que precisaram da presença de um profissional estrangeiro para realmente darem um salto de qualidade. Outras aproveitaram a experiência de quem veio de fora para aprimorar os bons trabalhos que já estavam sendo feitos por aqui. E claro que existem os casos em que nem com os gringos a modalidade conseguiu sair do limbo, mas isso foi exceção.

Ou alguém já se esqueceu da importância do argentino Rubén Magnano ao fazer o basquete brasileiro recuperar a auto-estima, voltar às Olimpíadas e cumprir uma brilhante campanha nos Jogos de Londres 2012 e na Copa do Mundo da Espanha, neste ano?

Jesús Morlán teve papel fundamental na evolução de Isaquias Queiroz na canoagem de velocidade

O espanhol Jesús Morlán teve papel fundamental na evolução de Isaquias Queiroz na canoagem de velocidade

A escolha do espanhol Jesús Morlán, da seleção brasileira de canoagem velocidade, e do dinamarquês Morten Soubak, respectivamente como os melhores treinadores nas categorias modalidade individual e coletiva, foi mais do que justa. A de Soubak veio até com atraso, mas essa por conta do calendário. A escolha dos vencedores do Brasil Olímpico de 2013 já estava definida antes da final do Mundial da Sérvia, quando de forma inédita e emocionante, a seleção brasileira feminina faturou o título.

>>> Veja também: Com ausências importantes, começa a votação para o Atleta da Torcida do prêmio do COB

A escolha de Morlán foi igualmente justa, afinal ele chegou há menos de dois anos e já contribuiu para a clara evolução da modalidade, especialmente de Isaquias Queiroz, bicampeão mundial na categoria C1 500 m (não olímpica).

Sem menosprezar os competentes treinadores brasileiros, é preciso tirar o chapéu para os gringos, que estão ajudando a colocar o esporte brasileiro em um outro patamar.

Autor: Tags: , , , , , ,

terça-feira, 25 de novembro de 2014 Isso é Brasil, Olimpíadas, Paraolimpíadas | 17:56

Professora da USP ajuda a difundir os valores olímpicos

Compartilhe: Twitter
A professora Katia Rubio ao lado das integrantes do projeto de handebol no Centro Olímpico de SP, após uma das palestras

A professora Katia Rubio (à esquerda), ao lado das integrantes do projeto de handebol no Centro Olímpico de SP, após uma de suas palestras

Uma das funções (ao menos na teoria) dos Jogos Olímpicos sendo realizados no Brasil seria o de ajudar a expandir os horizontes das pessoas a respeito das modalidades e valores que compõe o rico e emocionante universo das Olimpíadas. Pena que isso ficou apenas na teoria. Há menos de dois anos para a abertura dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos do Rio 2016, quase nada foi pensado como forma de usar o mega-evento para levar ao público brasileiro um pouco mais do que previsão de medalhas ou resultados dos atletas de alto rendimento nos eventos pré-olímpicos.

Nem irei falar no trabalho com a base esportiva do Brasil, pois aí a conversa vai ficar mais longa ainda e o cenário desolador.

Enfim, se os responsáveis pelos Jogos de 2016 não se prepararam (ou não se preocuparam) em criar formas de difundir os valores olímpicos, há quem esteja fazendo isso individualmente. Desde o final de outubro, Katia Rubio, professora da USP (Universidade de São Paulo) de psicologia e educação física, tem ministrado uma série de palestras sobre o tema “Esporte, Educação e Valores Olímpicos” para professores, coordenadores, alunos e atletas da Rede Municipal de Ensino de São Paulo e de quem vivencia o meio esportivo e educativo.

Estas palestras são uma contrapartida da professora pelos recursos obtidos com a lei Rouanet que irão ajudar a bancar o lançamento da Enciclopédia Olímpica Brasileira, que faz parte do projeto de pesquisa “Memórias Olímpicas por Atletas Olímpicos Brasileiros”, que é desenvolvido por Katia há 15 anos e que tem como objetivo recuperar a memória dos 1.800 atletas olímpicos que representaram o Brasil em Jogos Olímpicos da Era Moderna.

Nos últimos 10 anos, Katia publicou e organizou 18 livros na área de Psicologia do Esporte e Estudos Olímpicos e em junho de 2010 foi agraciada com a Medalha do Mérito Desportivo do então presidente Luis Inácio Lula da Silva.

>>> Veja também: Exemplo de legado esportivo com o esporte paraolímpico

A palestra tem como finalidade ampliar os temas relacionados com a educação olímpica dentro da cultura e da história do esporte brasileiro e tentar estimular o hábito de leitura e também ampliar a possibilidade dessa atividade na interpretação e análise de textos proporcionado pelo conteúdo das apresentações.

Nesta quinta-feira (27), Katia Rubio fará mais uma de suas palestras, no Auditório DRE (Delegacia Regional de Ensino) Capela – Rua Adib Chammas, nº 105, na Capela do Socorro, zona Sul de São Paulo. Ótimo programa para quem quer aprender um pouco mais sobre os valores olímpicos.

Autor: Tags: , , ,

domingo, 23 de novembro de 2014 Olimpíadas, Paraolimpíadas | 22:45

Mascotes Rio 2016: ao menos escolham Vinicius e Tom!

Compartilhe: Twitter
Imagem das mascotes dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016

Imagem das mascotes dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016, apresentadas neste domingo

Fim do mistério, após a divulgação, neste domingo à noite, das imagens das mascotes dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos das Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro. E seguindo uma tendência que vem se repetindo nas últimas edições olímpicas de verão, foram escolhidas figuras que estão mais próximo do estranho do que o normal.

Saudades do simpático ursinho Misha, de Moscou 1980!

A mascote das Olimpíadas, vamos admitir, ainda tem uma imagem mais definida de um animal. Só que ao invés de optar por um único bicho, a mascote olímpica representa a “diversidade dos animais do País: a agilidade dos felinos, o gingado dos macacos e a leveza dos pássaros”, segundo informa o site oficial das mascotes dos Jogos de 2016. Já o mascote paraolímpico é (pelo menos é o que dizem ser) uma inédita mistura da flora brasileira, “com uma cabeleira de folhagens tropicais e cores que lembram a paisagem do Rio e toda a exuberância da natureza”, explica o site.

Veja ainda: Rio 2016 apresenta mascotes, que ainda precisam ser batizados

Enfim, se as figuras das mascotes até poderão cair no gosto popular (dificilmente conseguiriam fazer algo tão ridículo como o Izzy de Atlanta 1996), as opções para batizá-los são de doer a alma. Do nível do Fuleco, da Copa 2014

No site oficial, o internauta pode escolher uma das três duplas de nomes para batizar as mascotes. As opções são Oba e Eba; Tiba Tuque e Esquindim; e Vinicius e Tom.

E mais: Você conhece a história das mascotes das Olimpíadas?

Que o público tenha um mínimo de bom senso e escolham a terceira opção, uma homenagem a um dos maiores dramaturgos e poetas de nossa literatura e um dos maiores compositores da música popular brasileira.

Autor: Tags: , , , , ,

quarta-feira, 19 de novembro de 2014 Olimpíadas | 21:45

Atletismo irá acordar cedo nos Jogos do Rio

Compartilhe: Twitter
Sob a noite londrina, Usain Bolt comemora sua vitória na final dos 100 m em 2012. Será que em 2016 esta a cena será pela manhã? (Foto: Getty Images)

Sob a noite londrina, Usain Bolt comemora sua vitória na final dos 100 m em 2012. Será que em 2016 esta a cena será pela manhã? (Foto: Getty Images)

O privilégio da natação de ter horários inusitados para o programa esportivo dos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro, acaba de encontrar um forte concorrente. O outro esporte “top” das Olimpíadas, o atletismo, também entrou na onda e irá inovar em seu programa de provas. Segundo informou a Iaaf (Associação das Federações Internacionais de Atletismo), pelo menos 13 eventos terão as definições de seus campeões olímpicos ocorrendo no horário da manhã, quebrando uma rotina que já existia há seis Olimpíadas.

A última vez em que o atletismo olímpico teve suas finais realizadas no período da manhã foi nos Jogos de Seul, em 1988, atendendo a um pedido das televisões que tinham os direitos de transmissão, em razão do fuso horário asiático. E desta vez, mais uma vez a TV acabou sendo determinante para essa decisão da Iaaf. “Foi um pedido do comitê organizador dos Jogos e do setor que será o responsável pela transmissão dos eventos. Colocar algumas finais na parte da manhã irá assegurar que tenhamos o máximo de visibilidade para o atletismo em todos os fusos horários”, afirmou Paul Hardy, diretor de competições da entidade.

Veja também

>>> Natação no ritmo de “sessão coruja” para a Rio 2016

Ao todo, serão 13 as finais matutinas do atletismo em 2016: oito eventos de pista, no Estádio do Engenhão, e cinco eventos de rua (as duas maratonas e três provas de marcha atlética). Já está confirmado também que a primeira final na parte da manhã será a dos 10.000 m feminino, no dia 12 de agosto. A Iaaf pretende fazer com que ocorra uma divisão equilibrada de finais masculinas e femininas no período matutino e que dos dez dias de duração do torneio olímpico (de 12 a 21/8), em nove deles haverá a realização de finais matutinas.

 

 

Autor: Tags: , , ,

  1. Primeira
  2. 4
  3. 5
  4. 6
  5. 7
  6. 8
  7. 10
  8. 20
  9. 30
  10. Última