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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012 Olimpíadas, Vídeos | 18:04

Veja com foi erguido o Estádio Olímpico de Londres

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Uma obra que demorou cerca de cinco anos e meio para ficar pronta, desde a sua fase de licitação até o término da pista de atletismo e da colocação das torres de iluminação. O Estádio Olímpico de Londres, principal obra para os Jogos de 2012 – e que é objeto de disputa entre clubes ingleses interessados em arrendá-lo após as Olimpíadas – teve sua construção cuidadosamente registrada.

Durante o dia a dia das obras, câmeras instaladas pelo comitê organizador dos Jogos filmaram cada tijolo sendo colocado. Agora, foi preparado um vídeo, de pouco menos de dois minutos de duração, em velocidade acelerada, mostrando todos os passos do nascimento do palco que receberá a chama olímpica, a partir do dia 27 de julho.

Confira:

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terça-feira, 24 de janeiro de 2012 Ídolos, Isso é Brasil, Olimpíadas, Seleção brasileira | 21:49

Daniele Hypólito e o dilema dos atletas que querem curtir a vida

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Daniele Hypólito foi pega sem sua carteira de habilitação

Atleta também é gente. Mais do que óbvia, a frase anterior serve para humanizar aqueles personagens que fazem a alegria de torcedores, seja em um campo de futebol, numa piscina, numa pista de atletismo, numa quadra de basquete ou de vôlei.

Acredito, portanto, que todo mundo é livre para fazer o que quiser, desde que isso não implique em prejuízo a terceiros. Cada um tem que ser totalmente livre para curtir a vida na hora de folga, desde que esteja pronto para assumir as consequências de seus atos. Por isso, longe de defender um discurso moralista, entendo que a ginasta Daniele Hypólito pisou na bola ao ser flagrada dirigindo sem habilitação durante uma blitz da Lei Seca, na madrugada desta terça-feira, no Rio.

A questão nem é estar guiando um veículo sem habilitação. Todo mundo um dia pode esquecer a carteira em casa, caramba. O problema foi a recusa em fazer o teste do bafômetro, coisa que aliás a lei permite a todos nós. A recusa de Daniele, contudo, dá margem para  imaginarem que a atleta estava numa balada e bebeu um um pouco além da conta. Do contrário, por que não fez o raio do exame?

O grande dilema que Daniele pode estar passando agora, porém, não é uma coisa inédita: como conseguir aproveitar os prazeres da vida, tendo que conciliar com a dura rotina da vida de um atleta? As pessoas talvez não façam ideia das altas doses de sacrifício que um atleta de alta performance precisa se submeter. São baladas deixadas de lado, namoros que ficam em um segundo plano, jantares que são abdicados pelo sonho de um título mundial ou de uma medalha olímpica.

Quando parou de competir, o nadador brasileiro Ricardo Prado, prata nos Jogos de Los Angeles 1984, confessou que não via a hora de ter uma vida normal, cansado de tantas privações.  E quem não se lembra do caso do americano Michael Phelps, que após tornar-se o maior recordista de medalhas em Pequim 2008, teve uma foto sua vazada na internet, curtindo uma balada com, digamos, alguns “cigarros artesanais”?

Como eu disse no começo deste post, atleta é gente, como eu e você. O problema é que nossa vida não é patrulhada a cada besteira que a gente cometa por aí (e podem ter certeza que fazemos muitas besteiras).  Daniele Hypólito errou, mas nem por isso merece ser sacrificada.

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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012 Almanaque, Olimpíadas | 08:30

Os cartazes olímpicos (3)

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III Jogos Olímpicos – St. Louis (EUA)

Período de disputa: 1º/7 a 23/11/1904
Países participantes: 12
Modalidades esportivas disputadas: 19
Total de atletas: 651

Quadro final de medalhas (cinco primeiros colocados):

Obs: O Brasil não participou dos Jogos

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sábado, 21 de janeiro de 2012 Ídolos, Olimpíadas | 09:16

Deu a louca na Etiópia!

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Kenenisa Bekele comemora a medalha de ouro nos 5.000 m em Pequim 2008

Imagine a seguinte cena: vamos supor que num belo dia, Cesar Cielo ou Fabiana Murer acordem com um mau humor daqueles e decidam que não atenderão a uma convocação de suas respectivas confederações para participarem de um período de treinamento em conjunto, ao lado de outros atletas. Como reação, as confederações resolvem simplesmente banir suas estrelas das competições futuras, incluindo neste balaio aí até mesmo Jogos Olímpicos, a menos que eles revejam a decisão de não participar do “camping” de treinamento.

Pois esta situação aparentemente surreal ocorreu de verdade, com algumas das estrelas da equipe de fundistas da Etiópia, uma das grandes forças das corridas de longa distância no atletismo mundial.  Por não atenderem a uma convocação de treinamento feita pela EAF (Federação Etíope de Atletismo), 35 atletas foram banidos por tempo indeterminado das competições. Até mesmo dos Jogos Olímpicos de Londres. E na lista dos punidos estão simplesmente Kenenisa Bekele, campeão olímpico dos 5.000 m e 10.000 m em Pequim 2008, e Tirunesh Dibaba, vencedora nas mesmas distâncias nas últimas Olimpíadas.

Os dirigentes da EFA estão irredutíveis da decisão, que só será revogada se estes atletas decidirem se juntar a outros 200 em um local determinado pela entidade, como forma de preparação para o Mundial indoor de atletismo, marcado para março, em Instambul, e também para Londres 2012. “Temos que avaliar a forma de todos os atletas. Esta atitude é falta de comprometimento”, disse Dube Jilo, diretor-técnico da EFA.

O empresário de Bekele, Jos Hermens, aposta que tudo não passa de pressão da EFA e que os dirigentes irão recuar. Mas não seria estranho imaginar que os dirigentes não voltem atrás nesta decisão aparentemente maluca. No Mundial de Daegu (Coreia do Sul), em 2011, Bekele – que também detém os recordes mundiais e olímpicos dos 5.000 m e 10.000 m – retornou às competições após ficar um ano e meio parado, devido a uma contusão, mas não aguentou o ritmo e abandonou a prova dos 10.000 m após dez voltas.

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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012 Isso é Brasil, Olimpíadas, Seleção brasileira | 21:05

O doping burro de Fabíola Molina, parte 2

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Fabíola Molina só poderá voltar a competir em abril. Vaga olímpica ficou mais difícil

E o currículo nada exemplar do esporte brasileiro em relação ao doping já dá o ar da graça em 2012, com a notícia da suspensão da nadadora Fabíola Molina, que nesta quinta-feira pegou seis meses de gancho após julgamento da CAS (Corte Arbitral do Esporte). O caso era referente ao exame positivo da nadadora, ocorrido em maio de 2011, durante a prova dos 100 m costa realizada na Tentativa de Índice do Mundial de Xangai.

A inspiração para o título deste post veio graças  a um outro publicado na época em que o caso explodiu, quando comentei a grande burrada cometida por Fabíola, uma nadadora experiente, de 36 anos, que por um descuido infantil tomou um suplemento alimentar contaminado e viu seu índice olímpico de Londres 2012 e vaga para o Mundial de Xangai irem para o lixo.

A burrice do doping de Fabíola – que acredito sinceramente não ter tomado o suplemento contaminado com a intenção de obter um ganho esportivo em relação às adversárias – ficou ainda maior com esta  decisão da CAS. Na época, a CBDA (Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos), em sua política de “passar a mão” na cabeça dos nadadores que lhe interessam, deu uma suspensão bem leve para ela, somente dois meses. Com isso, em julho ela já estava livre para representar o Brasil nos  “incríveis” Jogos Mundiais Militares e também no Pan de Guadalajara.

Veja também: Até quando o doping vai levar a melhor sobre o esporte?

Porém, se tivesse recebido uma pena decente logo de cara, talvez a mesma aplicada no tribunal da Suíça nesta quinta-feira, Fabíola teria ficado de fora dos Jogos Mundiais (não iria perder nada, diga-se de passagem) e do Pan-Americano. Com isso, chegaria em dezembro com sua pena já cumprida e estaria livre para se preparar para buscar a vaga olímpica em Londres nos vários eventos que a CBDA irá promover nos próximos meses.

Agora, como a CAS considerou como data inicial da suspensão a partir de 20 de dezembro de 2011, Fabíola Molina só estará liberada para competir em 20 de abril, quando terá somente duas competições para cravar o índice olímpico: o Troféu Maria Lenk (a partir de 24/4) e a Tentativa Olímpica (em maio).

Foi ou não um doping burro, este da nossa estimada Fabíola Molina?

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terça-feira, 17 de janeiro de 2012 Almanaque, Histórias do esporte, Ídolos, Imprensa, Olimpíadas, Vídeos | 10:37

Relembre como o gênio Muhammad Ali ganhou o ouro olímpico

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Muhammad Ali, então chamado Cassius Clay, no ponto mais alto do pódio em Roma 1960

Maior nome do boxe em todos os tempos, Muhammad Ali, que completa 70 anos nesta terça-feira e cuja brilhante carreira foi relembrada no iG Esporte – onde você pode conferir as grandes frases ditas por Ali, momentos marcantes de sua carreira e imagens de suas principais lutas – também teve seu nome marcado na história dos Jogos Olímpicos.

Para início de conversa, Ali sagrou-se campeão olímpico dos Jogos de Roma 1960 ainda com seu nome de batismo, Cassius Marcellus Clay Jr (ele só adotaria o nome de Muhammad Ali após se converter ao islamismo, em 1964). A outra curiosidade é que Ali não foi campeão atuando como peso pesado, onde imortalizou seu nome na história do boxe. Ele lutou em Roma na categoria meio pesado (com limite de peso até 81 kg).

A campanha olímpica de Ali foi absoluta e sem contestação. Disputou quatro lutas, vencendo três delas por decisão unânime dos jurados e em uma delas obrigou o árbitro a interromper o combate, tamanho o castigo que o jovem americano, então com 18 anos, impunha a seu adversário.

Eis a campanha de Cassius Clay/Muhammad Ali nos Jogos de Roma 1960, na categoria meio pesado:

Primeira rodada

Classificado automaticamente

Segunda rodada

Cassius Clay (EUA) venceu Yvon Becot (BEL) por decisão do árbitro no 2º assalto

Quartas de final

Cassius Clay (EUA) venceu Gennadiy Shatkov (URSS), 5:0

Semifinal

Cassius Clay (EUA) venceu Anthony Madigan (AUS), 5:0

Final

Cassius Clay (EUA) venceu Zbigniew Pietrzykowski (POL), 5:0

Confira as imagens da luta final em que Cassius Clay garantiu sua medalha de ouro em 1960:

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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012 Almanaque, Olimpíadas | 10:17

Os cartazes olímpicos (2)

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II Jogos Olímpicos – Paris (Fra)

Período de disputa: 14/5 a 28/10/1900
Países participantes: 24
Modalidades esportivas disputadas: 20
Total de atletas: 997

Quadro final de medalhas (cinco primeiros colocados):

Obs: O Brasil não participou dos Jogos

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domingo, 15 de janeiro de 2012 Imprensa, Listas, Olimpíadas, Seleção brasileira | 13:13

Brasil continua bem em prévia de jornal americano para 2012

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A seleção feminina de vôlei ficará com a prata em Londres, segundo o "USA Today"

Mesmo com uma medalha de ouro a menos em relação à ultima classificação, o provável desempenho do Brasil nas Olimpíadas de Londres 2012, de acordo com o site do jornal americano “USA Today”, tem tudo para ser o melhor da história olímpica do país.

De acordo com a publicação, na última atualização de seu ranking, a delegação brasileira conquistará seu maior número de medalhas olímpicas (18) e o maior número de ouros (7) em toda a sua participação olímpica, que começou nos Jogos de 1920, em Antuérpia, na Bélgica. Em relação à classificação anterior, há um ouro a menos, que seria da seleção feminina de vôlei, que na atual prévia deverá ficar com a medalha de prata.

Vale lembrar que as atuais campeãs olímpicas ainda não estão classificadas para os Jogos de Londres 2012 e brigarão pela vaga no Pré-Olímpico sul-americano, que será realizado em São Carlos (SP), no mês de maio. E a prévia do ‘USA Today’, feita com base nos resultados em eventos prévios dos Jogos de 2012, não contemplou os resultados da seleção feminina de ginástica artística no Pré-Olímpico de Londres, nem no Masters de judô, que teve os brasileiros Rafael Silva e Mayra Aguiar conquistando a medalha de ouro.

Confira abaixo os prováveis ganhadores de medalha do Brasil em Londres 2012, de acordo com o “USA Today”:

A atual prévia colocaria o Brasil em um hipótético 13º lugar no quadro geral de medalhas, encostado na Coreia do Sul, que ocupa a 10ª posição, com um ouro a mais. A primeira colocação seria dos EUA, de acordo com a previsão, com 41 ouros, cinco a mais do que a China, que por sua vez teria duas medalhas a mais no total que os americanos.

Confira abaixo os dez primeiros colocados no quadro de medalhas de Londres 2012, de acordo com o “USA Today”, e a respectiva colocação do Brasil:

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sexta-feira, 13 de janeiro de 2012 Isso é Brasil, Olimpíadas, Seleção brasileira | 09:11

A estranha "meritocracia" do COB

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O boxeador brasileiro Everton Lopes (de vermelho) foi campeão mundial em 2011

Embora tenha sido anunciada na última quarta-feira, ainda vale comentar a divisão da verba das loterias  para as confederações esportivas olímpicas do Brasil, através da Lei Agnelo/Piva, em anúncio feito pelo COB (Comitê Olímpico Brasileiro). Trata-se de um dinheiro fundamental para a maioria das entidades por dois motivos: em primeiro lugar, por se tratar de um valor vital para a sobrevivência destas próprias confederações, especialmente daquelas menos badaladas no universo esportivo brasileiro. Em segundo lugar, este é um ano olímpico e qualquer dinheiro a mais ajuda demais na preparação para as Olimpíadas.

Veja também: COB premia Confederações com mais classificados para Londres 2012

Justamente por estarmos a pouco mais de seis meses da abertura dos Jogos de Londres 2012, confesso não entender (e aceitar) o critério adotado pelo COB na distribuição deste dinheiro, chamado por dirigentes da própria entidade de “meritocracia”. Acho injusto, por exemplo, a despeito de toda a competência, que confederações que já contam com milionários patrocínios estatais (vôlei, esportes aquáticos e atletismo, por exemplo) recebam uma parcela do bolo tão superior aos demais.

Para as próximas Olimpíadas, o COB justificou a divisão do bolo analisando os resultados obtidos em campeonatos mundiais e copas do mundo, além de classificação de atletas nos rankins das modalidades. Foi também usada uma fórmula “matemática” para dividir a verba das loterias: privilegiar quem tem mais atletas já classificados para os Jogos.

Por fim, o que me pareceu mais distorcido no critério de divisão da Lei Agnelo/Piva de 2012, foi que algumas confederações que integram o Projeto Petrobrás e que conseguiram brilhantes resultados em 2011, receberão menos dinheiro do que outras entidades sem o mesmo desempenho técnico. Foi o caso do boxe e do remo, que viram no ano passado títulos mundiais inéditos com Éverton Lopes e Fabiana Beltrame, respectivamente.

Leia também:  Ministério do Esporte ajuda a encher os cofres do vôlei

Só como comparação, o ciclismo receberá em 2012 um total de R$ 2,5 milhões, contra R$ 2,1 milhões do remo e R$ 2 milhões do boxe. E justamente o ciclismo, envolvido em um escândalo de doping mal explicado pela CBC (Confederação Brasileira de Ciclismo) em 2011.

Vale lembrar que o taekwondo, esgrima e levantamento de peso, que também integram o Projeto Petrobrás, ganharão menos do que o já citado ciclismo. É importante citar que neste projeto, as confederações recebem o patrocínio diretamente, sem que o dinheiro passe por outras entidades, entre elas o COB.

Se isso foi levado em consideração na hora de fazer a distribuição das verbas da Lei Agnelo/Piva, não posso afirmar. Torço para que este absurdo não tenha sido nem cogitado.

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quinta-feira, 12 de janeiro de 2012 Almanaque, Listas, Olimpíadas, Seleção brasileira | 09:15

Todos os brasileiros da ginástica artística nas Olimpíadas

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Meninas da seleção de ginástica artística choram após conseguirem a vaga olímpica

A seleção brasileira feminina de ginástica artística, que nesta quarta-feira assegurou sua classificação para as Olimpíadas de Londres 2012, aumentou para 32 o número de atletas brasileiros que já disputaram os Jogos Olímpicos na modalidade. Uma história que começou em 1980, nas Olimpíadas de Moscou, quando Cláudia de Paula Magalhães Costa e João Luiz Ribeiro foram os primeiros ginastas brasileiros presentes aos Jogos.

Confira abaixo a lista completa:

Moscou 1980

Ginástica artística feminino
Cláudia de Paula Magalhães Costa

Ginástica artística masculina
João Luiz Ribeiro

Los Angeles 1984

Ginástica artística feminina
Tatiana Figueiredo

Ginástica artística masculina
Gérson Gnoatto

Seul 1988

Ginástica artística feminina
Luísa Parente Ribeiro

Ginástica artística masculina
Guilherme Saggese Pinto

Barcelona 1992

Ginástica artística feminina
Luisa Parente Ribeiro

Ginástica artística masculina
Marco Antônio Monteiro

Sydney 2000

Ginástica artística feminina
Camila Comin
Daniele Matias Hypólito

Atenas 2004

Ginástica artística masculina
Mosiah Rodrigues

Ginástica artística feminina
Ana Paula Rodrigues
Camila Comin
Caroline Molinari
Daiane dos Santos
Daniele Hypólito
Laís Souza

Pequim 2008

Ginástica artística masculina
Diego Hypólito

Ginástica artística feminina
Ana Cláudia Trindade
Daiane dos Santos
Daniele Hypólito
Ethiene Franco
Jade Barbosa
Laís Souza

Londres 2012

Ginástica artística masculina
Diego Hypólito
Arthur Zanetti
1 atleta (a definir)

Ginástica artística femina
6 atletas (a definir)

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