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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012 Almanaque, Olimpíadas | 08:06

Os cartazes olímpicos (5)

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V Jogos Olímpicos – Estocolmo (Sue)

Período de disputa: 5/05 a 27/07/2012
Países participantes: 28
Modalidades esportivas disputadas: 18
Total de atletas: 2.407

Quadro final de medalhas (cinco primeiros colocados):


Obs: O Brasil não participou dos Jogos

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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012 Com a palavra, Ídolos, Isso é Brasil, Olimpíadas, Seleção brasileira | 07:00

O desabafo de Joanna Maranhão é um exemplo ao Brasil

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Joanna Maranhão pede ajuda da CBDA para prosseguir em sua preparação olímpica

O Brasil olímpico, no qual dirigentes adoram se perpetuar no poder, mas que ao mesmo tempo não conseguem dar ao país uma política decente de massificação esportiva, continua impecável em produzir exemplos negativos no tratamento aos seus atletas. E nem mesmo a proximidade da realização dos Jogos Olímpicos de Londres 2012 parece modificar esta situação. Felizmente, existem aqueles que sempre que podem, colocam o dedo na ferida.

A nadadora Joanna Maranhão é um destes raros exemplos de atletas contestadores e que brigam ferozmente por seus direitos. Suas entrevistas são sempre pontuadas por frases fortes, contundentes e que não repetem o discurso ensaiado e bem comportado da maioria de seus colegas. Neste último domingo, em sua conta no Twitter (@Jujuca1987), Joanna não escondeu sua revolta com um fato absolutamente surreal, ainda mais nestes tempos nos quais as confederações esportivas possuem várias formas (especialmente com dinheiro público) de arrecadação de recursos.

Veja também: O Mundial de Xangai e o ouro de tolo

A nadadora estava inconformada com a indefinição da CBDA (Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos) em custear sua passagem para disputar o GP de Missouri (EUA), uma das mais fortes competições do calendário americano de natação e importante em sua preparação para as Olimpíadas. Desde o início do ano, Joanna viajou para a cidade americana de Jacksonville, para fazer uma preparação intensiva antes dos Jogos, mas contava que teria apoio da CBDA para disputar o GP de Missouri. Até agora, nada feito.

“Valor pra mudar meu trecho internacional: 990 reais. Motivo: competir o GP que faz parte da minha preparação olímpica. Quem tá pagando por isso: EU!”, escreveu a atleta, no Twitter. “Isso me entristece muito. Ainda bem que tenho Deus no coração e um sonho que me motiva a continuar, porque se fosse por nossos dirigentes, eu já teria desistido há muito tempo”.

São palavras fortes e sinceras, que não são encontradas facilmente no discurso-padrão e marqueteiro de 99% de nossos atletas. Alguns, por medo, outros por conivência e interesse.  Joanna Maranhão, felizmente, foge deste padrão, e “mete a boca”, como se diz no popular. Ao responder a um seguidor, que questionou a necessidade de sua reclamação pública, ela demonstrou ter consciência de que sua postura não agrada aos cartolas.

“Os atletas estão literalmente ‘nas mãos’ dos dirigentes. Eu mesma, em 2007, publiquei meu descontentamento e fui a única nadadora da equipe a não receber NENHUM apoio da confederação. Ou seja, paguei o preço por falar a verdade. Eu sozinha, infelizmente, não mudo nada. E a classe (nadadores) não é unida”, escreveu a nadadora.

Que Joanna Maranhão não seja novamente “punida” apenas por pedir algo que é seu direito (apoio para competir em busca da evolução de sua própria carreira). E que a CBDA tenha vergonha na cara e acabe com este absurdo de deixar uma atleta brasileira botar a boca no trombone por um valor irrísório, especialmente para uma entidade que ganha tanto dinheiro público de estatal e de lei de incentivos.

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domingo, 5 de fevereiro de 2012 Almanaque, Ídolos, Isso é Brasil, Olimpíadas | 17:01

Não é difícil fazer massificação esportiva. Difícil é encontrar quem faça isso

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Nélson Prudêncio em clínica neste sábado: iniciativa deveria ser frequente no Brasil

Sábado abafado, sol a pino, resolvi pegar a molecada e sair pra passear. Sabe como é, último final de semana de férias, o ano promete ser puxado, com as Olimpíadas de Londres 2012 cada vez mais próximas…Destino foi o Sesc Pompéia, aqui na Zona Oeste de São Paulo.

Eis que chegamos ao segundo andar do complexo esportivo e topamos com uma cena no mínimo diferente ao que se vê com frequência nas praças esportivas deste país: para uma plateia de pouco mais de uma dezenas de pessoas, a maior parte delas crianças, falava o ex-atleta olímpico Nélson Prudêncio, duas vezes medalhista olímpico no salto triplo – prata na Cidade do México 1968, e bronze em Munique 1972. Prudêncio também foi, durante alguns minutos, recordista mundial da prova, durante o duelo que travou nas Olimpíadas de 68 com o soviético Viktor Saneyev, que no final terminou com a medalha de ouro.

Veja também: A inoportuna virada de mesa da CBV no vôlei de praia

Prudêncio, que hoje é doutor em atletismo e leciona na Universidade Federal de São Carlos, foi convidado para dar uma clínica de atletismo, como parte do programa de verão criado nas várias unidades do Sesc, espalhadas pelo estado de São Paulo.

A maioria das pessoas que estava na quadra do segundo andar do Sesc Pompéia não fazia ideia que estava diante de uma lenda do esporte brasileiro, que passava às crianças, com simplicidade e muita paciência, um pouco de seu conhecimento. Nada voltado a descobrir talentos, longe disso. Apenas a oportunidade de dar a quem nunca viu uma modalidade esportiva diferente a chance de conhecê-la. E quem sabe, a partir daí, descobrindo um novo talento.

E refletindo sobre esta cena, enquanto acompanhava minha filha participar da clínica de Prudêncio, lamentava que iniciativas como essa são exceção neste Brasil que dirigentes do COB e políticos do Ministério do Esporte insistem em chamar de futura potência olímpica. Com a quantidade de dinheiro público investido atualmente, é inconcebível que clínicas como estas promovidas pelo Sesc não se repitam semanalmente, e em todo o país.

Não posso acreditar que seja impossível fazer um trabalho de massificação esportiva DE FATO e não da boca pra fora, com eventos esporádicos aqui e ali, dificilmente atingindo os pontos mais distantes (e que não dão retorno de mídia) deste país.

Com a quantidade de grandes atletas que o Brasil já produziu, clínicas de massificação esportiva como essa poderiam ocorrer frequentemente. O que existe por aí em projetos de inclusão esportiva nem dá pra levar em conta, diante dos patéticos resultados alcançados.

Enquanto não houver esporte de inclusão, na base, o Brasil jamais poderá ser considerado uma potência esportiva.

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sábado, 4 de fevereiro de 2012 Almanaque, Olimpíadas, Pré-Olímpico, Seleção brasileira | 15:30

Brasil desafia retrospecto ruim no Pré-Olímpico de handebol

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O técnico espanhol Javier Cuesta, da seleção masculina de handebol, terá problemas no Pré-Olímpico

Se não bastasse a decepção de ter perdido a chance de classificação direta para os Jogos Olímpicos de Londres 2012, ao ser derrotada pela Argentina na final dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, a seleção brasileira masculina de handebol pegou um grupo “encardido” no Pré-Olímpico mundial da modalidade.

Entre 6 e 8 de abril, os brasileiros vão encarar Macedônia, Hungria e a anfitriã Suécia. Outras oito seleções estarão divididas em mais dois grupos e somente os dois primeiros de cada chave vão para Londres 2012. No caso do Brasil, há ainda um outro problema: o retrospecto contra os seus rivais é simplesmente horroroso.

Veja também: O calendário pré-olímpico do Brasil em 2012

A seleção comandada pelo técnico espanhol Javier Cuesta tem larga desvantagem diante dos seus adversários. Em competições oficiais da IHF (Federação Internacional de Handebol), o Brasil disputou sete partidas diante de seus rivais no Pré-Olímpico, tendo conquistado uma mísera vitória.

Ou seja, o que já seria naturalmente complicado – conquistar uma vaga olímpica diante de países com muito mais tradição no handebol mundial e fora de casa – torna-se quase impossível diante de números tão negativos.

Confira abaixo os confrontos diretos do Brasil com seus adversários no Pré-Olímpico masculino de handebol:

– Suécia 22 x 15 Brasil – Olimpíadas de Barcelona (1992)
– Brasil 21 x 27 Hungria – Olimpíadas de Barcelona (1992)
– Brasil 21 x 29 Suécia – Campeonato Mundial da Islândia (1995)
– Brasil 30 x 27 Macedônia – Campeonato Mundial do Egito (1999)
– Suécia 29 x 21 Brasil – Campeonato Mundial de Portugal (2003)
– Hungria 20 x 19 Brasil – Olimpíadas de Atenas (2004)
– Hungria 36 x 24 Brasil – Campeonato Mundial da Suécia (2011)

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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012 Isso é Brasil, Olimpíadas, Pré-Olímpico, Seleção brasileira | 16:48

A inoportuna virada de mesa da CBV no vôlei de praia

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Emanuel e Ricardo conquistaram a medalha de bronze em Pequim 2008

Conhecida pelo seu modelo de organização e pelo vasto currículo de títulos internacionais, a CBV (Confederação Brasileira de Vôlei) acabou criando uma bela armadilha que pode arranhar sua quase irretocável imagem, pouco antes das Olimpíadas de 2012. A entidade anunciou no começo desta semana uma inesperada mudança nas regras para a escolha das duplas de vôlei de praia que irão aos Jogos de Londres. Isso somente seis meses antes da competição!

A inoportuna virada de mesa da CBV, anunciada como se fosse uma verdadeira revolução esportiva no país, reduziu a somente 12 atletas (três duplas no masculino e três no feminino) a chance de garantir uma das quatro vagas à disposição, duas em cada categoria. Com isso, deu um bico no antigo critério, que seria a classificação via ranking mundial da FIVB (Federação Internacional de Vôlei).

A parte mais polêmica da nova determinação da CBV, porém, é que a entidade poderá usar o critério de escalar as duplas de acordo com seu interesse técnico. Assim, poderíamos ter no masculino, por exemplo, parcerias diferentes das atuais, Alison/Emanuel, Ricardo/Pedro Cunha e Márcio/Pedro Solberg. Tudo de acordo com os “interesses técnicos” da CBV.

Não me parece interessante que a entidade que comanda o vôlei brasileiro tenha decidido fazer esta alteração de seus critérios tão próximo assim aos Jogos Olímpicos.  Não pega bem. Depois, se der confusão, não vale reclamar.

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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012 Olimpíadas, Pré-Olímpico, Seleção brasileira, Uniformes | 16:58

Dueto brasileiro buscará vaga em Londres 2012 com novo maiô

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Lara e Nayara exibem o novo maiô com o qual buscarão vaga nas Olimpíadas

Ainda sem vaga garantida nas Olimpíadas de Londres – disputarão o Pré-Olímpico durante o Evento-Teste marcado para a sede dos Jogos, entre os dias 18 e 22 de abril – as brasileiras Lara Teixeira e Nayara Figueira já estão com “nova roupa” para buscar a inédita classificação olímpica.

A dupla, que embarca neste domingo para a Rússia, onde fará um estágio de treinamento com a técnica Tatiana Pokroviskaya, uma das mais importantes do mundo na modalidade, já começará a testar sua nova coreografia, além de um novo maiô desenhado especialmente para ela, com o objetivo de surpreender os juízes.

Veja também: O calendário pré-olímpico do Brasil em 2012

Desenhado pela estilista Verônica Franco, o novo maiô traz elementos referentes ao corpo humano, tema da coreografia que está sendo treinada pelas brasileiras. “Fizemos um trabalho bem estilizado. O maiô  traz as artérias, as veias, o coração, toda a coluna vertebral, e inovamos em utilizar a touca em forma de cérebro, que ninguém na prova do dueto nunca havia utilizado”, disse Nayara.

As duas tiveram a ideia de montar a nova coreografia, em conjunto com o maiô, após assistir a um espetáculo do grupo de dança “O Corpo”, quando ficaram encantadas com o trabalho corporal e a coreografia apresentados.

A primeira apresentação do dueto com essa nova coreografia foi  no Aberto da Alemanha, em janeiro, quando elas também estrearam o maiô especialmente estilizado. Elas terminaram em sexto lugar na competição. No Pré-Olímpico, serão 19 duetos brigando por apenas três vagas nos Jogos Olímpicos estarão em jogo 19 vagas para os Jogos de Londres (corrigido)

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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012 Imprensa, Isso é Brasil, Olimpíadas | 16:24

Como é bom ser dirigente esportivo no Brasil

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Nuzman deverá emplacar outro mandato na presidência do COB

Sabe, chega um determinado momento da sua vida em que todo mundo precisa fazer uma reflexão. E este momento surgiu para mim exatamente nesta quarta-feira, quando cheguei à conclusão que estou perdendo tempo nesta vida de jornalista especializado em esportes. Este negócio de plantões de final de semana, feriados, decisões de campeonatos, olimpíadas, tudo isso aí não está com nada. Eu deveria mesmo ter seguida a carreira de cartola esportivo. De preferência, presidente de alguma federação ou confederação.

Foram bastante prestativas na ajuda para eu chegar a esta conclusão duas notícias que repercutiram nesta quarta: uma, publicada no UOL, dando conta que Carlos Arthur Nuzman, em recente reunião com presidentes de confederações, garantiu o apoio necessário para permanecer no comando do COB (Comitê Olímpico Brasileiro), pelo menos até 2016, quando serão realizados os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.

A outra, que saiu na edição da Folha de S. Paulo, conta que o presidente da CBT (Confederação Brasileira de Tênis), Jorge Lacerda – cuja gestão está sendo alvo de investigação da Polícia Federal para apurar desvio de recursos públicos em suas contas, segundo a “Folha” – tentará alterar o estatuto da entidade para ficar à frente da entidade até depois dos Jogos de 2016.

Chega a ser tocante tamanho desprendimento e dedicação destas pessoas para ocupar cargos não remunerados e deixar de lado suas atividades profissionais. Além disso, sacrificar anos de convívio com amigos e familiares, tudo em prol do desenvolvimento do esporte, não é mesmo?

Com este nova reeleição, Nuzman completará mais de duas décadas, 21 anos para ser mais preciso, no comando do COB. Lacerda, caso seu pleito seja acatado pela Assembleia Geral da CBT, irá superar os dez anos à frente da entidade. Até mesmo o competente e vitorioso vôlei não tem no processo democrático um exemplo a ser destacado, pois Ary Graça preside a CBV (Confederação Brasileira de Vôlei) desde 1995.

Claro que os dois não se comparam a outros campeões de longevidade no esporte brasileiro: Coaracy Nunes comanda a CBDA (Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos) desde 1988, um ano a menos do que Roberto Gesta de Melo, que ocupa a presidência da CBAt (Confederação Brasileira de Atletismo) desde 1987. Sem falar em Renato Pera, presidente da FPV (Federação Paulista de Vôlei) desde os tempos das corridas de biga de Ben-Hur.

Justiça seja feita, Gesta de Melo já anunciou publicamente que 2012 será seu último ano no comando da CBAt.

Para esta turma, coisas como democracia, alternância salutar no poder etc não passam de bobagens criadas por jornalistas que gostam de procurar chifre em cabeça de cavalo.

Como se vê nos exemplos acima, não tem profissão no Brasil que seja melhor do que cartola esportivo. Afinal, ninguém brigaria tanto para se manter no poder se a boquinha não fosse boa, não é mesmo?

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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012 Isso é Brasil, Olimpíadas, Seleção brasileira | 15:00

E o Brasil, acredite, já é considerado uma “potência esportiva”

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Cesar Cielo exibe a medalha de ouro nos 50m livre do Mundial de Xangai

A notícia chega a ser surpreendente, dada à nossa habitual monocultura esportiva, onde só o futebol costuma ser lembrado como um exemplo de sucesso internacional: dados organizados pela agência de marketing esportivo HS&E (Havas Sports & Entertainment) apontam o Brasil como uma das 20 maiores potências esportivas do mundo.

O resultado causa surpresa porque historicamente o desempenho brasileiro nos esportes olímpicos ainda é modesto, embora esta situação esteja mudando nos últimos 16 anos, mas especificamente desde as Olimpíadas de Atlanta 1996. O estudo da HS&E, chamado “Nations os Sports”, é realizado desde 2005 e avalia anualmente o desempenho de 119 países que tenham conquistado ao menos uma medalha (ouro, prata ou bronze) em esportes olímpicos, automobilísticos ou modalidades reconhecidas pelo COI (Comitê Olímpico Internacional).

No levantamento que foi divulgado em janeiro, referente ao desempenho no ano de 2011, o Brasil aparece pela primeira vez entre as 20 principais nações esportivas do planeta, ocupando a 17ª posição, com 27 ouros, 19 pratas e 29 bronzes, em todas as competições internacionais realizadas na última temporada. Em 2010, o Brasil aparecia em 26º lugar, ganhando, portanto, nove posições no ranking. Levando-se em conta somente as competições olímpicas realizadas em 2011, com objetivo de preparação para as Olimpíadas de Londres 2012, o desempenho brasileiro foi ainda melhor: 13º lugar, com 15 ouros, oito pratas e 11 bronzes (total de 34). Ficou à frente, inclusive, de outros países com mais tradição olímpica, como Espanha (14º) e Canadá (17º).

“O fato de o Brasil ter sido escolhido para sediar as Olimpíadas de 2016 é um dos motivos deste crescimento. Com a proximidade do evento, os esportes olímpicos ganham maior destaque e investimento. Além disso, os atletas apresentam motivação extra para ter um grande desempenho em casa”, afirma Eduardo Corch, diretor da HS&E.

E o grande responsável por este “salto de qualidade” do Brasil na pesquisa da HS&E foi o desempenho da natação, com 14 medalhas (oito de ouro, uma de prata e cinco de bronze), sendo que seis destas medalhas foram conquistadas somente por Cesar Cielo, grande favorito a conquistar ao menos uma medalha de ouro nas Olimpíadas de Londres 2012.

Agora, tirando o fato de que é impossível discutir contra números, faço uma provocação ao título de meu próprio post, e convido todos a uma sincera reflexão: analisando mais profundamente a realidade do esporte brasileiro, que costuma viver de esporádicos exemplos de gênios esportivos (como é Cielo, como foi Guga, Juliana/Larissa, Rodrigo Pessoa etc), será que podemos mesmo chamar o Brasil de “potência esportiva”? Dá pra falar em potência esportiva vendo tantos exemplos de confederações mal administradas neste país e que mal realizam o básico na política de descobrimento de novos talentos?

Sinceramente, o caminho do Brasil para chegar até lá ainda é muito longo.

Confira abaixo os 20 primeiros colocados no estudo da HS&E, levando-se em conta apenas as competições olímpicas de 2011:

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Almanaque, Olimpíadas | 08:22

Os cartazes olímpicos (4)

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IV Jogos Olímpicos – Londres (Ing)

Período de disputa: 27/4 a 31/10/1908
Países participantes: 22
Modalidades esportivas disputadas: 25
Total de atletas: 2008

Quadro final de medalhas (cinco primeiros colocados):


Obs: O Brasil não participou dos Jogos

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sexta-feira, 27 de janeiro de 2012 Olimpíadas, Paraolimpíadas | 21:32

Os impressionantes números da Vila Olímpica de Londres 2012

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A Vila Olímpica de Londres está quase pronta para receber os 16 mil atletas

Que os britânicos costumam ser irritantemente organizados, isso todo mundo já está careca de saber. Mas beira o absurdo o nível de detalhamento do comitê organizador dos Jogos de Londres 2012, que nesta sexta-feira,  dia exato que marca seis meses para a abertura das Olimpíadas, divulgou uma série de números a respeito da estrutura disponível na Vila Olímpica durante a competição.

Para quem curte “numeralha”, é um prato cheio:

1) A Vila Olímpica será capaz de receber 16 mil atletas e oficiais de todos os países durante os Jogos Olímpicos, e 6.200 atletas e mais de 1.000 árbitros durante os Jogos Paraolímpicos de 2012;

2) Serão instalados na Vila Olímpica 16 mil leitos, 64 mil jogos de lençóis e 21 mil travesseiros;

3) No total, serão colocados nos quartos 9.000 armários e 170 mil cabides;

4) As habitações terão 11 mil sofás, 5 mil caixas e 5 mil escovas de banheiro;

5) Todos os apartamentos terão à disposição um aparelho de televisão e serviço de internet gratuita wi-fi;

6) Está sendo construído um restaurante com capacidade de 5 mil assentos, que ao lado do Village Plaza Cafe, será responsável em preparar 60 mil refeições diárias;

7) O cardápio incluirá alimentos de origem sustentável provenientes do mundo inteiro, entre eles 25 mil pães, 232 toneladas de batata, 75 mil litros de leite e mais de 330 toneladas de frutas e legumes;

Como parte do Legado Olímpico, os organizadores dos Jogos prometem deixar à população um total de 2.818 novas residências divididas em 11 lotes individuais, criando um novo bairro que será chamado de East Village.

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  1. Primeira
  2. 20
  3. 30
  4. 40
  5. 48
  6. 49
  7. 50
  8. 51
  9. 52
  10. 60
  11. 70
  12. 80
  13. Última