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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015 Ídolos, Seleção brasileira | 22:58

Tem brasileira concorrendo a melhor do mundo no handebol

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Duda Amorim está na briga para ser eleita a melhor do mundo no handebol (Foto: Thiago Parmalat/Photo&Grafia)

Duda Amorim está na briga para ser eleita a melhor do mundo no handebol (Foto: Thiago Parmalat/Photo&Grafia)

Afastada das quadras em virtude de uma grave lesão no joelho esquerdo, sofrida no final do ano passado e que a obrigou a passar por uma cirurgia de reconstrução dos ligamentos, a armadora brasileira Duda Amorim recebeu uma ótima notícia nesta sexta-feira: ela foi escolhida como uma das cinco finalistas a concorrer ao prêmio de melhor jogadora do mundo no handebol em 2014. A eleição está sendo feita via online, no site da IHF (Federação Internacional de Handebol), aberta à mídia especializada e também aos torcedores.

Duda foi incluída entre as cinco finalistas após a análise de um juri especializado feito pela IHF e está concorrendo ao título com a romena Cristina Neagu, a sueca Isabelle Gulldén, a espanhola Marta Mangué, e a norueguesa Heidi Loke. No masculino brigam pelo título os franceses Nikola Karabatic e Thierry Omeyer, o espanhol Joan Cañellas, o dinamarquês Mikkel Hansen e o croata Domagoj Duvnjak.

Não é a primeira vez que o ótimo handebol feminino do Brasil tem uma jogadora indicada ao prêmio de melhor do ano. Em 2013, a ponteira Alexandra Nascimento faturou o prêmio, muito por conta de sua ótima participação nos Jogos Olímpicos de Londres, um ano antes. A votação para os prêmios de melhor do ano no handebol mundial podem ser feitas no próprio site da IHF e terminam na próxima sexta-feira (20).

Destaque no histórico título mundial do Brasil em 2013, Duda deverá ficar fora das quadras em boa parte deste ano e é praticamente certo que não disputará o Pan-Americano de Toronto, em julho. Com sorte, estará recuperada para a disputa do Mundial da Dinamarca, em dezembro, embora seu maior objetivo seja o de estar 100% em forma nas Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016.

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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015 Ídolos, Mundiais, Musas, Olimpíadas | 19:25

Ysinbayeva volta e já fala em ouro no Rio 2016

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A russa Elena Isinbayeva anuncia em entrevista coletiva seu retorno às competições

Isinbayeva anuncia seu retorno às competições, de olho nas Olimpíadas do Rio (Foto: AP)

Acabou a moleza. A russa Elena Isinbayeva reuniu-se com os jornalistas nesta quinta-feira para anunciar o que muitos já davam como certo: seu retorno às provas do salto com vara neste ano, iniciando sua preparação para as Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016. E a meta não é menos do que retornar para casa com mais uma medalha de ouro para sua coleção.

“Estas serão as minhas Olimpíadas, será o ouro ou nada”, disse Isinbayeva, durante uma entrevista coletiva no CSKA, clube pelo qual irá fazer parte de sua preparação. “Eu já ganhei tudo o que eu poderia querer em minha carreira. Apenas uma nova medalha de ouro poderia ser acrescentada a tudo o que já conquistei”, afirmou a russa, de 32 anos.

Elena Isinbayeva retorna às competições após um período sabático iniciado ao final do Campeonato Mundial de Moscou de 2013, quando após faturar o título parou sua carreira para engravidar. Sua filha nasceu em junho do ano passado.

Não se pode prever como será o retorno de Isinbayeva às competições, quais as dificuldades que ela enfrentará em retomar a antiga forma etc. Mas o seu currículo permite que se espere alguém que ainda poderá brindar os torcedores com momentos inesquecíveis na pista do Engenhão, onde ocorrerão as disputas do atletismo em 2016. A russa é bicampeã olímpica (Atenas 2004 e Pequim 2008); ganhou um bronze olímpico (Londres 2012); foi três vez campeã mundial outdoor (pista descoberta), em 2005, 2007 e 2013; e foi também quatro vezes campeã do mundo em pista coberta (2004, 2006, 2008 e 2012). Ela é dona dos recordes mundiais ao ar livre (5m06) e em pista coberta (5m01).

Se confirmar sua vaga, as Olimpíadas de 2016 só terão a ganhar com uma estrela como Elena Isinbayeva, mesmo que isso represente uma ameaça ao sonho de uma medalha de ouro para o Brasil, com Fabiana Murer.

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terça-feira, 10 de fevereiro de 2015 Ídolos, Olimpíadas, Pan-Americano, Seleção brasileira | 14:25

Cesar Cielo muda de técnico novamente: perfeccionismo ou insegurança?

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Cesar Cielo trocou mais uma vez de treinador, em sua preparação para as Olimpíadas de 2016 (Foto: Satiro Sodré/CBDA)

Cesar Cielo trocou mais uma vez de treinador, em sua preparação para as Olimpíadas de 2016 (Foto: Satiro Sodré/CBDA)

Quem conhece um pouco mais de perto o nadador brasileiro Cesar Cielo sabe o quanto o campeão olímpico e tricampeão mundial dos 50 m livre é perfeccionista. Sempre em busca da melhor performance, Cielo não mede esforços para ter sempre ao seu lado os melhores profissionais. Nesta segunda-feira, ao anunciar que passará a treinar com Arilson Silva, ao lado de uma equipe multidisciplinar no Centro Olímpico de São Paulo, Cielo sinaliza que está totalmente focado em assegurar o tetra mundial em Kazan (RUS), neste ano, e no bicampeonato olímpico no Rio 2016.

Mas se especialistas entendem que a troca de treinadores constante não chega a ser um problema – Arilson será o quarto treinador de Cielo neste ciclo olímpico -, as mudanças podem sinalizar ainda que o brasileiro está inseguro em qual caminho seguir para atingir seus objetivos. A opinião é do técnico e comentarista de natação do Sportv, Alex Pussieldi, que falou ao blog sobre o caso.

“Eu não vejo problema na parte técnica [sobre a troca de treinadores]. Até gosto mais do Arilson do que o Goodrich e Volkers, o estilo e o trabalho dele tem mais sintonia com o Cielo. O problema que eu vejo é na parte psicológica, pois mostra uma certa fraqueza por parte do Cielo que parece nunca estar satisfeito e confiante”, disse Pussieldi.

Em seu site, o Best Swimming, Pussieldi realizou um levantamento mostrando que estas trocas de treinadores no ciclo olímpico são mais constantes entre os brasileiros do que entre nadadores de outros países. Segundo o levantamento, 70% da equipe olímpica de natação que foi a Londres 2012 mudou de treinador, contra 30% de mudanças feitas por estrangeiros.

No caso de Cielo, em 2013 ele iniciou o ciclo olímpico para os Jogos do Rio de Janeiro trocando Alberto Silva pelo americano Scott Goodrich. Em 2014, passou a ser treinado pelo australiano Scott Volkers e começou a defender o Minas Tênis Clube. No final do ano, voltou para Goodrich, mas permanece defendendo o Minas. Agora, ao lado de Arilson, alternará períodos de treinamento em São Paulo (no Centro Olímpico) e em Minas, com uma equipe muitidisciplinar semelhante a que tinha em 2011/2012, no extinto PRO2016, quando reuniu um grupo de nadadores se preparando para os Jogos de Londres. A diferença é que agora o trabalho será voltado todo para ele.

Se o perfeccionismo de Cielo, que terá 30 anos nas Olimpíadas de 2016, mais uma vez se traduzirá em medalhas e títulos, só o tempo irá provar.

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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015 Histórias do esporte, Ídolos, Isso é Brasil | 19:05

E se o doping fosse do Bolt?

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Anderson Silva se prepara para enfrentar Nick Dias: doping do brasileiro é uma derrota feia do esporte

Anderson Silva se prepara para enfrentar Nick Dias: doping do brasileiro é uma derrota feia do esporte

A madrugada desta quarta-feira mal havia começado quando a notícia pipocou nas várias telas abertas do computador, obviamente com efeitos devastadores. A informação de que o lutador brasileiro Anderson Silva havia sido flagrado em um exame antidoping fora de competição – e com dois tipos diferentes de anabolizantes presentes -, antes do combate que marcou sua volta ao UFC no último sábado, quando venceu Nick Dias, ainda deixa muita gente chocada.

Mas o que a notícia de um doping de um lutador de MMA (artes marciais mistas, na sigla em inglês) tem a ver com um blog sobre esportes olímpicos? A despeito do total desinteresse do blogueiro sobre uma modalidade que conta com milhares de fãs e com uma tropa igualmente numerosa de opositores, tem tudo a ver.

Explica-se: quando um ídolo da gigantesca dimensão que Anderson Silva tem – e não apenas no Brasil – falha em um controle de doping, justamente às vésperas da luta que marcaria seu retorno ao esporte, após uma fratura chocante e transmitida ao vivo, é a prova viva da derrota do esporte.

Faz um certo tempo que comentei por aqui uma frase dita por uma das maiores autoridades no combate ao doping no Brasil, o médico gaúcho Eduardo de Rose. Em julho de 2013, duas das maiores estrelas do atletismo, o americano Tyson Gay e o jamaicano Asafa Powell, tiveram casos de doping revelados, às vésperas do Mundial de Moscou. E ao escrever o post, lembrei-me de uma frase do doutor De Rose, dita durante uma entrevista coletiva: “O doping sempre estará à frente da luta contra as entidades que combatem as substâncias proibidas”.

Por isso, não é exagero dizer que a credibilidade na lisura do esporte morre um pouco a cada caso explosivo de doping como esse de Anderson Silva. Como também ocorreu em 1988, quando após assombrar o mundo na vitória nos 100 m rasos nas Olimpíadas de Seul, o canadense Ben Johnson teve sua medalha cassada após ter sido flagrado pelo uso de anabolizantes. Da mesma forma como abalou a credibilidade a descoberta do terrível esquema de doping montado na Alemanha Oriental nos anos 60 e 70, certamente responsável por vários campeões dopados que jamais foram descobertos.

Ou para ficar em um exemplo mais recente, o inacreditável caso do ciclista Lance Armstrong, que em janeiro de 2013 admitiu que um complexo esquema de doping que o acompanhou em toda a sua carreira e o ajudou a ganhar sete vezes a tradicional Volta da França.

Faça um exercício de imaginação e tente pensar como seria sua fé em um esporte limpo e justo se amanhã surgisse a notícia de que todas as conquistas do jamaicano Usain Bolt ou do americano Michael Phelps só ocorreram por força de substâncias proibidas?

É melhor nem pensar neste pesadelo, certo?

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domingo, 1 de fevereiro de 2015 Mundiais, Olimpíadas, Pré-Olímpico | 21:54

Com título no Mundial de handebol, França já tem vaga em 16 eventos no Rio 2016

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Jogadores da seleção da França  erguem o troféu do Mundial masculino de handebol, obtido neste domingo

Jogadores da seleção da França erguem o troféu do Mundial masculino de handebol, obtido neste domingo

Felizmente o verdadeiro espírito do esporte prevaleceu e a França acabou com a graça da seleção do Catar na final do Campeonato Mundial masculino de handebol, encerrado neste domingo em Doha (Catar). A vitória por 25 a 22, além de assegurar o quinto título do torneio aos franceses, evitou que uma aberração esportiva acontecesse e a “falsa” seleção catari, que tem nada menos do que nove atletas naturalizados entre os 16 atletas inscritos, ficasse com o troféu, consagrando de vez a malfadada onde de naturalizações no esporte olímpico mundial.

O título mundial da França também teve outro efeito: assegurou a vaga da equipe no torneio olímpico de handebol dos Jogos Olímpicos do Rio 2016. Agora, a competição, que contará com 12 equipes, já tem classificados o Brasil (como país-sede) e a seleção francesa, que de quebra garantiu neste domingo sua presença em 16 eventos olímpicos no próximo ano.

Confira na página especial do blog todos os países já classificados para os Jogos Olímpicos do Rio 2016.

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sexta-feira, 30 de janeiro de 2015 Mundiais, Olimpíadas | 16:04

O perigoso sucesso do Catar no Mundial de handebol

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Jogadores do Catar comemoram a inédita classificação para a final do Mundial masculino de handebol

Jogadores do Catar comemoram a inédita classificação para a final do Mundial masculino de handebol

Há poucos minutos, um resultado histórico aconteceu no Mundial masculino de handebol, que está sendo realizado no Catar. Diante de um ginásio lotado, a seleção catari alcançava um feito inédito, ao derrotar a Polônia por 31 a 29 e classificar-se para a final do torneio. Foi a primeira vez em 24 edições do Mundial que uma equipe de fora da Europa chegava à decisão. Até aí nada demais, se não fosse o fato de que essa é uma “falsa” seleção do Catar.

Dos 16 jogadores inscritos para a competição, nada menos do que nove são naturalizados. NOVE! Tem bósnio, cubano, sérvio, francês, espanhol, tunisiano. O próprio técnico, Valero Rivera, é espanhol. Com esta seleção multinacional, o Catar vem cumprindo uma campanha brilhante, tendo vencido sete das oito partidas que disputou até agora. Pelo andar da carruagem, pode até ganhar o Mundial, neste domingo, e classificar-se antecipadamente para os Jogos Olímpicos do Rio 2016.

Trata-se de uma trapaça, uma espécie de doping técnico impulsionado pelos dólares que jorram do país árabe, polêmica sede da Copa do Mundo de futebol de 2022. É só ter um mínimo de conhecimento esportivo para saber que sem estes naturalizados, o Catar não passaria de um (péssimo) figurante no Mundial, dada a sua total falta de tradição no handebol.

O assunto é tão incômodo (para não dizer vergonhoso) que os próprios dirigentes da federação catari proibiram os jogadores e o treinador foram proibidos de responder a perguntas sobre o assunto de naturalização.

E nem se pode dizer que a culpa é apenas do Catar. A moda de naturalizações vem infestando o esporte mundial nos últimos anos, em todas as modalidades. Tênis de mesa, ginástica artística, polo aquático, vôlei, basquete, atletismo… em todos estes esportes têm sido possível encontrar atletas que nasceram em outras nações, mas que resolveram mudar sua pátria movidos pelos mais diferentes motivos. Poucos, muito poucos, o fizeram por ter uma identificação genuína com o novo país. Nas Olimpíadas de 2012, o excesso de naturalizações atingiu a delegação da Grã-Bretanha foi tão grande que despertou a ira de torcedores e jornalistas, chamando os naturalizados de “britânicos de plástico”.

Aliás, que ninguém pense que o Brasil está imune a isso, pois já tivemos dois casos (Larry Taylor, no basquete, e Gui Lin, no tênis de mesa) de naturalização na delegação do país em Londres, e com certeza teremos muitos mais até as Olimpíadas do Rio 2016, no Rio de Janeiro, especialmente em modalidades onde o Brasil não consegue desenvolver talentos de nível competitivo.

Relembre: Brasil terá “reforço externo” em Londres. Será que vale a pena?

Se ainda esta febre de naturalização mundial viesse acompanhada de um verdadeiro processo de massificação e descobrimento de novos talentos para estas modalidades, daria para aceitar, meio a contragosto. Mas o que está por trás, na maioria dos casos, é somente a busca pela glória efêmera, vitaminada por talentos que nasceram em lugares muito distantes das bandeiras pelas quais eles correm, saltam e jogam. O esporte só tem a perder com esta globalização fajuta.

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sexta-feira, 16 de janeiro de 2015 Histórias do esporte, Jogos de Inverno, Olimpíadas | 21:22

Um herói olímpico que sobreviveu aos horrores da guerra

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O fundista Louis Zamperini, que foi atleta olímpico e herói de guerra nos EUA

O fundista Louis Zamperini, que foi atleta olímpico e herói de guerra nos EUA

Já tornou-se corriqueiro dizer que o universo dos Jogos Olímpicos daria uma dezena de filmes, tal a quantidade incrível de histórias de triunfo e superação, mesmo entre aqueles que jamais chegaram perto de ganhar uma medalha. Uma das incríveis histórias destes heróis desconhecidos chegou às telas nesta semana, com o longa “Invencível”, dirigido por Angelina Jolie.

Descontados alguns exageros típicos de Hollywood e até uma omissão bastante pertinente para que o filme conquistasse ainda mais o coração dos espectadores, a história do ítalo-americano Louis Zamperini, corredor da prova dos 5.000 metros nos Jogos Olímpicos de Berlim 1936, é emocionante. O relato da incrível trajetória do atleta, que tornou-se segundo-tenente de um esquadrão aéreo dos EUA e após um acidente virou prisioneiro de guerra dos japoneses, é impressionante.

Depois de ter terminado em oitavo lugar na final olímpica de 1936 (fato que foi espertamente ignorado por Jolie e os irmãos Joel e Ethan Coen, que assinaram o roteiro), com direito a uma última volta espetacular, completada em menos de um minuto, Zamperini mostrava que poderia brilhar nos próximos Jogos, previstos para Tóquio, em 1940. Só que esta edição das Olimpíadas nunca aconteceu, por causa da Segunda Guerra Mundial. Convocado, o fundista passou a integrar um esquadrão de bombardeiros.

É aí que o filme ganha de vez o coração de quemestá na plateia, ao mostrar o drama de Zamperini  preso exército japonês, após ter ficado à deriva no mar por 45 dias, tomando apenas água da chuva e comendo peixe cru. No campo de prisioneiros de soldados aliados, as cenas de tortura ao atleta olímpico, e a forma com a qual ele conseguiu mostrar uma incrível força interna e de superação, são impressionantes.

Zamperini nunca mais competiu em uma Olimpíada, mas conseguiu cumprir uma promessa pessoal e correu sim no Japão, carregando a tocha olímpica durante a cerimônia de abertura dos Jogos de Inverno de Nagano 1998. O ex-atleta olímpico e aviador morreu em julho do ano passado, aos 97 anos.

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Fico imaginando quantas histórias incríveis e emocionantes entre tantos atletas olímpicos que já disputaram os Jogos não existem perdidas por aí, mesmo entre aqueles que jamais tiveram a sorte de ganhar uma medalha. Isso só torna ainda mais especial este evento incrível e que daqui a pouco mais de 500 dias irá acontecer tão perto de nós, no Rio de Janeiro.

E me dá um pouco mais de fé que a semente olímpica poderá dar frutos por aqui quando vejo meus filhos animadíssimos com o início do cadastramento para a compra de ingressos para os Jogos de 2016 e vê-los fazendo planos de quais modalidades eles gostariam de ver ao vivo.

Isso sim é legado olímpico!

Obs: O blog está de férias até o início de fevereiro, podendo voltar em alguma edição extraordinária. Como sugestão, fica a dica para ir ao cinema e conhecer a incrível história de um herói olímpico, Louis Zamperini.

Até a volta.

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segunda-feira, 12 de janeiro de 2015 Listas, Pan-Americano, Seleção brasileira | 00:47

Rúgbi vai ao Pan 2015. Veja todos os classificados

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Jogadores da seleção brasileira masculina de rúgbi assegurou vaga no Pan de Toronto

Jogadores da seleção brasileira masculina de rúgbi comemoram vaga no Pan de Toronto

Neste domingo, o rúgbi brasileiro assegurou sua classificação para os Jogos Pan-Americanos de Toronto, que serão realizados a partir de 10 de julho. A vaga veio com o vice-campeonato do torneio Sevens de Mar del Plata, na Argentina, após perder a decisão para o Chile por 7 a 0. Na prática, a vaga veio na partida anterior, quando massacrou o Peru por 26 a 5. Com os classificados deste domingo, o torneio masculino de rúgbi do Pan-Americano terá as presenças de Argentina, Brasil, Chile, Uruguai, Canadá, Estados Unidos, Guiana e México. O torneio feminino será disputado por Argentina, Brasil, Colômbia, Canadá, Estados Unidos e México.

Confira abaixo todos os classificados do Brasil para o Pan de Toronto 2015:

TOTAL DE VAGAS ASSEGURADAS (até 12/1): 317 vagas

– Atletismo – 24 vagas: Revezamentos masculino e feminino;

– Basquete – 24 vagas: 12 masculinas e 12 femininas;

– Boliche – 4 vagas: 1 dupla masculina e 1 feminina;

– Canoagem Slalom – 6 vagas: 4 masculinas e 2 femininas;

– Canoagem Velocidade – 21 vagas: 12 masculinas e 9 femininas;

– Caratê – 4 vagas: 2 masculinas e 2 femininas;

– Ciclismo – 24 vagas: 15 homens e 09 mulheres;

– Futebol – 18 vagas: Equipe feminina;

– Ginástica artística – 12 vagas: 6 femininas e 6 masculinas;

– Ginástica rítmica – 6 vagas femininas;

– Ginástica Trampolim – 2 vagas: 1 masculina e 1 feminina;

– Handebol – 30 vagas: 15 masculinas e 15 femininas;

– Hipismo – 9 vagas: Equipe de Saltos e Equipe de Adestramento;

– Levantamento de peso – 8 vagas: 3 masculinas e 5 femininas;

– Luta Olímpica – 2 atletas: Gilda Oliveira e Aline Ferreira;

– Natação – 36 vagas: 18 masculinas e 18 femininas, com os revezamentos;

– Patinação artística: 2 vagas: 1 masculina e 1 feminina;

– Pentatlo Moderno – 4 vagas: 2 femininas e 2 masculinas;

– Remo – 18 vagas: 12 masculinas e 6 femininas;

– Rúgbi – 24 vagas: 12 masculinas e 12 femininas;

– Tiro com Arco – 5 vagas: 2 masculinas e 3 femininas

– Tiro Esportivo – Carabina e Pistola – 16 vagas: 10 masculinas e 6 femininas;

– Tiro Esportivo – Prato – 9 vagas: 6 masculinas e 3 femininas;

– Triatlo – 1 vaga feminina;

– Vela – 8 vagas femininas.

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sábado, 10 de janeiro de 2015 Olimpíadas, Paraolimpíadas | 20:03

Prepare-se: corrida para ingressos da Rio 2016 começa dia 15

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logo2016Com um atraso de dois meses em relação ao prazo inicial divulgado, começará na próxima quinta-feira (15), a corrida para a venda de ingressos para as Olimpíadas e Paraolimpíadas do Rio 2016. Neste dia, o comitê organizador dos Jogos irá anunciar os detalhes para a reserva e distribuição dos bilhetes. Ao todo, serão colocados à venda cerca de 7,5 milhões de tíquetes para os eventos olímpicos e paraolímpicos.

A data original prevista para o início do processo de venda de ingressos era de 15 de novembro. O motivo do atraso, segundo informação colhida pelo blog junto a fontes ligadas ao comitê organizador, foi acertar todos os detalhes jurídicos para evitar algum tipo de problema que acabasse em possíveis ações na Justiça brasileira. O trauma causado pelos problemas enfrentados com a Fifa durante a comercialização das entradas da Copa do Mundo 2014 ainda está bem vivo na memória dos integrantes do Rio 2016.

O sistema de vendas dos ingressos das Olimpíadas e Paraolimpíadas 2016 foi desenvolvido pela empresa alemã CTS Eventim, segunda maior no setor de ingressos em todo o mundo e que foi a responsável pelo programa de ingressos da Copa do Mundo de 2006, na Alemanha, dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de Inverno de Turim 2006 e Sochi 2014.

LEIA MAIS SOBRE O TEMA

>>> Cadastramento para compra de ingressos do Rio 2016 começará em novembro

>>> Tabela de ingressos para a Rio 2016 será anunciada dia 16/9

Os ingressos mais baratos custam R$ 40, para as provas iniciais de futebol, vela, remo, luta livre e greco-romana e ciclismo mountain bike. Os ingressos mais caros serão vendidos por R$ 4,6 mil e darão acesso à cerimônia de abertura dos jogos no Estádio do Maracanã.

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terça-feira, 6 de janeiro de 2015 Pan-Americano, Seleção brasileira | 16:43

Brasil brigará para ser top 3 em Toronto, diz dirigente do COB

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Marcus Vinicius Freire diz que o Pan-Americano de Toronto terá a maior delegação brasileira em uma competição no exterior

Marcus Vinicius Freire diz que o Pan-Americano de Toronto terá a maior delegação brasileira em uma competição no exterior

Última competição poliesportiva de relevância até os Jogos Olímpicos do Rio 2016, o Pan-Americano de Toronto 2015, a partir de 10 de julho (algumas partidas do torneio de polo aquático começarão já a partir do dia 7) terá tratamento especial por parte do COB (Comitê Olímpico do Brasil). Além de ser considerada fundamental na preparação olímpica dos atletas brasileiros, o evento receberá tratamento “VIP” por parte da entidade, que além de levar sua maior delegação da história, viajará com pretensões nada modestas: a meta é terminar a chamada “Olimpíada das Américas” no top 3 do quadro de medalhas.

De acordo com Marcus Vinicius Freire, diretor-executivo do COB, em entrevista ao blog no final do último mês de dezembro, será a maior missão esportiva brasileira fora do país e também a mais complicada. “Além disso, o nível técnico promete ser mais elevado do que foi no Pan de 2011, em Guadalajara”, disse Freire.

Confira abaixo os principais pontos da entrevista:

Espírito Olímpico: Como o COB está traçando o planejamento da participação nos Jogos Pan-Americanos de Toronto?

Marcus Vinicius Freire: Esta será a maior missão de uma delegação esportiva fora do Brasil, até mesmo na quantidade de pessoas envolvidas. Incluindo os chamados oficiais [técnicos, auxiliares, preparadores físicos, médicos, fisioterapeutas etc], deveremos levar para o Canadá cerca de 540 pessoas. Em termos de logística também será um Pan especial, pois além de termos à disposição quase um prédio todo dentro da Universidade de York, em Toronto, teremos atletas espalhados em cinco sub-vilas pan-americanas na região da grande Toronto. O planejamento tem sido bastante complexo.

EO: Em termos esportivos, o que o COB espera da participação brasileira neste Pan? Deverá enviar sua força máxima, até por conta da preparação para as Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro?

MVF: Sobre o nível da equipe que estará presente, cada confederação é que irá traçar seu próprio planejamento. Alguns, por questão de calendário, não devem ir com força máxima, como será o caso do vôlei masculino, cujo calendário da Liga Mundial irá se sobrepor ao do Pan, e nos esportes aquáticos polo aquático e saltos ornamentais também deverão ter problema em enviar sua equipe principal, por causa do Mundial de Kazan (RUS). De qualquer forma, a nossa meta é terminar o Pan no top 3 do quadro de medalhas, brigando com o Canadá pela segunda colocação.

EO: E você acha que esta é uma meta possível de ser alcançada?

MVF: Acredito que sim, especialmente por conta de nossos últimos resultados. Mas não será uma tarefa simples ficar com esta segunda colocação, pois o Canadá vem crescendo bastante nos últimos anos, fazendo um ótimo trabalho em várias modalidades, parecido com o que estamos fazendo aqui no Brasil. E como Cuba vem caindo de rendimento nos últimos anos, muito por conta da falta de investimento, acho bem possível alcançar a meta de terminar o Pan entre os três primeiros.

EO: Na prática, o Pan de Toronto será importante para quais modalidades?

MVF: Para alguns esportes, será a competição ideal para testar a preparação da equipe de olho no Rio 2016. O hóquei na grama masculino, por exemplo, terá sua última chance de se classificar para as Olimpíadas. Para isso, precisa terminar entre os seis primeiros em Toronto. O tênis de mesa também deve levar sua força máxima para Pan, e há esportes que valem vaga olímpica, como é o caso do pentatlo moderno, canoagem e hipismo.

EO: Você citou anteriormente a dificuldade na logística da preparação da campanha brasileira. Cite um exemplo desta dificuldade…

MVF: O caso do hipismo é um deles. Teremos problemas graves para o transporte dos cavalos, pois quase todos eles ficam na Europa e precisaremos ainda encontrar uma melhor maneira de transportá-los. Sem falar na própria estrutura montada por Toronto, que terá além da Vila pan-americana principal, outras cinco sub-vilas, para o remo/canoagem velocidade, tiro/hipismo, ciclismo mountain bike, canoagem slalom e futebol. A logística será bem complicada.

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