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sexta-feira, 6 de setembro de 2013 Candidaturas, Olimpíadas | 19:31

Como acompanhar a escolha da sede dos Jogos de 2020

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O Hotel Hilton, em Buenos Aires, será palco de importantes decisões do COI nos próximos quatro dias

O COI (Comitê Olímpico Internacional) promoverá a partir deste sábado aquela que talvez será a mais importante de suas Assembleias Gerais nos últimos anos. Numa incrível coincidência, em um intervalo de apenas quatro dias acontecerão votações fundamentais para o esporte olímpico mundial: a escolha da sede dos Jogos Olímpicos de 2020, a definição do último esporte para completar o programa olímpico e a eleição do novo presidente do COI. O iG Esporte produziu um especial sobre o tema, que pode ser acessado neste link aqui.

Veja também: Conheça o vídeo oficial das cidades que concorrem aos Jogos Olímpicos de 2020

Mas para quem quiser acompanhar ao vivo toda a movimentação e resultados da votação, direto do Hotel Hilton, em Buenos Aires, o COI disponibilizará um link em seu site, prometendo transmitir tudo em tempo real. Clique aqui para acompanhar as sessões. A primeira eleição (e sem dúvida a mais aguardada) será a escolha da cidade sede de 2020.

E como o blogueiro não gosta de ficar em cima do muro, aqui vão os meus palpites: serão eleitos Tóquio, luta olímpica e Thomaz Bach, respectivamente.

Abaixo, o calendário dos principais eventos da 125ª Assembleia Geral do COI:

Sábado – 7/9*

9h – 10h10 – Apresentação da candidatura de Istambul para os Jogos de 2020
10h25 – Coletiva de imprensa do comitê de candidatura de Istambul
10h30 – 11h40 – Apresentação da candidatura de Tóquio
11h55 – Coletiva de imprensa do comitê de Tóquio
12h – 13h10 – Apresentação da candidatura de Madri
13h25 – Coletiva de imprensa do comitê de Madri
15h45 – 16h – Votação para eleger a sede das Olimpíadas de 2020
17h – 17h30 – Cerimônia de anúncio da sede das Olimpíadas de 2020
18h30 – 19h – Assinatura do contrato da cidade sede com o COI, seguida de coletiva de imprensa

Domingo – 8/9*

10h30 – 11h – Apresentação da Confederação Internacional de Beisebol e Softbol
11h – 11h30 – Apresentação da Federação Mundial de Squash
11h30 – 12h – Apresentação da Federação Internacional de Lutas Associadas
12h – 12h45 – Votação para a inclusão da 26ª modalidade no programa esportivo dos Jogos Olímpicos

Terça-feira – 10/9*

9h30 – 10h15 – Eleição dos novos membros do COI
11h – 12h – Eleição do novo presidente do COI
12h30 – Cerimônia de anúncio do novo presidente do COI
16h40 – 16h50 – Discurso de despedida do presidente Jacques Rogge
18h30 – Coletiva de imprensa com o novo presidente do COI

* Horários de Brasília

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terça-feira, 3 de setembro de 2013 Candidaturas, Olimpíadas, Vídeos | 16:12

Conheça o vídeo oficial das cidades que concorrem aos Jogos Olímpicos de 2020

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O logotipo das três cidades que são candidatas a ser a sede dos Jogos de 2020

Neste sábado, será conhecido durante a 125ª Assembleia Geral do COI (Comitê Olímpico Internacional), que será realizada em Buenos Aires, a cidade que receberá a sedes dos Jogos Olímpicos de 2020. Após uma intensa campanha para conquistar os votos dos membros da entidade, contando inclusive com cabos eleitorais de peso como os craques de futebol Lionel Messi e Zico, saberemos se a vitória ficará com Istambul (Turquia), Tóquio (Japão) ou Madri (Espanha). Todas as previsões apontam como principal favorita a candidatura japonesa.

Confira abaixo o vídeo oficial que mostra um pouco de cada uma das três candidaturas que então na briga:

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segunda-feira, 2 de setembro de 2013 Mundiais, Seleção brasileira | 23:26

As boas novas do esporte brasileiro não vieram apenas do judô

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As atenções no esporte olímpico do Brasil no último final de semana estavam concentradas no Campeonato Mundial de judô, como não poderia deixar de ser. Mas a despeito da bela campanha da equipe brasileira – em particular da fantástica participação da seleção feminina e seu recorde de cinco medalhas -, não foi apenas o tatame que trouxe boas novas.

O último final de semana deu ao Brasil dois novos campeões mundiais. E ambos com grande potencial para brilhar nas Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro. No sábado, o jovem Jorge Zarif, de apenas 21 anos, conquistou o Mundial da classe Finn, disputado na raia de Tallin, na Estônia. Foi a primeira conquista brasileira na competição desde 1972, quando Jorg Bruder faturou o título. Zarif tornou-se ainda o mais jovem campeão mundial da Finn e sua vantagem sobre os adversários era tamanha que ele precisava apenas disputar a Medal Race para confirmar o título.

Jorge Zarif tornou-se o mais jovem campeão mundial da classe Finn

Outro brasileiro campeão mundial, ainda maiôs novo, apareceu na cidade alemã de Duisburg, onde aconteceu o Mundial de canoagem velocidade. Aos 19 anos, o baiano Isaquias Queiroz fez história ao tornar-se domingo o primeiro atleta do país a conquistar o título na categoria C1 500 m (prova não olímpica). E não foi só isso: ele ainda trouxe uma medalha de bronze na C1 1.000 m (esta sim prova olímpica), no sábado.

Isaquias deixou Duisburg com o título mundial no C1 500 m e o bronze nos C1 1.000m

Para ter uma ideia da boa fase pela qual passa Queiroz, revelado em um projeto social da Federação Baiana de Canoagem e pela Associação Cacaueira de Canoagem, ele venceu simplesmente todas as competições internacionais que participou em 2013. Para a CBCa (Confederação Brasileira de Canoagem), Isaquias Queiroz é a principal aposta da modalidade para conquistar uma inédita medalha olímpica em 2016.

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domingo, 1 de setembro de 2013 Imprensa, Isso é Brasil, Olimpíadas, Paraolimpíadas, Política esportiva | 11:40

COI não desmente documentos secretos, mas nega ‘sinal vermelho’ para 2016

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Projeto da arena de Deodoro, um dos pontos críticos apontados no relatório secreto do COI

Como não poderia deixar de ser, repercutiu como uma bomba a divulgação, por meio de reportagem exclusiva do jornalista Jamil Chade, de “O Estado de S. Paulo”, publicada neste sábado, sobre a existência de um relatório sigiloso que circula no COI (Comitê Olímpico Internacional). O documento, segundo a reportagem, diz, com todas as letras, que os Jogos Olímpicos de 2016, marcados para o Rio, correm risco em razão de atrasos nas obras das arenas, problemas na infraestrutura de transporte da cidade, déficit no número de quartos de hotel, falta de recursos de patrocinadores, entre vários pontos abordados. Estaria, portanto, segundo o tal documento, ligado o sinal vermelho para o Rio 2016.

Se confirmada a existência de tal relatório – e não tenho a menor razão para duvidar disso, conhecendo a seriedade e competência de Jamil Chade –, será o maior golpe recebido pela organização das próximas Olimpíadas, faltando menos de três anos para o evento acontecer. A partir deste domingo, quando a comissão de coordenação do COI estiver reunida no Rio, o clima certamente não será de amenidades. A cobrança deverá ser forte e pesada em cima dos integrantes do Rio 2016.

Procurado pelo blog ainda no sábado, o COI tratou de botar panos quentes na polêmica. Neste domingo, Andrew Mitchell, porta-voz da entidade, não negou a existência de um “documento sigiloso” que trata dos problemas do Rio 2016, mas fez questão de tirar o peso das informações que estão contidas nele. “Produzimos uma série de documentos em nossas reuniões, que são usados para orientar as discussões. Estes documentos são produzidos com base em critérios diferentes e você não pode simplesmente somar as cores com as quais eles são classificados para dizer que há questões importantes em áreas específicas”, explicou Mitchell, por email.

O porta-voz disse ainda que a envergadura de um projeto como o da organização dos Jogos de 2016 permite diferentes estágios de avaliação do COI. “É padrão para as comissões organizadoras ter diferentes padrões de cor durante os preparativos, como forma de separar os estágios de determinados setores da organização dos Jogos. E neste caso, pode ocorrer que alguns pontos fiquem na condição ‘vermelho’ até o final do período de preparação, embora eles serão entregues de acordo com o que foi planejado”, afirmou Mitchell, lembrando que mais informações serão fornecidas durante entrevista coletiva desta segunda-feira com a presidente da comissão de coordenação, a marroquina Nawal El Moutawakel.

Por uma infeliz coincidência, tudo isso ocorreu na mesma semana em que o Rio de Janeiro teve seu único laboratório reconhecido pela Wada (agência mundial antidoping) descredenciado, após uma série de falhas, criando uma enorme dor de cabeça para os organizadores e o próprio governo brasileiro. Afinal, é no Ladetec que seriam realizados todos os exames de dopagem das Olimpíadas e Paraolimpíadas, algo em torne de seis mil análises, no mínimo. A batalha agora é que o recredenciamento ocorra a tempo dos Jogos.

É bom, portanto, que tanto o prefeito do Rio, Eduardo Paes – que acha que vai tudo bem com a organização das Olimpíadas – e Carlos Nuzman, presidente do Rio 2016, estejam preparados, pois o COI deverá ser bem mais contundente com as cobranças desta vez.

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sexta-feira, 30 de agosto de 2013 Ídolos, Mundiais, Seleção brasileira | 19:48

As meninas superpoderosas do judô do Brasil

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Mayra Aguiar abre o sorriso para exibir a medalha de bronze na categoria até 78 kg, no Mundial do Rio

Tudo bem que ainda faltam as disputas deste sábado, e Luciano Corrêa (até 100 kg) e Rafael Silva, o Baby (mais de 100 kg) podem salvar a honra da equipe masculina do Brasil neste Mundial de judô. Mas é inegável que o saldo ao final da competição estará mais do que positivo para a seleção brasileira feminina. Uma campanha irretocável.

Nada menos do que quatro medalhas conquistadas, a última delas com Mayra Aguiar, nesta sexta-feira, a de bronze, na categoria até 78 kg, juntando-se à Rafaela Silva (ouro), Érika Miranda (prata) e Sarah Menezes (bronze). Trata-se da melhor participação do judô feminino na história dos Mundiais, superando até agora a campanha de Paris, em 2011, quando foram obtidas três medalhas.

E nada disso veio à toa, sempre é bom lembrar. Nos Jogos de Londres, a única medalha de ouro no judô veio da equipe feminina, com Sarah Menezes. O excelente trabalho desenvolvido pela técnico Rosicléa Campos (afastada em razão de licença-maternidade) vem finalmente sendo premiado com os resultados nas grandes competições.

Pelo menos no Mundial do Rio de Janeiro, foram as meninas superpoderosas que deram as cartas no judô brasileiro.

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quinta-feira, 29 de agosto de 2013 Isso é Brasil, Olimpíadas, Paraolimpíadas, Política esportiva | 12:15

COI confia em liberação do Ladetec para 2016. Por enquanto…

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Assim ficará o Ladetec ao final das obras de ampliação para os Jogos de 2016

A retirada da credencial do Ladetec, laboratório brasileiro que foi escolhido para realizar os exames de doping durante os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos do Rio de Janeiro, em 2016, anunciada na última terça-feira, foi um vexame para todos os envolvidos na organização dos mega-eventos.  Por mais que já se esperasse a rigorosa decisão da Wada por descredenciar o único laboratório do país em condições de fazer o controle de dopagem em grandes competições, trata-se de uma falha imperdoável. Mas mesmo com o futuro do Ladetec incerto, o COI (Comitê Olímpico Internacional) ainda diz confiar em contar com o Ladetec nas próximas Olimpíadas. Ao menos na versão oficial.

Em contato com o blog, o departamento de comunicação do COI divulgou a seguinte nota: “Os últimos acontecimentos em relação ao Ladetec não comprometem o programa anti-doping dos Jogos de 2016, da mesma forma que a integridade e a qualidade das análises das amostras não serão afetadas. Vamos trabalhar com o comitê Rio 2016, a universidade em questão [UFRJ, à qual pertence o Ladetec] e o governo brasileiro para que recredenciamento do laboratório ocorra antes do início das Olimpíadas de 2016”.

Mas, ao ser questionado sobre a possibilidade do recredenciamento demorar mais do que o previsto e não acontecer até o início dos Jogos, obrigando que os controles de dopagem tivessem que ocorrer fora do Brasil, as palavras do COI foram menos enfáticas. “Esta é uma questão hipotética. Neste momento, vamos concentrar nossos esforços para ajudar o laboratório do Rio a conseguir o seu recredenciamento na Wada”.

Se estes “esforços” irão envolver mais dinheiro público investido, não dá para saber. Mas é evidente que a punição da Wada causou um enorme desconforto nos corredores do COI.

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quarta-feira, 28 de agosto de 2013 Ídolos, Isso é Brasil, Mundiais, Olimpíadas, Seleção brasileira | 17:45

De Cidade de Deus para o mundo

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Rafaela Silva comemora a conquista da medalha de ouro no Mundial de judô

Nem o mais criativo dos roteiristas poderia prever uma reviravolta tão marcante no destino de alguém como o que aconteceu com a judoca brasileira Rafaela Silva, que nesta quarta-feira entrou para a história ao tornar-se a primeira mulher a conquistar uma medalha de ouro em Campeonatos Mundiais de judô, na categoria até 57 kg. Foi ainda a 31ª medalha brasileira na história da competição.

Primeiro, pela forma inusitada com o qual ela entrou no esporte. Moradora da favela Cidade de Deus, no Rio de Janeiro, ela foi revelada aos oito anos pelo Instituto Reação, do ex-judoca Flavio Canto, ao ser levada pelo pai, que não aguentava mais os problemas causados pela garota, extremamente brigona.

A escolha do pai mostrou-se prá lá de acertada e os resultados não demoraram para aparecer. Em 2008, foi campeã mundial junior e três anos depois, conquistou a prata no Mundial de Paris. Foi o bastante para credenciar-se como uma das candidatas a ganhar uma medalha nas Olimpíadas de Londres, no ano passado.

Rafaela só não contava que um erro bizarro (aplicação de um golpe irregular), logo em sua primeira luta, custasse a eliminação nos Jogos de Londres. E o que se seguiu foi ainda pior, com a judoca respondendo a ofensas de internautas, que a criticaram pela eliminação. Uma lamentável batalha virtual.

Veja também: A prata de Rafaela Silva e o blogueiro “Mãe Dinah”

E quis o destino que a volta por cima ocorresse pouco mais de um ano depois, em sua cidade, diante da torcida, e com seu mentor atuando como comentarista do “SporTV”, ficando sem palavras e engolindo o choro em plena transmissão.

Melhor roteiro, impossível.

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terça-feira, 27 de agosto de 2013 Mundiais, Seleção brasileira | 10:45

Mundiais agitam o final de agosto do esporte olímpico

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Seleção brasileira de ginástica rítmica disputará o Mundial de Kiev (Rússia)

Não é somente o judô que está vivendo sua semana de gala, com a realização do Campeonato Mundial do Rio de Janeiro, desde segunda-feira. Outras cinco modalidades olímpicas terão seus mundiais ocorrendo neste última semana de agosto, todos com participação de equipes brasileiras.

O Mundial de remo, por exemplo, já está em andamento. A competição, que se realiza na cidade de Chingiu, na Coreia do Sul, já teve inclusive a classificação de Fabiana Beltrame para as semifinais na prova do skiff simples peso leve, prova não olímpica e na qual Fabiana conquistou o título mundial de 2011.

Também está em andamento o Mundial de Vela na classe Finn, na cidade de Talinn, na Estônia, mesmo local que recebeu as regatas de iatismo nas Olimpíadas de Moscou 1980, na então União Soviética. Bruno Prada e Jorge Zarif representam o Brasil na competição.

Outro evento que já está em andamento é o Mundial de Ciclismo MTB, que está sendo realizado em Pietermaritzburg, na África do Sul, até o próximo domingo. Três brasileiros estão na disputa: Henrique Avancini, Rubens Donizete e Ricardo Poscheidt.

Nesta terça-feira, começa a disputa do Campeonato Mundial de canoagem velocidade, em Duisburg, na Alemanha, até domingo. O Brasil está representado com sete atletas, na canoa e no caiaque, com destaque para a dupla Ronilson Oliveira e Erlon Silva, no C2 1.000m, que participaram dos Jogos Olímpicos de Londres 2012.

Veja também: O calendário do esporte olímpico em 2013

Por fim, começa nesta quinta-feira, na cidade de Kiev, na Rússia, o Campeonato Mundial de ginástica rítmica, que se encerra apenas na próxima segunda-feira (2/9). O Brasil tenta entrar nos trilhos no cenário mundial da modalidade, após ter ficado fora inclusive do pré-olímpico do ano passado (e consequentemente fora das Olimpíadas). Seis atletas integram a equipe de conjunto, enquanto que no individual participarão Angélica Kvieczynski e Natália Gáudio.

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sábado, 24 de agosto de 2013 Ídolos, Mundiais, Seleção brasileira | 11:36

Nem tufão consegue parar Yane Marques

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Um ano depois do bronze em Londres, Yane Marques faz história de novo, com a prata no Mundial

E o sábado começou muito bem, com a notícia da inédita medalha de prata conquistada por Yane Marques no Campeonato Mundial de pentatlo moderno, realizado na cidade de Kaoshiung, em Taiwan. Brilhante é pouco para definir a conquista da atleta pernambucana, natural da Afogados de Ingazeira. Mais uma vez ela entra para a história de uma modalidade praticamente desconhecida no Brasil.

O Mundial feminino encerrou-se nesta madrugada e a brasileira precisou literalmente driblar até o vento para assegurar o lugar no pódio. Não é figura de linguagem: um tufão vem atormentando a área de Taiwan desde o início da qualificatória da competição, na última quarta-feira. As eliminatórias, por exemplo, precisaram ser divididas em dois dias, assim como a final.

E Yane, depois de ficar em 10º lugar na qualificação, conseguiu manter-se constante nas cinco modalidades que compõe o pentatlo moderno (esgrima, natação, hipismo e o evento combinado tiro e corrida) e ao final somou 5.292 pontos, ficando atrás apenas da lituana Laura Asaduskaite, atual campeã olímpica.

Em pouco mais de um ano, este é o segundo grande resultado obtido por Yane Marques no pentatlo moderno. O primeiro, e mais importante, foi a medalha de bronze nas Olimpíadas de Londres, em 2012, a última obtida pelo Brasil nos Jogos. E para quem achou que tinha sido obra do acaso, eis que agora ela emplaca o vice-campeonato mundial.

Graças a Yane Marques, o pentatlo moderno vai deixando aos poucos a condição de primo pobre no esporte olímpico brasileiro.

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quinta-feira, 22 de agosto de 2013 Imprensa, Isso é Brasil, Olimpíadas, Paraolimpíadas, Política esportiva | 22:33

Situação do Ladetec é mais grave do que se imagina

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Marco Aurélio Klein, diretor-executivo da ABCD

Bastante esclarecedora a entrevista de Marco Aurélio Klein, diretor-executivo da ABCD (Autoridade Brasileira de Controle de Dopagem) ao iG Esporte nesta quinta-feira, a respeito a situação do Ladetec, único laboratório brasileiro credenciado pela Wada (sigla em inglês para agência mundial antidoping) para atuar nas Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro. Mas embora tenha tido cuidado ao escolher as palavras durante a conversa que tivemos, Klein não escondeu que está extremamente preocupado com a suspensão aplicada pela Wada, aplicada no último dia 8, e que corre o risco de se prolongar ainda mais.

O grande temor dele é que na reunião do conselho executivo da Wada, que será em setembro, na cidade de Buenos Aires, durante a reunião do COI (Comitê Olímpico Internacional), seja revogada a licença de funcionamento do Ladetec. Se isso acontecer, todo o processo de credenciamento do terá que ser feito novamente, comprometendo o trabalho na Copa do Mundo do ano que vem, e toda a preparação para atuação nas Olimpíadas e Paraolimpíadas de 2016.

Veja também: Suspensão do Ladetec é uma desmoralização para o combate ao doping no Brasil

Klein tenta manter o otimimo, mas ao longo da entrevista citou diversas vezes que o governo brasileiro está fazendo todos os esfoços para evitar uma punição mais rigorosa. Ou seja, há o temor de que a Wada seja rigorosa na reunião de seu conselho executivo.

A sucessão de problemas que o Ladetec enfrentou nos últimos tempos – com destaque para os exames com erros feitos em Pedro Solberg, do vôlei de praia, e Natália, da seleção feminina de vôlei, deram ainda mais subsídios para os técnicos da Wada suspenderem o laboratório brasileiro. Uma revogação de sua credencial seria a cereja no bolo e um belo golpe no problemático combate ao doping no país que receberá as próximas Olimpíadas. Em outras palavras, um completo vexame.

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