Publicidade

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014 Jogos de Inverno, Olimpíadas | 18:13

Começou a briga por medalhas do esporte mais bacana das Olimpíadas de Sochi 2014

Compartilhe: Twitter
Visão geral da pista do Ice Cube Curling Center, em Sochi

Visão geral da pista do Ice Cube Curling Center, em Sochi: o curling virou atração no Brasil

Nada contra a beleza plástica da patinação artística ou das imagens sensacionais de esportes mais radicais, como o esqui alpino, o snowboard ou mesmo o luge. Mas desde ontem começou o esporte mais legal dos Jogos Olímpicos de Sochi, ao menos na minha opinião: o curling.

Transformado em “vedete” pelo público brasileiro durante os Jogos de Vancouver 2010, o curling é um verdadeiro barato. Com suas roupas chamativas, as indefectíveis vassouras “limpando” o gelo durante o lançamento das pedras (em formato circular e pesando quase 20 kg, lembrando uma chaleira) e até com algumas musas nas equipes femininas, o curling é na verdade um grande jogo de estratégia. Em muitas situações, lembra a bocha, sua prima distante e bastante difundida nos clubes sociais do Brasil.

A modalidade estreou no programa olímpico dos Jogos de inverno em 1924, no masculino, mas  só retornou em 1998, junto com as disputas femininas. Tem como atuais campeões olímpicos as equipes do Canadá, entre os homens, e a Suécia, no torneio das mulheres.

Em Sochi 2014, após dois dias de disputa, Suécia, China e Noruega estão invictos na fase de classificação do torneio masculino, enquanto Suíça e Canadá seguem na liderança no feminino. Como as finais estão marcadas para os dias 20 e 21, muitas pedras ainda irão deslizar pelas pistas do Ice Cube Curling Center.

Autor: Tags: ,

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014 Mundiais, Seleção brasileira | 19:54

De olho no Mundial, atletismo do Brasil larga bem em 2014

Compartilhe: Twitter
Carlos Chinin quebrou o recorde brasileiro e igualou a marca sul-americana no heptatlo indoor

Carlos Chinin quebrou o recorde brasileiro e igualou a marca sul-americana no heptatlo indoor

Principal competição da modalidade neste primeiro semestre, o Mundial indoor (pista coberta) de atletismo, que será realizado na cidade de Sopot (Polônia), de 7 a 9 de março, vem servindo como principal motivação para alguns atletas brasileiros conquistarem importantes resultados neste início de temporada 2014.

Ainda sem vaga assegurada no Mundial, Carlos Chinin bateu o recorde brasileiro e igualou o sul-americano no heptatlo – os homens que participam das provam combinadas disputam essa disciplina, enquanto as mulheres participam do pentatlo – durante o Meeting de Tallin, na Estônia. Chinin  alcançou a marca de 5.951 pontos após dois dias de disputa. As provas do heptatlo indoor são 60 m, 1.000 m, 60 m com barreiras, salto com vara, arremesso de peso, salto em altura e salto em distância. O resultado na Estônia serviu para colocar o brasileiro no sexto lugar do ranking da Iaaf (Associação das Federações Internacionais de Atletismo).

Em 2013, Chinin foi um dos poucos a se destacar na fraca campanha brasileira no Mundial de Moscou, ao terminar em sexto lugar no decatlo, quando alcançou a marca de 8.388 pontos, cinco abaixo de seu recorde sul-americano.

O outro ótimo resultado deste final de semana ocorreu no salto com vara, quando o jovem Thiago Braz, de apenas 20 anos, bateu o recorde sul-americano indoor nesta prova, ao marcar 5,72 m no Meeting de Malmöe, na Suécia. Ele superou por um centímetro o recorde anterior, do também brasileiro Augusto Dutra.

Se Chinin ainda busca classificação para a Polônia, Thiago Braz já aproveita as provas do circuito indoor como preparação. Ele é um dos nove atletas brasileiros já com índice assegurado para o Mundial. Além dele, também estão classificados Anderson Henriques (400 m), Augusto Dutra (salto com vara) e Mauro Vinícius da Silva, o Duda (salto em distância), no masculino; Ana Cláudia Lemos (60 m), Franciela Krasucki (60 m), Fabiana Murer (salto com vara), Keila Costa (salto triplo) e Geisa Arcanjo (arremesso de peso).

Autor: Tags: , , , , , , , ,

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014 Isso é Brasil, Jogos de Inverno, Olimpíadas | 15:56

No estilo “Jamaica Abaixo de Zero”, Brasil paga mico em Sochi

Compartilhe: Twitter
Atletas brasileiros treinam com o trenó "detonado" na pista em Sochi

Atletas brasileiros treinam com o trenó “detonado” na pista em Sochi

Oficialmente, os Jogos Olímpicos de inverno de Sochi começarão amanhã, sexta-feira – embora algumas provas eliminatórias de patinação artística, snowboard slopestyle e esqui freestylle feminino tenham sido realizadas ainda nesta quinta-feira. E antes mesmo da chama olímpica ser acesa no Fisht Olympic Stadium, local das cerimônias de abertura e encerramento das Olimpíadas, já se sabe que o Brasil protagonizou um belo vexame em terras russas.

Na quarta-feira, os atletas brasileiros do bobslead realizaram o primeiro treino na pista do Sanki Sliding Center, local que receberá as provas da modalidade a partir do próximo dia 16. E qual não foi a surpresa quando treinaram com um trenó ainda com as cores de Mônaco (de onde foram comprados três deles, a R$ 52 mil cada um), mas com uma péssima aparência, tendo inclusive a pintura descascada em vários pontos.

VEJA MAIS SOBRE SOCHI 2014:

>>> Empresa faz homenagem às mães dos atletas de Sochi 2014
>>> Antes da abertura, Sochi 2014 já tem seu primeiro recorde
>>> Conheça os locais de competição de Sochi 2014

Ninguém aqui está cobrando que o Brasil tenha equipamentos de primeiro mundo para competir no bobslead nas Olimpíadas de inverno. Mal temos neve por aqui, vale lembrar. Um trenó de primeiro nível, que pode ser comparado a um carro de Fórmula 1, chega a custar o equivalente a R$ 260 mil. Até os Jogos de Turim 2006, os brasileiros competiam com trenós alugados. Estes que foram comprados de Mônaco, têm quatro anos de uso. Ainda assim, é no mínimo bizarro que os integrantes da CBDG (Confederação Brasileira de Desportos no Gelo) tenham permitido a entrada do time brasileiro na pista para fazer um treino de reconhecimento com um trenó “detonado” daquele jeito.

Infelizmente, a primeira impressão é a que fica em muitas ocasiões. Nesta quarta-feira, o Brasil lembrou mais os integrantes do filme “Jamaica Abaixo de Zero, sucesso na década de 90, que contou a história de uma inusitada equipe jamaicana de bobslead, que chegou para as Olimpíadas de inverno de 1988, em Calgary (Canadá) esbanjando simpatia e também muito amadorismo.

Autor: Tags: , ,

domingo, 19 de janeiro de 2014 Rola pelo mundo, Vídeos | 21:53

No fundo, esporte é uma grande brincadeira

Compartilhe: Twitter

Nós, jornalistas esportivos, estamos sempre em busca de notícias, furos, recordes, denúncias. Procuramos sempre informar resultados, vitórias, derrotas, marcas, títulos. Isso é o que nos move. Mas o verdadeiro significado do esporte, esse muitas vezes deixamos de lado. Esquecemos do tempo em que estávamos preocupados apenas em brincar com nossas modalidades preferidas, ainda crianças, sem saber que anos mais tarde iríamos escrever, fotografar ou narrar tudo sobre estes esportes.

O post deste domingo tem tudo a ver com a paixão pelo esporte e que, no fundo, ele não passa de uma grande brincadeira. O vídeo foi recomendado por amigos no Facebook e mostra uma disputa de salto em altura entre dois jovens no Quênia. Não tenho informações de quando e onde ocorreu exatamente a “competição”. Mas chama a atenção o fato de que os dois “atletas” não terem um par de tênis adequados, salterem ainda no velho estilo “tesoura”, usado na décado de 50 e 60 e nem contarem com um colchão para amortecer a queda.

O mais impressionante foi que essa disputa, num descampado qualquer do Quênia, era acompanhanda por dezenas de pessoas, que vibraram com o resultado final. É o esporte em sua mais pura essência.

Com este post, o blogueiro aproveita para avisar que entra em férias a partir desta segunda-feira, para recarregar as baterias e voltar com tudo no início de fevereiro. Mas que poderá dar as caras por aqui em alguma edição extraordinária, é claro…

Até a volta!

Autor: Tags: ,

Jogos Sul-Americanos, Seleção brasileira | 11:15

Com mudanças, luta se prepara para os Jogos Sul-Americanos

Compartilhe: Twitter
Atletas da seleção brasileira de lutas durante palestra durante os treinos no Cefan

Atletas da seleção brasileira de lutas acompanham palestra durante os treinos no Cefan

Passou batido em razão das festas de final de ano, mas a luta olímpica já apresenta algumas das novidades que se comprometeu a realizar no esporte ao COI (Comitê Olímpico Internacional), quando foi colocada em votação sua permanência no programa olímpico, em setembro de 2013. No último dia 17 de dezembro, a CBLA (Confederação Brasileira de Lutas Associadas) publicou em seu site importantes modificações anunciadas pela FILA (Federação Internacional de Lutas Associadas) nas categorias de peso nos estilos livre (masculino e feminino) e greco-romana.

Os homens perderam uma categoria de peso no greco-romano e livre, enquanto o estilo livre feminino terá duas categorias olímpicas a mais. E nesta nova configuração, os atletas da seleção brasileira já começaram a preparação para os Jogos Sul-Americanos, que serão realizados em Santiago (CHI), em março. Os treinos estão sendo realizados no Cefan, no Rio de Janeiro.

>>> Leia também: Após ‘susto’ do COI, luta faz seu Mundial de olho em mudanças

Ao todo são seis atletas em cada estilo, totalizando 36 lutadores, divididos em equipes A e B. Só ao final do período de treinos é que será definida a seleção que irá a Santiago

Os lutadores convocados pela direção técnica da CBLA, já dividos nas respectivas equipes e novas categorias de peso, são os seguintes:

EQUIPE A

LUTA FEMININA (ESTILO LIVRE)

48 kg – Susana Almeida dos Santos (RJ)

53 kg – Camila Fama Tristão (SP)

58 kg – Joice Silva (RJ)

63 kg – Lais Nunes Oliveira (SP)

69 kg – Gilda Oliveira (SP)

75 kg – Aline Ferreira (SP)

ESTILO LIVRE MASCULINO

57 kg – Wellington Silva (RJ)

65 kg – Waldeci Silva (AM)

74 kg – Rafael Aparecido (SP)

86 kg – Adrian Jaoude (RJ)

97 kg – Juan Isidoro Bitencourt (SP)

125 kg – Hugo Cunha (RJ)

ESTILO GRECO-ROMANO

59 Kg – Diego Romanelli (MG)

66 kg – Rafael Messias Páscoa (MG)

75 kg – Ângelo Moreira (MG)

85 kg – Ronison Santiago Brandão (SP)

98 kg – Davi Albino (RJ)

130 kg – Antônio Henriques dos Santos (SP)

EQUIPE B

LUTA FEMININA

48 kg – Kamila Barbosa (SP)

53 kg – Mayara Graciano (SP)

58 kg – Giullia Penalber (RJ)

63 kg – Dailane Gomes (RJ)

69 kg – Helena Romanelli (MG)

75 kg – Keila Silva (GO)

ESTILO GRECO-ROMANO

59 kg – Arley Machado (RJ)

66 kg – André Felipe Feitosa (RJ)

75 kg – Richard Moura (MG)

85 kg – Wanderson Souza (SP)

98 kg – Robson Kato (SP)

130 kg – Ramon Denier (RN)

ESTILO LIVRE MASCULINO

57 kg – Rafael Sales (MG)

65 kg – Douglas Vieira (RJ)

74 kg – Allan Ferreira (AM)

86 kg – Pedro Rocha (RJ)

97 kg – Alexandre Santos (AM)

125 kg – Antoine Jaoude (RJ)

Autor: Tags: , , , , , , , ,

sábado, 18 de janeiro de 2014 Isso é Brasil, Jogos Sul-Americanos, Mundiais, Olimpíadas, Seleção brasileira | 22:04

Mesmo sem estrelas do Mundial, handebol acerta ao trazer seleção para o Brasil

Compartilhe: Twitter
A central Mayara estará na fase de treinamentos no final do mês, em São Bernardo do Campo

A central Mayara, campeã mundial em dezembro, na Sérvia, estará na fase de treinamentos no final do mês, em São Bernardo do Campo

O handebol feminino do Brasil começa 2014 disposto a surfar na onda das glórias do inédito título mundial, obtido em dezembro do ano passado, na Sérvia, e acerta na mosca na iniciativa. Para não deixar a modalidade cair no esquecimento do torcedor, a CBHb (Confederação Brasileira de Handebol) decidiu fazer uma fase de treinamentos a partir do próximo dia 26, em São Bernardo do Campo (SP). O período de treinamentos irá se encerrar com um amistoso contra a República Dominicana, no dia 2 de fevereiro, na mesma cidade. Apenas quatro das 16 jogadoras campeãs do mundo estarão presentes e nem o técnico dinamarquês Morten Soudbak estará presente, mas este é o menor dos problemas, pode ter certeza.

Esporte que ainda está longe de ser considerado popular no país, o handebol precisa aproveitar todas as oportunidades para conseguir reforçar sua marca. E fará isso justamente na cidade onde será inaugurado um centro de treinamento de alto rendimento, provavelmente ainda este ano. Além disso, aproveitará o período de treinos para observar novas jogadoras e iniciar a preparação para os Jogos Sul-Americanos de Santiago (CHI), em março.

Lembrem-se que o time campeão do mundo tem uma média de quase 27 anos, mas as principais jogadoras, como Alexandra Nascimento, Deonise e Dani Piedade, já passaram dos 30 anos. O processo de renovação precisa começar logo, de olho não nos Jogos de 2016, no Rio de Janeiro, mas em 2020, em Tóquio.

Por isso, se você vibrou e comemorou o título da seleção feminina diante da Sérvia, naquele histórico 22 de dezembro de 2013, pode aproveitar a oportunidade para prestigiar a nova geração do handebol do Brasil. As campeãs mundiais que estarão nesta fase de treinamento são Mayara, Amanda, Deborah Hannah e Elaine. O time será comandado pelo assistente técnico Alex Aprile.

Confira abaixo as convocadas para o período de treinos em São Bernardo do Campo:

Goleiras: Ariadne Tomaz Moreira (Metodista/São Bernardo-SP), Flávia Vidal (Santo André-SP) e Jéssica Silva de Oliveira (Supergasbras/UNC/Concórdia-SC).

Armadoras: Amanda de Andrade (Supergasbras/UNC/Concórdia-SC), Juliana Malta Varela de Araújo (MKS Zaglebie Lubin – Polônia), Patricia Batista da Silva (Toulon Saint-Cyr Var Handball-França) e Patricia Diane de Jesus (FADENP/São José dos Campos-SP).

Centrais: Deborah Hannah Pontes Nunes (Metodista/São Bernardo-SP), Isabella Ansolin (Supergasbras/UNC/Concórdia-SC), Mayara Fier de Moura, Patricia Matieli Machado (Liga Itapeviense de Handebol-SP).

Pontas: Agda Gonçalves Pereira (Supergasbras/UNC/Concórdia-SC), Célia Costa Coppi (Metodista/São Bernardo-SP), Daise de Oliveira Souza (Associação de Handebol de Umuarama-PR), Dayane Pires da Rocha (Esporte Clube Pinheiros-SP) e Fernanda Barbosa Vaz (Santo André-SP).

Pivôs: Elaine Gomes Barbosa (Associação Cultural e Esportiva Força Atlética-GO), Fernanda Rigo Marques (Associação de Handebol de Umuarama-PR), Regiane dos Santos Silva (Metodista/São Bernardo-SP) e Tamires Morena Lima de Araújo (Supergasbras/UNC/Concórdia-SC).

Autor: Tags: , , , , , , , , ,

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014 Isso é Brasil | 19:17

Com o Laureus, já são cinco os eventos esportivos que o Rio abriu mão nos últimos meses

Compartilhe: Twitter
Michael Phelps foi um dos vencedores do Laureus 2013, realizado no Rio

Michael Phelps foi um dos vencedores do Laureus 2013, realizado no Rio

Pegou muito mal para a imagem do Rio de Janeiro a notícia de que a cidade abriu mão de organizar a edição 2014 do prêmio Laureus, considerado o “Oscar” do esporte mundial e que tinha sido realizado na capital fluminense em 2013 (saiba mais aqui). Pior ainda foi saber que a Fundação Laureus – que ajuda crianças carentes em todo o planeta através do esporte – cobra da cidade uma dívida de quase R$ 26 milhões pelo evento do ano passado. A confirmação da desistência foi feita pelo governo do estado do Rio, via Diário Oficial.

O Laureus não é um prêmio qualquer. Em 2013, por exemplo, o nadador Michael Phelps foi um dos premiados. Além do lamentável calote, o Rio trouxe ainda uma dor de cabeça extra à Fundação Laureus, que precisa correr para descolar um local para a edição deste ano, que inclusive corre o risco de ser cancelada. Que beleza!

Com a decisão de não organizar o prêmio Laureus, o Rio de Janeiro alcança a marca de cinco eventos esportivos internacionais que a cidade abriu mão. Antes, a “Cidade Olímpica” desistiu de abrigar as etapas das Copas do Mundo de tiro esportivo e pentatlo moderno, o Athina Onassis de hipismo e a Soccerex, uma feira internacional de futebol.

Trata-se de um “case de sucesso” de imagem, só que não!

Autor: Tags: , , , , , , , ,

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014 Imagens Olímpicas, Jogos de Inverno, Olimpíadas, Vídeos | 14:37

Empresa faz homenagem às mães dos atletas de Sochi 2014

Compartilhe: Twitter

A exemplo do que já tinha feito antes dos Jogos de Londres 2012, a P&G acaba de lançar uma campanha publicitária para as Olimpíadas de inverno, que serão realizadas em Sochi, na Rússia, a partir do próximo dia 7 de fevereiro. E novamente a empresa (uma das patrocinadoras oficiais do evento) teve as mães como o foco do comercial. O filme retrata a ajuda que estas mães deram aos atletas, desde bebês, passando por todo o processo de aprendizado que eles tiveram ao longo da carreira, com muitas quedas e machucados, culminando com a vitória em Sochi.

Assim como o comercial de 2012, o resultado foi emocionante. Vejam:

Autor: Tags: , , ,

Jogos de Inverno, Olimpíadas | 00:24

A um mês da abertura, Sochi 2014 já tem seu primeiro recorde

Compartilhe: Twitter
O Centro de Imprensa em Sochi já está pronto para receber os mais de oito mil jornalistas que irão cobrir os Jogs de Inverno

O Centro de Imprensa em Sochi já está pronto para receber os mais de oito mil jornalistas que irão cobrir os Jogs de Inverno

Nesta quarta-feira, a contagem regressiva para as Olimpíadas de Inverno em Sochi, na Rússia, atingiu a marca de 30 dias. Daqui a um mês, no dia 7 de fevereiro, ocorrerá a cerimônia de abertura no Fisht Olympic Stadium, dando a largada para a festa que só irá acabar no dia 23 do próximo mês.

Mas o que os tensos Jogos russos – que serão disputados sob o fantasma do terror, que já protagonizou dois atentados terroristas na cidade de Volgogrado – já garantiram um recorde que dificilmente será batido. A Rússia de Vladimir Putin irá organizar a mais cara competição olímpica na história do COI (Comitê Olímpico Internacional), incluindo aí os Jogos Olímpicos de verão.

Sochi 2014 custará US$ 51 bilhões (cerca de R$ 122 bilhões), deixando para trás até as Olimpíadas de Pequim 2008, que com seus ginásios e estádios impressionantes custou R$ 44 bilhões. Vale lembrar que Londres 2012 teve um custo final de US$ 14 bilhões (R$ 33,5 bilhões).

A pergunta que não quer calar: quem é que vai pagar esta conta? E os russos ainda terão uma Copa do Mundo pela frente, daqui a quatro anos. Parece até um certo país sul-americano…

Autor: Tags: , , , ,

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014 Histórias do esporte, Ídolos, Isso é Brasil, Listas, Mundiais, Olimpíadas, Seleção brasileira | 19:03

Uma breve reflexão sobre números e medalhas

Compartilhe: Twitter
Seleção feminina de handebol comemora a conquista do inédito título mundial na Sérvia

Seleção feminina de handebol comemora o inédito título mundial na Sérvia

Neste primeiro post de 2014, creio ser ainda ser necessário comentar sobre um fato que acabou passando batido por aqui no final do ano recém-encerrado: a campanha dos esportes olímpicos do Brasil em 2013, que cravaram o melhor desempenho do país no primeiro ano pós-olímpico desde 2000. Graças aos diversos mundiais que estiveram em disputa na última temporada, o Brasil conseguiu um total de 27 medalhas em modalidades presentes no programa olímpico, feito nunca antes alcançado. Antes disso, a melhor marca havia sido alcançada em 2005, um ano após as Olimpíadas de Atenas 2004, com 11 medalhas.

Destas 27 medalhas, oito delas foram de ouro, a última delas conquistada de forma brilhante pela seleção feminina de handebol, campeã mundial diante da Sérvia, em dezembro. Os demais ouros de 2013 vieram com César Cielo (natação – 50 m livre); Arthur Zanetti (ginástica artística – argolas); Rafaela Silva (judô – 57 kg); Jorge Zarif (vela – classe Finn); Robert Scheidt (vela – classe Laser); Poliana Okimoto (maratonas aquáticas – 10 km); e vôlei feminino (Grand Prix).

Diante do ótimo resultado, tanto o COB (Comitê Olímpico Brasileiro) quanto o Ministério do Esporte – um dos principais financiadores do esporte olímpico nacional, através do Bolsa Atleta e Bolsa Pódio, entre outros convênios – trataram de enaltecer o feito, lembrando em comunicados à imprensa que o Brasil terminou 2013 no oitavo lugar em um hipotético quadro de medalhas envolvendo as competições olímpicas no ano passado. Coincidentemente, o resultado está dentro da meta estabelecida, tanto pelo COB como pelo Ministério, para as Olimpíadas de 2016, no Rio, quando se espera que o país termine os Jogos entre os dez primeiros.

>>> Leia ainda: O dia em que o handebol deixou de ser ‘pé de página’ no Brasil

Mas por uma questão de padronização, esse 8º lugar deveria ser tratado como um 10º lugar. Antes da minha justificativa, uma rápida historinha olímpica…

A extinta União Soviética fez sua estreia em Olimpíadas nos Jogos de Helsinque, em 1952. Em plena Guerra Fria com os Estados Unidos, os soviéticos queriam aproveitar sua primeira participação olímpica para também fazer propaganda do regime comunista. E em sua Vila Olímpica particular (a delegação não quis se misturar com os demais atletas) os dirigentes da URSS instalaram na entrada um quadro onde computava as medalhas que eram conquistadas por seus atletas, em comparação às dos americanos. Era o primeiro quadro de medalhas da história das Olimpíadas. A partir de então, a imprensa passou a publicar listas com o total de medalhas conquistadas a cada edição dos Jogos. Mas essa é uma classificação extra-oficial.

Se você procurar no site do COI (Comitê Olímpico Internacional), não irá encontrar qualquer quadro de medalhas, pois a entidade considera apenas os campeões olímpicos de cada prova. Não sou hipocritamente purista como os nobres membros do COI e considero natural que a imprensa crie uma forma de classificar os ganhadores de medalhas nos Jogos Olímpicos. Porém, é bom deixar claro que oficialmente essa classificação não existe.

>>> Veja também: Mundial de Barcelona coinsagra Cielo, Thiago e Poliana, mas também merece uma reflexão

Os quadros de medalha olímpicos têm em geral sua classificação feita pelo tipo de medalha conquistada: primeiro, ouro, depois a prata, em seguida o bronze e por fim o total de medalhas. Mas é claro que os critérios mudam de acordo com o gosto do freguês. Assim ocorreu com vários veículos de comunicação dos EUA, que começaram a fazer a classificação de seus quadros pelo total de medalhas de Pequim 2008, justamente quando os ouros chineses deixaram as conquistas americanas para trás. No final, a China teve 51 ouros (100 no total) e os EUA faturaram 36 ouros (e 110 no total).

Volto a reforçar: para o COI, essa classificação não tem a menor importância!

No quadro de medalhas olímpicas de 2013 do COB, o critério usado é pelo total de medalhas obtidas. Assim, Japão (dez ouros), Coréia do Sul e Hungria (nove ouros cada um) aparecem atrás do Brasil, que levando em conta a classificação habitualmente adotada pela mídia, ficaria atrás destes três países, mas ainda assim estaria à frente da Austrália ( sete ouros no ano passado), que no quadro original ficou à frente do Brasil.

>>> E mais: O esporte do Brasil merece um campeão como Arthur Zanetti?

Como diz o título do post, o objetivo foi fazer com que uma pequena reflexão seja feita diante dos excelentes resultados obtidos pelos atletas brasileiros no ano que passou. Estamos no caminho certo, mas muito longe ainda de poder apontar o país como uma “potência olímpica”, como alguns mais fanáticos podem pensar.

Autor: Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

  1. Primeira
  2. 10
  3. 16
  4. 17
  5. 18
  6. 19
  7. 20
  8. 30
  9. 40
  10. 50
  11. Última