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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015 Ídolos, Mundiais, Musas, Olimpíadas | 19:25

Ysinbayeva volta e já fala em ouro no Rio 2016

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A russa Elena Isinbayeva anuncia em entrevista coletiva seu retorno às competições

Isinbayeva anuncia seu retorno às competições, de olho nas Olimpíadas do Rio (Foto: AP)

Acabou a moleza. A russa Elena Isinbayeva reuniu-se com os jornalistas nesta quinta-feira para anunciar o que muitos já davam como certo: seu retorno às provas do salto com vara neste ano, iniciando sua preparação para as Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016. E a meta não é menos do que retornar para casa com mais uma medalha de ouro para sua coleção.

“Estas serão as minhas Olimpíadas, será o ouro ou nada”, disse Isinbayeva, durante uma entrevista coletiva no CSKA, clube pelo qual irá fazer parte de sua preparação. “Eu já ganhei tudo o que eu poderia querer em minha carreira. Apenas uma nova medalha de ouro poderia ser acrescentada a tudo o que já conquistei”, afirmou a russa, de 32 anos.

Elena Isinbayeva retorna às competições após um período sabático iniciado ao final do Campeonato Mundial de Moscou de 2013, quando após faturar o título parou sua carreira para engravidar. Sua filha nasceu em junho do ano passado.

Não se pode prever como será o retorno de Isinbayeva às competições, quais as dificuldades que ela enfrentará em retomar a antiga forma etc. Mas o seu currículo permite que se espere alguém que ainda poderá brindar os torcedores com momentos inesquecíveis na pista do Engenhão, onde ocorrerão as disputas do atletismo em 2016. A russa é bicampeã olímpica (Atenas 2004 e Pequim 2008); ganhou um bronze olímpico (Londres 2012); foi três vez campeã mundial outdoor (pista descoberta), em 2005, 2007 e 2013; e foi também quatro vezes campeã do mundo em pista coberta (2004, 2006, 2008 e 2012). Ela é dona dos recordes mundiais ao ar livre (5m06) e em pista coberta (5m01).

Se confirmar sua vaga, as Olimpíadas de 2016 só terão a ganhar com uma estrela como Elena Isinbayeva, mesmo que isso represente uma ameaça ao sonho de uma medalha de ouro para o Brasil, com Fabiana Murer.

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sexta-feira, 16 de agosto de 2013 Com a palavra, Ídolos, Mundiais, Musas, Olimpíadas | 12:22

Isinbayeva perdeu uma grande chance de ficar calada

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Elena Isinbayeva se emociona ao receber sua medalha de ouro. Depois, declarações polêmicas

Muita atenção para as duas frases que serão destacadas abaixo:

“Se permitirmos promover e fazer esas coisas [apoio ao movimento gay] nas nossas ruas, ficaremos com medo de nosso próprio país. Nós nos consideramos pessoas normais, homens com mulheres e mulheres com homens”

“Quero deixar claro que respeito o ponto de vista de meus companheiros atletas e quero ressaltar de maneira contundente que sou contra a qualquer discriminação contra os gays por causa de sua sexualidade”

A russa Elena Ysinbayeva pertence a uma classe especial de atletas, aqueles que estão fora do padrão normal, são gênios em suas especialidades. A conquista da medalha de ouro (a terceira) no Mundial de Moscou na última terça-feira é uma prova disso. Ainda por cima, trata-se da única mulher a ter saltado acima dos cinco metros no salto com vara. Não duvido que após a pausa para ter um filho ela possa voltar à velha forma e conquistar o ouro nos Jogos Olímpicos do Rio, em 2016.

Mas Isinbayeva também mostra uma faceta muito comum aos atletas, independentemente do seu país de origem: uma posição extremamente conservadora diante de determinadas situações e uma absurda falta de habilidade com as palavras. As duas declarações, dadas em um intervalo de apenas 24 horas, demonstram isso. E  nem mesmo a desculpa esfarrapada da falta de habilidade com o inglês dá para levar a sério.

Por mais que se fale na questão da soberania de um país, Isinbayeva defende abertamente uma lei retrógrada e discriminatória como a que foi aprovada pelo governo da Rússia. Uma lei que se levada ao pé da letra, pode levar até mesmo à prisão de atletas estrangeiros que irão competir nas Olimpíadas de inverno de 2014, na cidade russa de Sochi. E por se tratar de um ícone do esporte mundial, o mínimo que poderia se esperar dela neste caso seria o bom senso.

Nessa, Isinbayeva demonstrou ter a mesma agilidade de um elefante numa loja de cristais.

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quinta-feira, 19 de julho de 2012 Musas, Olimpíadas, Vídeos | 18:03

Nem dança sexy garante australiana em Londres 2012

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Simpática, carismática e bonita, muito bonita…A jovem australiana Michelle Jenneke, de apenas 19 anos, atleta dos 100 m com barreira, tinha tudo para ser um sucesso de público nas Olimpíadas de Londres 2012, especialmente se repetisse na pista de atletismo do Parque Olímpico a dança graciosa e sexy que fez em uma das eliminatórias de sua prova no recém-encerrado Mundial juvenil da modalidade, disputado em Barcelona.

No aquecimento para a largada da prova, ela encantou a platéia, fazendo uma mistura bem sexy de alongamento e dança. Nas eliminatórias, a gracinha Michelle se deu bem, vencendo com folga sua bateria, com 13s53. Mas na final, não passou de um quinto lugar.

Ah, aviso aos marmanjos: ela não conseguiu índice necessário para competir em Londres.

Veja a dança sexy de Michelle Jenneke, ao som de “Boys, Boys, Boys”:

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domingo, 3 de junho de 2012 Ídolos, Musas, Olimpíadas | 21:07

Uma musa a menos nos Jogos de Londres 2012

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Shawn Johnson abandonou a ginástica com apenas 20 anos

O primeiro grande desfalque na lista de possíveis musas dos Jogos Olímpicos de Londres 2012 foi confirmado neste domingo, após a notícia de que a ginasta Shawn Johnson decidiu pela aposentadoria, por não conseguir se recuperar de uma lesão no joelho esquerdo, o mesmo que ela havia contundido seriamente em 2010, em um acidente de esqui.

Trata-se de um fim de carreira precoce de uma atleta de somente 20 anos e que tinha tudo para se tornar uma das maiores estrelas da história da ginástica artística. Há quatro anos, em Pequim 2008, ela conquistou nada menos do que quatro medalhas, uma de ouro (trave) e três de prata (individual geral, solo e por equipe), tudo isso com somente 16 anos. Era de se esperar que brilhasse ainda mais em Londres. Mas o acidente em 2010 mudou tudo.

Johnson ainda ensaiou um retorno, tendo integrado a equipe dos EUA que disputou os Jogos Pan-Americanos de Guadalajara 2011 e ficou com ouro por equipe. Mas neste ano, o joelho voltou a incomodar bem mais. “Era o momento certo de parar e assim ser saudável para o resto da minha vida”, disse Shawn Johnson, em entrevista à agência Associated Press.

Por sinal, o caso desta repentina aposentadoria levanta a questão sobre o preço que se cobrar para ser atleta de alto nível. Alguém já disse que a última coisa que esporte de alto nível traz é vida saudável. São tantas lesões que o fim de carreira costuma ser penoso para a maioria. No caso de Shawn Johnson, a conta veio cedo demais, para decepção de muitos fãs da ginástica artística.

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quarta-feira, 28 de setembro de 2011 Musas, Pan-Americano | 09:30

Jennie Finch, o grande desfalque do Pan de Guadalajara

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O legal de uma competição como os Jogos Pan-Americanos é você ficar sabendo de notícias sobre modalidades que quase não costuma acompanhar nos três anos anteriores ao evento. É o caso do softbol, versão feminina do beisebol e de pouca representatividade no Brasil. Mas só por aqui, porque nos EUA, por exemplo, é muito popular. A ponto de produzir uma musa (e que musa!) como Jennie Finch, campeã olímpica em Atenas-04 e prata em Pequim-08 e grande nome da seleção americana. Ou seja, além de bonita, ainda jogava muito

Só que aí descubro, nesta nota publicada pelo iG Esporte, de autoria da repórter Ana Carolina Cordovano, que a loiraça não participará do Pan de Guadalajara, porque decidiu se aposentar. Mãe de dois filhos, ela ainda apoia a modalidade, mas somente fora de campo.

Mas não fique triste: na galeria abaixo, mate um pouco as saudades da linda e competente Jennie Finch.

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segunda-feira, 26 de setembro de 2011 Com a palavra, Ídolos, Imprensa, Mundiais, Musas, Olimpíadas, Pan-Americano | 23:35

Fabiana Murer, uma campeã com os pés no chão

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“Ele foi fundamental, me ensinou a saltar novamente”


Fabiana Murer exibe a bandeira brasileira para comemorar o título mundial no salto com vara

Esta frase, extraída de um trecho de uma declaração dada nesta segunda-feira, em uma twitcam (na verdade, de “cam” mesmo não teve nada, pois o equipamento falhou e o papo rolou pelo twitter mesmo), mostra bem a forma serena e objetiva de pensar de Fabiana Murer, ganhadora da única medalha de ouro do Brasil em Mundiais de atletismo. Ao contrário do que muitos atletas, que embriagados pela fama imediata se esquecem dos verdadeiros responsáveis pelas suas conquistas, Fabiana Murer não pensou duas vezes em destacar a importância do técnico ucraniano Vitaly Petrov nesta medalha de ouro.

É justamente este jeito sereno, sem marketing, com os pés no chão, que cativa em Fabiana Murer. Só mesmo algo muito extremo para tirá-la de seu eixo, como foi o episódio da perda das varas nas Olimpíadas de Pequim. O normal de Fabiana Murer é esse aí: sem se deslumbrar ou desesperar  por qualquer coisa.

Da mesma forma com que garante que irá brigar pelo ouro no Pan de Guadalajara, daqui a pouco menos de 20 dias, Fabiana Murer não descarta alcançar a quase inalcançável marca de 5 metros em 2012 e também buscar o título olímpico nos Jogos de Londres. E tudo isso é dito de uma forma sincera, sem afetação ou prepotência.

Quem dera o esporte brasileiro tivesse outras atletas com o comportamento e perfil de Fabiana Murer.

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sábado, 20 de agosto de 2011 Ídolos, Mundiais, Musas | 21:19

Croata dançarina busca o tri no Mundial de atletismo

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Nesta semana, a atleta croata Blanka Vlasic, depois de ameaçar desistir, confirmou sua participação no Campeonato Mundial de Atletismo, que começa no próximo sábado na cidade de Daegu, na Coreia do Sul, buscando o tricampeonato mundial no salto em altura. Um dos maiores nome da modalidade, Blanka ainda não está totalmente recuperada de uma lesão muscular na perna esquerda. Mas disse que mesmo sem estar 100%, não conseguiria ver a competição de sua casa, em Split, na Croácia.

Os fãs também festejaram a decisão da musa croata. Além da oportunidade de tentar vê-la repetir os feitos dos Mundiais de Osaka 92007) e Berlim (2009), haverá uma torcida enorme para saber qual a dança que Blanka irá fazer em caso de vitória, exatamente como fez nos Mundiais anteriores.

Uma dancinha bem sexy, diga-se de passagem, como você pode conferir nos vídeos abaixo:

Primeiro, a “dança” após o primeiro título mundial, em Osaka:

Depois, a “dancinha” feita no bi, em Berlim:

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terça-feira, 26 de julho de 2011 Ídolos, Musas, Olimpíadas | 22:33

Atenção dividida?

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Ok, está certo que a natação no Mundial de Esportes Aquáticos de Xangai ainda está praticamente no começo. Mas muita gente pode estar estranhando o desempenho de Michael Phelps. O supercampeão norte-americano, dono de oito medalhas de ouro nas Olimpíadas de Pequim, em 2008, ainda não “brilhou” na China – embora já tenha ganho uma medalha de prata nos 200m livre e uma de bronze no revezamento 4 x 100m livre. Portanto, tudo o que se diz sobre Phelps merece ter um certo cuidado, para não queimar a língua.

Mas se alguém gosta de “teorias  da conspiração”, as fotos abaixo podem explicar os motivos desta, digamos, performance pouco dourada de Phelps: a presença em Xangai da namorada Nicole Johnson, ex-miss Califórnia.

E aí, será que a dona Nicole anda desviando a atenção de Michael Phelps? O que você acha?

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segunda-feira, 4 de julho de 2011 Isso é Brasil, Musas, Olimpíadas, Pan-Americano | 18:38

As "gêmeas do nado sincronizado" são atletas ou VIPs?

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As gêmeas do nado sincronizado, ao lado do presidente do Vasco, Roberto Dinamite

Sim, reconheço: serei implicante agora. Mas é que algumas coisas no universo do esporte brasileiro me incomodam profundamente. Uma destas coisas é a presença sempre constante na mídia das gêmeas Bia e Bianca Feres, mais conhecidas no mundo do esporte brasileiro como as gêmeas do nado sincronizado. Só que o local onde menos você vê notícias referentes às duas atletas não são em reportagens ligadas ao nado sincronizado.

Bia e Bianca ficaram famosas na época do Pan do Rio, em 2007, preenchendo um vazia deixado por outras gêmeas, Isabela e Carolina de Moraes, que chegaram a disputar os Jogos Olímpicos de Sydney-00 e Atenas-04. A grande diferença é que Isabela e Carolina faziam o dueto, enquanto Bia e Bianca disputam por equipe, ou seja, não são as protagonistas. Além disso, as duas primeiras gêmeas chegaram a disputar uma final olímpica (em Atenas). Já Bia e Bianca foram bronze no Pan de 2007.

Por causa de sua beleza estonteante, as duas começaram a ser chamadas para estrelas campanhas publicitárias, tiveram um programa na MTV, fizeram ensaios sensual para a revista “VIP”, e mais recentemente, transformaram-se numa espécie de mascotes do Vasco da Gama. Estiveram em Curitiba, na decisão da Copa do Brasil, e nesta segunda-feira marcaram presença no lançamento do novo uniforme do clube vascaíno.

Nada contra esta exposição. Cada um sabe onde aperta o calo. Mas me parece que as duas belas gatinhas ainda não sabem se querem continuar investindo na carreira esportiva, onde as doses de sacrifício são cavalares – e os resultados difíceis de conquistar -, ou vão preferir pelo caminho mais agradável do mundo das celebridades.

Por que enquanto continuarem com um pé em cada canoa, as duas não estarão ajudando a divulgar o nado sincronizado. Mas sim trabalhando em causa própria.

Veja também:

>>A embaixadora do Pan de Guadalajara

>>Juliana Veloso fora do Mundial. Uma musa a menos

>>Guadalajara inaugura centro aquático para o Pan 2011

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quinta-feira, 30 de junho de 2011 Musas, Pan-Americano | 23:45

As dançarinas do Pan 2011 vêm aí!

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Apresentação de integrantes do grupo de dançarinas profissionais selecionadas para entreter a torcida no Pan de Guadalajara

Os torcedores forem acompanhar ao vivo os Jogos Pan-Americanos de Guadalajara terão uma atração extra nos intervalos das competições. Um grupo de 36 bailarinos profissionais – 24 mulheres e 12 homens – já foram selecionados para atuar na competição poliesportiva das Américas, que começará em 14 de outubro.

“O objetivo deste grupo, além de entreter e animar a torcida, é transmitir a todos os que vierem a Guadalajara uma experiência única, integrando todos os povos da América”, discursou Laura Covvarubias, diretora de entretenimento e animação para o Pan 2011. E o trabalho será duro: o grupo de dançarinos terá pouco mais de três meses para memorizar as 26 coreografias diferentes.

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