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sexta-feira, 7 de março de 2014 Ídolos, Imprensa, Jogos Sul-Americanos | 18:45

Thiago Pereira critica ausência das tevês do Brasil nos Jogos Sul-Americanos. Este é o país olímpico mesmo?

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Thiago Pereira criticou a ausência das tevês brasileiras nos Jogos Sul-Americanos

Thiago Pereira criticou a ausência das tevês brasileiras nos Jogos Sul-Americanos

Atualizado

O nadador brasileiro Thiago Pereira acertou em cheio naqueles pachecos que gostam de bater no peito e dizer que o Brasil está no caminho para se tornar um país olímpico, apenas por causa de algumas medalhas ou títulos esporádicos. O país pode até virar uma potência olímpica, mas isso ainda vai demorar alguns bons anos para acontecer. A começar, pela própria postura da maioria absoluta dos meios de comunicação brasileiros, que ainda vivem na era da monocultura esportiva (leia-se, futebol) e só se lembram dos esportes olímpicos a cada dois anos (leia-se Pan-Americanos e Olimpíadas).

Em seu site oficial, Thiago criticou o fato de nenhum canal de tevê ter mostrado interesse em transmitir os Jogos Sul-Americanos, que começaram nesta sexta-feira, em Santiago (CHI). Em especial, o nadador – vice-presidente da Comissão de Atletas do FINA (Federação Internacional de Natação) e integrante da Comissão de Atletas do COB (Comitê Olímpico Brasileiro) – reclamou do fato da TV Record, que detém os direitos de transmissão do evento, não ter colocado os Jogos em sua grade de programação.

Veja mais sobre os Jogos Sul-Americanos

>>> Jogos Sul-Americanos valem muito para 12 esportes
>>> COB usará os Jogos Sul-Americanos para fazer experiências

Leia abaixo o texto de Thiago Pereira:

“Está cada vez mais difícil ser um atleta olímpico no Brasil. Sem visibilidade não temos retorno dos patrocinadores, algo que é inadmissível faltando dois anos e meio para uma Olimpíada em nossa casa. Nós precisamos ficar em evidência e o Sul-Americano é muito importante. Concordo que somos o País do futebol, é uma questão cultural, mas há espaço. Vejo tudo isso como uma falta de respeito aos atletas brasileiros”.

 “A Record diz que é a emissora do esporte olímpico brasileiro. Gostaria de saber o real motivo de não transmitirem as nossas provas, não só da natação, mas de todas as modalidades”.

Thiago Pereira, que foi medalha de prata nas Olimpíadas de Londres 2012, nos 400 m medley, além de dois bronzes no Mundial de Barcelona (200 e 400 m medley) cairá na piscina em Santiago neste sábado, na prova dos 100 m costa.

Procurada pelo blog a respeito do texto divulgado no site de Thiago Pereira, a TV Record, através de sua assessoria, disse que não iria se manifestar sobre o assunto.

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quarta-feira, 5 de março de 2014 Jogos Sul-Americanos, Pan-Americano, Seleção brasileira | 19:32

Jogos Sul-Americanos valem muito para 12 esportes

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Jogos Sul-AmericanosPara muitos, os Jogos Sul-Americanos, que começam oficialmente nesta sexta-feira em Santiago, no Chile, tem pouca ou quase nenhuma serventia. Para o COB (Comitê Olímpico Brasileiro), não é bem assim. A competição servirá de primeiro teste que a entidade pretende dar a alguns atletas sem rodagem internacional em competições poliesportivas, bem como mostrar a força de algumas modalidades, que enviarão à capital chilena algumas de suas principais estrelas.

Mas para algumas modalidades, estes Jogos Sul-Americanos valem bastante. Será em Santiago que ocorrerá a definição de vagas para o evento esportivo mais importante das Américas, o Pan-Americano de 2015, que será realizado em Toronto. Estarão em jogo no Chile vagas para os torneios de boliche, caratê, esqui aquático (modalidades exclusivas do Pan), além de ser classificatório para esportes olímpicos como o handebol, hipismo (saltos e adestramento), judô, luta olímpica, pentatlo moderno, hóquei na grama, rúgbi e triatlo.

No handebol feminino, por exemplo, o Brasil terá 11 jogadoras que foram campeãs mundiais na Sérvia no final de 2013, enquanto que Yane Marques, medalhista de bronze em Londres 2012 no penatlo, também marcará presença no Chile.

Na natação, haverá uma motivação extra além da briga pelas medalhas: os Jogos Sul-Americanos servirão de primeira oportunidade para os integrantes da delegação brasileira conseguirem o índice para a disputa do Pan-Pacífico, principal competição do calendário 2014 na natação. Thiago Pereira, medalhista no Mundial 2013 e em Londres 2012, já avisou que pretende cravar o índice nos 200 m medley, sua prova favorita, ainda em Santiago.

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quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014 Jogos Sul-Americanos, Seleção brasileira | 10:00

COB usará Jogos Sul-Americanos para fazer experiências

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Jogos Sul-AmericanosCompetição de segundo escalão entre os esportes olímpicos, os Jogos Sul-Americanos de 2014, que terão como sede a cidade de Santiago (CHI), a partir do próximo dia 7 de março, servirão como uma espécie de laboratório para o COB (Comitê Olímpico Brasileiro). Em pleno ciclo olímpico para os Jogos do Rio 2016, a entidade usará o evento para dar mais rodagem a jovens atletas que nunca tiveram experiência em um competição de nível poliesportivo internacional. Ao mesmo tempo, levará algumas de suas estrelas, que poderão ajudar a ampliar o número de medalhas ao final da competição. Nas duas últimas edições (2006 e 2010), o Brasil ficou na segunda colocação no quadro geral de medalhas.

Segundo Jorge Bichara, gerente geral de performance esportiva do COB, para algumas modalidades os Jogos Sul-Americanos são uma competição interassante do ponto de vista esportivo. “Esportes que tenham a questão do tempo como parâmetro para avaliar a performance poderão aproveitar melhor sua participação nesta competição”, afirmou. Há até modalidades que terão os Sul-Americanos como seletiva para o Pan-Americano de Toronto 2015. É o caso do pentatlo moderno, que terá a presença da medalhista olímpica em Londres 2012, Yane Marques.

Também demonstraram a intenção de levar equipes completas o boxe e o taekwondo, segundo Bichara. Já o atletismo e a natação deverão enviar equipes mistas, alternando novatos com atletas consagrados. No caso do atletismo, várioas atletas da seleção principal irão a Santiago, como Mauro Vinícius da Silva, o Duda, Ana Cláudia Lemos e Fabiana Murer, campeã mundial do salto com vara. O handebol feminino, por exemplo, contará com a presença de várias atletas que foram campeãs mundiais em dezembro, na Sérvia.

Alguns esportes, contudo, disseram não aos Jogos. É o caso do basquete, que abriu mão de mandar equipes para disputar os torneios masculino e feminino, alegando que não teria como desfalcar os clubes participantes das respectivas ligas nacionais.

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domingo, 19 de janeiro de 2014 Jogos Sul-Americanos, Seleção brasileira | 11:15

Com mudanças, luta se prepara para os Jogos Sul-Americanos

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Atletas da seleção brasileira de lutas durante palestra durante os treinos no Cefan

Atletas da seleção brasileira de lutas acompanham palestra durante os treinos no Cefan

Passou batido em razão das festas de final de ano, mas a luta olímpica já apresenta algumas das novidades que se comprometeu a realizar no esporte ao COI (Comitê Olímpico Internacional), quando foi colocada em votação sua permanência no programa olímpico, em setembro de 2013. No último dia 17 de dezembro, a CBLA (Confederação Brasileira de Lutas Associadas) publicou em seu site importantes modificações anunciadas pela FILA (Federação Internacional de Lutas Associadas) nas categorias de peso nos estilos livre (masculino e feminino) e greco-romana.

Os homens perderam uma categoria de peso no greco-romano e livre, enquanto o estilo livre feminino terá duas categorias olímpicas a mais. E nesta nova configuração, os atletas da seleção brasileira já começaram a preparação para os Jogos Sul-Americanos, que serão realizados em Santiago (CHI), em março. Os treinos estão sendo realizados no Cefan, no Rio de Janeiro.

>>> Leia também: Após ‘susto’ do COI, luta faz seu Mundial de olho em mudanças

Ao todo são seis atletas em cada estilo, totalizando 36 lutadores, divididos em equipes A e B. Só ao final do período de treinos é que será definida a seleção que irá a Santiago

Os lutadores convocados pela direção técnica da CBLA, já dividos nas respectivas equipes e novas categorias de peso, são os seguintes:

EQUIPE A

LUTA FEMININA (ESTILO LIVRE)

48 kg – Susana Almeida dos Santos (RJ)

53 kg – Camila Fama Tristão (SP)

58 kg – Joice Silva (RJ)

63 kg – Lais Nunes Oliveira (SP)

69 kg – Gilda Oliveira (SP)

75 kg – Aline Ferreira (SP)

ESTILO LIVRE MASCULINO

57 kg – Wellington Silva (RJ)

65 kg – Waldeci Silva (AM)

74 kg – Rafael Aparecido (SP)

86 kg – Adrian Jaoude (RJ)

97 kg – Juan Isidoro Bitencourt (SP)

125 kg – Hugo Cunha (RJ)

ESTILO GRECO-ROMANO

59 Kg – Diego Romanelli (MG)

66 kg – Rafael Messias Páscoa (MG)

75 kg – Ângelo Moreira (MG)

85 kg – Ronison Santiago Brandão (SP)

98 kg – Davi Albino (RJ)

130 kg – Antônio Henriques dos Santos (SP)

EQUIPE B

LUTA FEMININA

48 kg – Kamila Barbosa (SP)

53 kg – Mayara Graciano (SP)

58 kg – Giullia Penalber (RJ)

63 kg – Dailane Gomes (RJ)

69 kg – Helena Romanelli (MG)

75 kg – Keila Silva (GO)

ESTILO GRECO-ROMANO

59 kg – Arley Machado (RJ)

66 kg – André Felipe Feitosa (RJ)

75 kg – Richard Moura (MG)

85 kg – Wanderson Souza (SP)

98 kg – Robson Kato (SP)

130 kg – Ramon Denier (RN)

ESTILO LIVRE MASCULINO

57 kg – Rafael Sales (MG)

65 kg – Douglas Vieira (RJ)

74 kg – Allan Ferreira (AM)

86 kg – Pedro Rocha (RJ)

97 kg – Alexandre Santos (AM)

125 kg – Antoine Jaoude (RJ)

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sábado, 18 de janeiro de 2014 Isso é Brasil, Jogos Sul-Americanos, Mundiais, Olimpíadas, Seleção brasileira | 22:04

Mesmo sem estrelas do Mundial, handebol acerta ao trazer seleção para o Brasil

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A central Mayara estará na fase de treinamentos no final do mês, em São Bernardo do Campo

A central Mayara, campeã mundial em dezembro, na Sérvia, estará na fase de treinamentos no final do mês, em São Bernardo do Campo

O handebol feminino do Brasil começa 2014 disposto a surfar na onda das glórias do inédito título mundial, obtido em dezembro do ano passado, na Sérvia, e acerta na mosca na iniciativa. Para não deixar a modalidade cair no esquecimento do torcedor, a CBHb (Confederação Brasileira de Handebol) decidiu fazer uma fase de treinamentos a partir do próximo dia 26, em São Bernardo do Campo (SP). O período de treinamentos irá se encerrar com um amistoso contra a República Dominicana, no dia 2 de fevereiro, na mesma cidade. Apenas quatro das 16 jogadoras campeãs do mundo estarão presentes e nem o técnico dinamarquês Morten Soudbak estará presente, mas este é o menor dos problemas, pode ter certeza.

Esporte que ainda está longe de ser considerado popular no país, o handebol precisa aproveitar todas as oportunidades para conseguir reforçar sua marca. E fará isso justamente na cidade onde será inaugurado um centro de treinamento de alto rendimento, provavelmente ainda este ano. Além disso, aproveitará o período de treinos para observar novas jogadoras e iniciar a preparação para os Jogos Sul-Americanos de Santiago (CHI), em março.

Lembrem-se que o time campeão do mundo tem uma média de quase 27 anos, mas as principais jogadoras, como Alexandra Nascimento, Deonise e Dani Piedade, já passaram dos 30 anos. O processo de renovação precisa começar logo, de olho não nos Jogos de 2016, no Rio de Janeiro, mas em 2020, em Tóquio.

Por isso, se você vibrou e comemorou o título da seleção feminina diante da Sérvia, naquele histórico 22 de dezembro de 2013, pode aproveitar a oportunidade para prestigiar a nova geração do handebol do Brasil. As campeãs mundiais que estarão nesta fase de treinamento são Mayara, Amanda, Deborah Hannah e Elaine. O time será comandado pelo assistente técnico Alex Aprile.

Confira abaixo as convocadas para o período de treinos em São Bernardo do Campo:

Goleiras: Ariadne Tomaz Moreira (Metodista/São Bernardo-SP), Flávia Vidal (Santo André-SP) e Jéssica Silva de Oliveira (Supergasbras/UNC/Concórdia-SC).

Armadoras: Amanda de Andrade (Supergasbras/UNC/Concórdia-SC), Juliana Malta Varela de Araújo (MKS Zaglebie Lubin – Polônia), Patricia Batista da Silva (Toulon Saint-Cyr Var Handball-França) e Patricia Diane de Jesus (FADENP/São José dos Campos-SP).

Centrais: Deborah Hannah Pontes Nunes (Metodista/São Bernardo-SP), Isabella Ansolin (Supergasbras/UNC/Concórdia-SC), Mayara Fier de Moura, Patricia Matieli Machado (Liga Itapeviense de Handebol-SP).

Pontas: Agda Gonçalves Pereira (Supergasbras/UNC/Concórdia-SC), Célia Costa Coppi (Metodista/São Bernardo-SP), Daise de Oliveira Souza (Associação de Handebol de Umuarama-PR), Dayane Pires da Rocha (Esporte Clube Pinheiros-SP) e Fernanda Barbosa Vaz (Santo André-SP).

Pivôs: Elaine Gomes Barbosa (Associação Cultural e Esportiva Força Atlética-GO), Fernanda Rigo Marques (Associação de Handebol de Umuarama-PR), Regiane dos Santos Silva (Metodista/São Bernardo-SP) e Tamires Morena Lima de Araújo (Supergasbras/UNC/Concórdia-SC).

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terça-feira, 31 de dezembro de 2013 Jogos Sul-Americanos, Listas, Mundiais, Olimpíadas | 15:20

O calendário 2014 do esporte olímpico

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Sochi 2014

O ano de 2014, que já está quase aí batendo na nossa porta, tem como principal destaque esportivo a disputa da Copa do Mundo de futebol, no Brasil. Mas terá muito esporte olímpico também, com direito a eventos muito importantes.

A principal competição será daqui a pouco, em fevereiro, com a realização dos Jogos Olímpicos de inverno em Sochi, na Rússia, a partir de 7 de fevereiro. O ano de 2014 também terá os Jogos Olímpicos da Juventude, em Nanjing (China) e os Jogos Sul-Americanos, em Santiago (Chile), ambos eventos importantes na preparação dos atletas para as Olimpíadas de 2016.

E também será o ano dos Mundiais de basquete, na Espanha (masculino) e Turquia (feminino); de vôlei, na Polônia (masculino) e Itália (feminino); e o Mundial de atletismo em pista coberta, na cidade de Sopot (Polônia).

Não vai faltar evento para o fã dos esportes olímpicos neste novo ano.

E o blogueiro aproveita também para desejar um Feliz 2014 aos leitores!

JANEIRO

3 a 5 – Semana Internacional de vela – Rio de Janeiro (BRA)
10 a 18 – Liga Mundial masculina de hóquei na grama (final) – Nova Déli (IND)
25/1 a 1º/2 – Semana Olímpica de vela – Miami (EUA)
13 a 26 – Aberto da Austrália de tênis 31/1 a 2/2 – Copa Davis de tênis (1ª rodada)

FEVEREIRO

7 a 23 – Jogos Olímpicos de inverno – Sochi (RUS)
26/2 a 2/3 – Campeonato Mundial de ciclismo de pista – Cali (COL)

MARÇO

7 a 9 – Campeonato Mundial indoor de atletismo – Sopot (POL)
7 a 18 – Jogos Sul-Americanos – Santiago (CHI)
13 a 17 – Campeonato Sul-Americano de nado sincronizado – Santiago (CHI)
29 – Mundial de Meia Maratona de atletismo – Copenhague (DIN)
29/3 a 5/4 – Semana Olímpica de vela – Palma (ESP)

ABRIL

1 a 6 – Campeonato Latino-Americano de tênis de mesa – Santo Domingo (DOM)
4 a 6 – Copa Davis de tênis (4ª de final)
19 a 26 – Semana Olímpica de vela – Hyères (FRA)
24 a 26 – Campeonato Pan-Americano de judô – Guaiaquil (EQU)
26/4 a 3/5 – Campeonato Mundial de tênis de mesa – Suzhou (CHN)

MAIO

9/5 a 1º/6 – Giro d’Italia de ciclismo estrada – Itália
24 a 25 – Campeonato Mundial de revezamentos de atletismo – Nassau (BAH)
23/5 A 20/7 – Liga Mundial masculina de vôlei – vários locais
25/5 a 8/6 – Torneio de tênis de Roland Garros – Paris (FRA)
26/5 a 2/6 – Campeonato Pan-Americano de levantamento de peso – Santo Domingo (DOM)
31/5 a 15/6 – Copa do Mundo masculina e feminina de hóquei na grama – Hague (HOL)

JUNHO

12/6 a 13/7 – Copa do Mundo de futebol – Brasil
23/6 a 6/7 – Torneio de tênis de Wimbledon – Londres (ING)

JULHO

5 a 27 – Tour de France de ciclismo estrada – França
16 a 23 – Campeonato Mundial de esgrima – Kazan (RUS)
23 a 27 – Campeonato Mundial de ciclismo BMX – Roterdã (HOL)
23/7 a 3/8 – Jogos da Comunidade Britânica – Glasgow (ESC)

AGOSTO

1º a 3 – Campeonato Ibero-Americano de atletismo – São Paulo (BRA)
1º a 24 – Grand Prix feminino de vôlei – vários locais
3 a 9 – Evento-teste para as Olimpíadas do Rio 2016 – Rio de Janeiro (BRA)
16 a 28 – Jogos Olímpicos da Juventude – Nanjing (CHN)
21 a 25 – Pan-Pacific de natação – Gold Coast (AUS)
23/8 a 7/9 – Jogos Equestres Mundiais – Normandia (FRA)
23/8 a 14/9 – Vuelta a España – ciclismo estrada – Espanha
23 a 31 – Campeonato Mundial de remo – Amsterdã (HOL)
25 a 31 – Campeonato Mundial de judô – Chelyabinsk (RUS)
25/8 a 7/9 – Aberto dos EUA de tênis – Nova York (EUA)
30/8 a 14/9 – Copa do Mundo masculina de basquete – Espanha

SETEMBRO

1º a 9 – Campeonato Mundial de pentatlo moderno – Varsóvia (POL)
3 a 21 – Campeonato Mundial masculino de vôlei – Polônia
8 a 14 – Campeonato Mundial de luta olímpica – Tashkent (UZB)
8 a 21 – Campeonato Mundial de vela – Santander (ESP)
12 a 14 – Copa Davis de tênis (semifinais)
17 a 21 – Campeonato Mundial de canoagem slalom – Maryland (EUA)
21 a 28 – Campeonato Mundial de ciclismo estrada – Espanha
21 a 28 – Campeonato Mundial de ginástica rítmica – Izmir (TUR)
23/9 a 12/10 – Campeonato Mundial feminino de vôlei – Itália
27/9 a 5/10 – Campeonato Mundial feminino de basquete – Turquia

OUTUBRO

Data a definir – Campeonato Mundial de boxe – Local a definir

NOVEMBRO

4 a 16 – Campeonato Mundial de levantamento de peso – Almaty (KAZ)
9 a 16 – Finais da ATP de tênis – Londres (ING)
21 a 23 – Copa Davis de tênis (final)

DEZEMBRO

3 a 7 – Campeonato Mundial de natação em piscina curta – Doha (CAT)

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sexta-feira, 8 de março de 2013 Jogos Sul-Americanos, Olimpíadas, Pan-Americano, Política esportiva | 19:27

O papel de Hugo Chavez no esporte da Venezuela

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O campeão olímpico Ruben Limardo, ouro na esgrima, cumprimenta Hugo Chavez no retorno da delegação da Venezuela de Londres

É indiscutível a importância do presidente venezuelano Hugo Chavez, que morreu última terça-feira, vítima de um câncer, na história da América Latina. Concorde-se ou não com sua ideologia política, é inegável a melhora na qualidade de vida da população carente venezuelana. Basta ver as fotos mostrando a multidão que acompanhou seu funeral e velório para se ter uma ideia de sua popularidade.

Mas Chavez também teve um papel fundamental na evolução do esporte olímpico da Venezuela. É visível o crescimento do país a partir do momento em que ele chegou ao poder, em 2002.  Com forte apoio estatal, especialmente em modalidades individuais, a Venezuela passou a deixar de ser conhecida apenas como o “país do beisebol” e começou a se destacar em outras modalidades. Ainda de forma tímida, é verdade, mas algo que não pode passar incógnito.

Para os Jogos de Londres 2012, por exemplo, o país investiu em sua preparação olímpica, segundo dados do Ministério do Esporte venezuelano, R$ 709 milhões, mais do que o Brasil investiu para a competição. Mesmo não mostrando o mesmo desempenho brasileiro em terras britânicas (foram 17 medalhas no total e três de ouro), a Venezuela conseguiu acabar com um jejum de 44 anos e conquistar sua segunda medalha de ouro na história, com Rubén Limardo, na esgrima. O outro ouro veio com Francisco Rodriguez, no boxe, nos Jogos da Cidade do México 1968.

Em outras competições poliesportivas, como Pan-Americanos e Sul-Americanos, o crescimento da Venezuela foi constante no período Chavez. Veja os números abaixo:

Jogos Sul-Americanos

Medalhas antes de Chavez assumir
Cuenca 1998 – 126 (50 ouro/ 47 prata/ 29 bronze)

Medalhas após Chavez assumir
Brasil 2002 – 231 (97 ouro/ 70 prata/ 64 bronze)
Buenos Aires 2006 – 278 (96 ouro/ 85 prata/ 97 bronze)
Medellín 2010 – 263 (89 ouro/ 77 prata/ 97 bronze)
No geral: 1191 (443 ouro/ 370 prata/ 378 bronze)

Jogos Pan-Americanos

Medalhas no último Pan antes de Chavez assumir
Winnipeg 1999 – 40 (7 ouro/ 16 prata/ 17 bronze) – 8º no geral

Medalhas após Chavez assumir
Santo Domingo 2003 – 64 (16 ouro/ 21 prata/ 27 bronze)
Rio de Janeiro 2007 – 70 (12 ouro/ 23 prata/ 35 bronze)
Guadalajara 2011 – 72 (12 ouro/ 27 prata/ 33 bronze)
No geral: 524 (85 ouro/ 182 prata/ 257 bronze)

Olimpíadas

Medalhas antes de Chavez assumir
Los Angeles 1984 – 3 (3 bronze)

Medalhas após Chavez assumir
Atenas 2004 – 2 (2 bronze)
Pequim 2008 – 1 (1 bronze)
Londres 2012 – 1 (1 ouro)
No geral: 12 (2 ouro/ 2 prata/8 bronze)

Mas o maior feito do período em que Hugo Chavez comandou a Venezuela não está propriamente no esporte de competição. Desde o ano passado, uma nova lei passou a assegurar o direito ao esporte na Constituição do país. Segundo esta lei, toda empresa com um  determinado faturamento tem que destinar 1% de seu lucro a um fundo de desenvolvimento do esporte. Além disso, torna obrigatória a realização das aulas de educação física nas escolas e estipula a eleição direta pelos dirigentes esportivos pelos próprios atletas.

Apenas para ficar neste último item, dá para ver que o Brasil esportivo tem o que aprender com a Venezuela de Hugo Chavez.

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