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sexta-feira, 22 de agosto de 2014 Ídolos, Olimpíadas, Seleção brasileira | 22:21

Velozes e furiosos, parte 3

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Matheus Santana se prepara para disputar a final dos 100 m livre em Nanquim

Matheus Santana se prepara para disputar a final dos 100 m livre em Nanquim – Foto: Wander Roberto/Inovafoto/COB

Esta sexta-feira (22) em Nanquim, na China, sétimo dia de competições dos Jogos Olímpicos da Juventude, mostrou que o Brasil seguirá nos próximos anos mantendo a tradição de ter alguns dos principais velocistas da natação mundial. Ao conquistar a medalha de ouro nos 100 m livre e ainda por cima quebrar o recorde mundial juvenil, o carioca Matheus Santana, de 18 anos, mostra que a geração brasileira de nadadores velozes e furiosos continuará brilhando por muito tempo.

Ao cravar o tempo de 48s25, batendo a melhor marca do mundo (que por sinal já era dele, com 48s35) na final das Olimpíadas da Juventude, Santana simplesmente garantiu um lugar entre os 10 mais velozes nadadores do planeta em 2014 nos 100m livre. O brasileiro igualou-se aos russos Andrey Grechin e Vladimir Morozov com a sexta melhor marca na distância.

À sua frente, ficaram apenas alguns dos grandes nomes dos 100 m livre na atualidade, como o australiano James Magnussen (dono da melhor marca do ano, com 47s59), o francês Florent Manaudou (terceiro mais veloz, com 47s98) e o brasileiro Cesar Cielo (dono do quinto melhor tempo, com 48s13).

Matheus Santana mostrou na China que pode dar sequência a uma geração talentosa do Brasil nas provas rápidas da natação mundial e que já dura mais de 20 anos, desde Gustavo Borges e Fernando Scherer, chegando no próprio Cielo, campeão mundial e recordista do mundo nos 100 livre, e Bruno Fratus.

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1 comentário | Comentar

  1. 51 charles fernandes 23/08/2014 10:59

    Sabem, fico imaginado como é vida de preparo destes atletas. Que tipo de apoio eles tem do governo brasileiro para participar deste evento? Será que quando se fala que o atleta do Brasil ganhou a medalha de ouro não é uma frase muito injusta? Ora Acho que seria mais honesto dizer que ” o atleta brasileiro, Mattheus Santana ganhou a medalha…”. Ora parece que os méritos são do país e não do atleta. Acho que o pais não merece o mérito da medalha. Parece que a medalha é um patrimônio em que as emissoras fazem questão de encher o peito e dizer “É do Brasil”, com a maior propriedade do mundo. Pais tão corrupto, aí sim pode-se dizer que o pais é corrupto, pois somos nós que os elegemos. Hospitais que são verdadeiros matadouros, políticas econômicas para favorecer a certos seguimentos da sociedade, e sem falar na educação que é uma desgraça para a nossa nação. E ainda querem sorrir com a medalha do cara, com a luta e o esforço que só ele pode fazer para conquistar? Um atleta deste nível tinha que ter todo o apoio das federações nacionais e governamentais, para aí sim poderem dizer que é do Brasil(como é nos EUA e Europeus). Seria interessante se os países pudessem fazer como os jogadores de futebol, volei; comprar o atleta para defender seus times.

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