Publicidade

Arquivo de dezembro, 2013

terça-feira, 31 de dezembro de 2013 Jogos Sul-Americanos, Listas, Mundiais, Olimpíadas | 15:20

O calendário 2014 do esporte olímpico

Compartilhe: Twitter

Sochi 2014

O ano de 2014, que já está quase aí batendo na nossa porta, tem como principal destaque esportivo a disputa da Copa do Mundo de futebol, no Brasil. Mas terá muito esporte olímpico também, com direito a eventos muito importantes.

A principal competição será daqui a pouco, em fevereiro, com a realização dos Jogos Olímpicos de inverno em Sochi, na Rússia, a partir de 7 de fevereiro. O ano de 2014 também terá os Jogos Olímpicos da Juventude, em Nanjing (China) e os Jogos Sul-Americanos, em Santiago (Chile), ambos eventos importantes na preparação dos atletas para as Olimpíadas de 2016.

E também será o ano dos Mundiais de basquete, na Espanha (masculino) e Turquia (feminino); de vôlei, na Polônia (masculino) e Itália (feminino); e o Mundial de atletismo em pista coberta, na cidade de Sopot (Polônia).

Não vai faltar evento para o fã dos esportes olímpicos neste novo ano.

E o blogueiro aproveita também para desejar um Feliz 2014 aos leitores!

JANEIRO

3 a 5 – Semana Internacional de vela – Rio de Janeiro (BRA)
10 a 18 – Liga Mundial masculina de hóquei na grama (final) – Nova Déli (IND)
25/1 a 1º/2 – Semana Olímpica de vela – Miami (EUA)
13 a 26 – Aberto da Austrália de tênis 31/1 a 2/2 – Copa Davis de tênis (1ª rodada)

FEVEREIRO

7 a 23 – Jogos Olímpicos de inverno – Sochi (RUS)
26/2 a 2/3 – Campeonato Mundial de ciclismo de pista – Cali (COL)

MARÇO

7 a 9 – Campeonato Mundial indoor de atletismo – Sopot (POL)
7 a 18 – Jogos Sul-Americanos – Santiago (CHI)
13 a 17 – Campeonato Sul-Americano de nado sincronizado – Santiago (CHI)
29 – Mundial de Meia Maratona de atletismo – Copenhague (DIN)
29/3 a 5/4 – Semana Olímpica de vela – Palma (ESP)

ABRIL

1 a 6 – Campeonato Latino-Americano de tênis de mesa – Santo Domingo (DOM)
4 a 6 – Copa Davis de tênis (4ª de final)
19 a 26 – Semana Olímpica de vela – Hyères (FRA)
24 a 26 – Campeonato Pan-Americano de judô – Guaiaquil (EQU)
26/4 a 3/5 – Campeonato Mundial de tênis de mesa – Suzhou (CHN)

MAIO

9/5 a 1º/6 – Giro d’Italia de ciclismo estrada – Itália
24 a 25 – Campeonato Mundial de revezamentos de atletismo – Nassau (BAH)
23/5 A 20/7 – Liga Mundial masculina de vôlei – vários locais
25/5 a 8/6 – Torneio de tênis de Roland Garros – Paris (FRA)
26/5 a 2/6 – Campeonato Pan-Americano de levantamento de peso – Santo Domingo (DOM)
31/5 a 15/6 – Copa do Mundo masculina e feminina de hóquei na grama – Hague (HOL)

JUNHO

12/6 a 13/7 – Copa do Mundo de futebol – Brasil
23/6 a 6/7 – Torneio de tênis de Wimbledon – Londres (ING)

JULHO

5 a 27 – Tour de France de ciclismo estrada – França
16 a 23 – Campeonato Mundial de esgrima – Kazan (RUS)
23 a 27 – Campeonato Mundial de ciclismo BMX – Roterdã (HOL)
23/7 a 3/8 – Jogos da Comunidade Britânica – Glasgow (ESC)

AGOSTO

1º a 3 – Campeonato Ibero-Americano de atletismo – São Paulo (BRA)
1º a 24 – Grand Prix feminino de vôlei – vários locais
3 a 9 – Evento-teste para as Olimpíadas do Rio 2016 – Rio de Janeiro (BRA)
16 a 28 – Jogos Olímpicos da Juventude – Nanjing (CHN)
21 a 25 – Pan-Pacific de natação – Gold Coast (AUS)
23/8 a 7/9 – Jogos Equestres Mundiais – Normandia (FRA)
23/8 a 14/9 – Vuelta a España – ciclismo estrada – Espanha
23 a 31 – Campeonato Mundial de remo – Amsterdã (HOL)
25 a 31 – Campeonato Mundial de judô – Chelyabinsk (RUS)
25/8 a 7/9 – Aberto dos EUA de tênis – Nova York (EUA)
30/8 a 14/9 – Copa do Mundo masculina de basquete – Espanha

SETEMBRO

1º a 9 – Campeonato Mundial de pentatlo moderno – Varsóvia (POL)
3 a 21 – Campeonato Mundial masculino de vôlei – Polônia
8 a 14 – Campeonato Mundial de luta olímpica – Tashkent (UZB)
8 a 21 – Campeonato Mundial de vela – Santander (ESP)
12 a 14 – Copa Davis de tênis (semifinais)
17 a 21 – Campeonato Mundial de canoagem slalom – Maryland (EUA)
21 a 28 – Campeonato Mundial de ciclismo estrada – Espanha
21 a 28 – Campeonato Mundial de ginástica rítmica – Izmir (TUR)
23/9 a 12/10 – Campeonato Mundial feminino de vôlei – Itália
27/9 a 5/10 – Campeonato Mundial feminino de basquete – Turquia

OUTUBRO

Data a definir – Campeonato Mundial de boxe – Local a definir

NOVEMBRO

4 a 16 – Campeonato Mundial de levantamento de peso – Almaty (KAZ)
9 a 16 – Finais da ATP de tênis – Londres (ING)
21 a 23 – Copa Davis de tênis (final)

DEZEMBRO

3 a 7 – Campeonato Mundial de natação em piscina curta – Doha (CAT)

Autor: Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

sábado, 28 de dezembro de 2013 Imagens Olímpicas, Jogos de Inverno, Olimpíadas | 18:12

Conheça os locais de competição de Sochi 2014

Compartilhe: Twitter

Faltam apenas 40 dias para a abertura oficial dos Jogos Olímpicos de inverno em Sochi 2014, marcada para 7 de fevereiro de 2014. Quel tal então conhecer as instalações construídas pelos russos para receber as próximas Olimpíadas?

Autor: Tags: , , , , , , , , , , ,

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013 Jogos de Inverno, Olimpíadas, Seleção brasileira | 16:21

Ainda sem índice, ex-ginasta Laís Souza é pré-convocada para as Olimpíadas de Sochi 2014

Compartilhe: Twitter
Laís Souza está buscando uma vaga no Aerials para os Jogos de Sochi

Laís Souza está buscando uma vaga no Aerials para os Jogos de Sochi

A pouco mais de um mês para a abertura oficial dos Jogos Olímpicos de Inverno em Sochi, na Rússia, a CBDN (Confederação Brasileira de Desportos na Neve) divulgou nesta sexta-feira a lista de atletas pré-convocados para o evento. E entre os chamados está Laís Souza, que representou a seleção brasileira na ginástica artística em duas Olimpíadas (Atenas 2004 e Pequim 2008) e que tenta uma vaga no aerials, uma das modalidades do esqui estilo livre.

Mesmo sem ainda ter índice para participar dos Jogos de Sochi (a abertura será no dia 7 de fevereiro), trata-se de uma grande vitória para Laís, que ao lado da também ex-ginasta Josi Santos, parte do zero em uma nova modalidade e buscando uma vaga olímpica. Laís contou a história de sua reinvenção no esporte ao iG, onde não teve medo em admitir medo com os desafios impostos pelo aerials, onde é obrigada a descer uma rampa de 25m de extensão e dar saltos mortais até chegar ao chão.

Isso tudo depois de ter passado por oito cirurgias no joelho e de ter sido cortada dos Jogos de Londres 2012 um dia antes de entrar da Vila Olímpica, por causa de uma fratura na mão. Convenhamos, se conseguir participar de Sochi, Laís entrará na história do esporte do Brasil.

Os demais pré-convocados pela CBDN são os seguintes:

Isabel Clark – Snowboard
Jaqueline Mourão – Cross Country e Biatlon
Leandro Ribela – Cross Country
Jhonatan Longhi – Esqui Alpino
Maya Harrison – Esqui Alpino
Lais Souza – Esqui estilo livre/Aerials
Josi Santos – Esqui estilo livre/Aerials

Autor: Tags: , , , , , , ,

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013 Imprensa, Isso é Brasil, Mundiais, Olimpíadas, Seleção brasileira | 20:23

Após a festa, o handebol precisa olhar para o futuro

Compartilhe: Twitter
O técnico dinamarquês Morten Soubak está bem preocupado com o futuro do handebol brasileiro

O dinamarquês Morten Soubak (esq.) está bem preocupado com o futuro do handebol brasileiro

Passada a emoção da conquista histórica e a primeira leva de homenagens (mais do que merecidas, diga-se de passagem), é necessário que o handebol brasileiro tenha a tranquilidade necessária para avaliar o resultado efetivo da conquista do título mundial feminino neste domingo, na Sérvia. E nada melhor do que iniciar essa reflexão tomando como base uma declaração do competente e consciente dinamarquês Morten Soubak, treinador da equipe brasileira, publicada pelo portal AHE! nesta segunda-feira.

“Do jeito que está, não vai mudar nada. Estamos totalmente dependentes das meninas que estão na Europa. Não é por causa do que é feito no Brasil que estamos aqui. Nem um pouco. Se o Brasil daqui a três anos produzir cinco, oito jogadoras, beleza. Mas eu quero ver o Brasil produzir um time inteiro que vá para a seleção adulta”

Fala com muita propriedade o dinamarquês, que dirige a seleção feminina desde 2009, mas que chegou para trabalhar no Brasil em 2001. Ou seja, com 12 anos “de casa”, ele sabe muito bem como a banda toca por aqui. Se hoje exaltamos (com justiça) os feitos das heroínas do handebol, é bom não esquecer que boa parte deles devem-se ao importante intercâmbio que quase a totalidade das jogadoras (13 das 16 convocadas) adquiriram atuando na Europa. A própria presença de Soubak é fruto deste intercâmbio vitorioso.

Por aqui, os jogos das ligas nacionais (masculina e feminina) são vistos por uma minoria (familiares e amigos), com pouquíssima exposição nos canais de esporte e nos jornais e sites esportivos. Será que isso vai mudar com este título mundial?

A outra parte da declaração de Soubak também merece ser analisada com cuidado. A média de idade da seleção campeã mundial não é elevada demais, 26,3 anos. Mas as principais jogadoras da seleção estão longe de serem consideradas novatas: a capitã Fabiana, a Dara, tem 32 anos; Alexandra, a melhor do mundo em 2012, também tem 32; Dani Piedade está com 34 anos; a goleira Mayssa Pessoa está com 29; Deonise completou 30 anos. A melhor do Mundial, a armadora Duda Amorim, tem 27, mesma idade da central Mayara.

Ou seja, se não fizer um trabalho urgente de renovação, essa geração vitoriosa que emocionou o Brasil no último domingo certamente viverá seu canto do cisne nas Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro.

Que as pessoas que comandam o handebol brasileiro estejam cientes de que a hora de olhar para o futuro da modalidade, é agora.

Autor: Tags: , , , , , , , , , , ,

domingo, 22 de dezembro de 2013 Mundiais, Seleção brasileira | 17:55

O dia em que o handebol deixou de ser ‘pé de página’ no Brasil

Compartilhe: Twitter
Jogadoras do Brasil comemoram o momento em que a capitã Dara recebe a taça de campeão do mundo

Jogadoras do Brasil comemoram o momento em que a capitã Dara recebe a taça de campeão do mundo

Atualizado

22 de dezembro de 2013

Guarde bem esta data, pois foi neste dia que o handebol do Brasil deixou a condição de “primo pobre”, “recreação escolar” ou mesmo nota de pé de página, como se costuma falar no jargão jornalístico nas redações. Ao conquistar de maneira emocionante o Campeonato Mundial feminino, ao derrotar na decisão a Sérvia por 22 a 20, que jogava em casa e embalada por 20 mil torcedores, a seleção brasileira, literalmente, entrou para a história.

E não foi uma conquista ao acaso. O Brasil terminou o Mundial invicto, com nove vitórias ao longo da competição. Nesta caminhada vitoriosa, precisou superar um jogo emocionante contra a Hungria, nas quartas de final, com direito a duas prorrogações, e bateu a Dinamarca na semifinal, país com muito mais tradição neste esporte e que já foi tricampeão olímpico. Sem falar que derrotou duas vezes as sérvias, donas da casa.

Também não se pode falar que o handebol é um esporte sem apoio no Brasil. A maioria absoluta da seleção feminina atua no handebol europeu, em particular no clube Hypo, da Áustria, em parceria com a CBHb (Confederação Brasileira de Handebol), que banca parte dos salários das atletas. Há também diversos convênios firmados com o Ministério do Esporte, visando a preparação para as Olimpíadas do Rio, em 2016. Apenas para as preparações de Londres 2012 e Rio 2016, a seleção feminina teve R$ 5,4 milhões, além dos patrocínios do Banco do Brasil e Correios. Tudo somado, chega-se a R$ 9, 4 milhões.

Como não se faz campeão sem ídolos, neste Mundial o Brasil teve a melhor jogadora do torneio (a armadora Duda Amorim) e a segunda artilheira da competição, Alexandra Nascimento, com 54 gols, sem contar que a goleira Babi fez parte da seleção do Mundial, embora a reserva Mayssa Pessoa também tivesse uma atuação brilhante.

Um time que teve até uma jogadora que precisou superar a incerteza se voltaria a jogar, como foi o caso de Dani Piedade, que sofreu um AVC no ano passado mas que conseguiu se recuperar e ser um dos destaques do time.

Tudo isso sob o comando com competência por um dinamarquês “com alma de baiano”, como o próprio técnico Morten Soubak se define, ele que é casado com uma brasileira e que dirige a seleção desde 2009.

Uma medalha que veio com dois anos de atraso, depois de ficar em quinto lugar no Mundial de São Paulo, e ainda ficar no “quase” em Londres 2012, quando a seleção foi eliminada nas quartas de final das Olimpíadas pela Noruega, que seria medalha de ouro.

Depois deste 22/12/2013, o handebol no Brasil nunca mais será pé de página. Pode apostar.

 

Autor: Tags: , , , , , , ,

sábado, 21 de dezembro de 2013 Mundiais, Seleção brasileira | 22:18

Números mostram que equilíbrio marcará a final Brasil x Sérvia

Compartilhe: Twitter
A brasileira Alexandra Nascimento já marcou 48 gols no Mundial de handebol

A brasileira Alexandra Nascimento já marcou 48 gols no Mundial de handebol

Embora uma vitória da seleção brasileira neste domingo diante da Sérvia,  na final do Mundial feminino de handebol, não possa ser considerada uma zebra, os números acumulados pelas duas seleções ao longo do torneio deixam evidente que o equilíbrio irá marcar o duelo no ginásio de Belgrado.

O que é possível analisar nestes números é que enquanto a seleção brasileira tem uma vocação e eficiência ofensiva maior, além de apresentar um volume de jogo mais forte, as sérvias se arriscam menos, porém com uma eficência quase igual a do Brasil e tem uma defesa mais forte. Ou seja, equilíbrio total.

Vamos aos números dos dois finalistas:

Total de gols marcados

Brasil – 231
Sérvia – 220

Total de defesas

Brasil – 78
Sérvia – 94

Bolas perdidas

Brasil – 28
Sérvia – 38

Bolas na trave

Brasil – 29
Sérvia – 19

Bloqueios

Brasil – 20
Sérvia – 16

Artilharia

Brasil: Alexandra – 48 gols
Sérvia: Andrea Lekic – 42 gols

Eficiência de ataque

Brasil – 48%
Sérvia – 47%

Goleiras

Brasil: Babi – 74 defesas (43% de eficiência) e Mayssa – 48 defesas (38% de eficiência)
Sérvia: Risovic – 43 defesas (45% de eficiência) e Tomasevic – 88 defesas (42% de eficiência)

 

Autor: Tags: , , ,

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013 Mundiais, Seleção brasileira | 20:50

Aviso aos navegantes: o Brasil não é zebra na final do Mundial de handebol

Compartilhe: Twitter
Jogadoras da seleção feminina de handebol comemoram a histórica vitória sobre a Dinamarca

Jogadoras da seleção feminina de handebol comemoram a histórica vitória sobre a Dinamarca

Atualizado

Após alguns minutos da (mais uma) vitória épica da seleção brasileira feminina de handebol sobre a Dinamarca, por 27 a 21, garantindo a vaga para uma inédita final no Campeonato Mundial da Sérvia, é possível fazer algumas análises com um pouco mais de tranquilidade:

1) Exceto por alguns minutos no segundo tempo, quando as dinamarquesas chegaram a diminuir a diferença para apenas três gols, em nenhum momento o Brasil correu um risco real de perder a partida. As jogadoras comandadas pelo técnico Morten Soudbak tiveram domínio total do jogo;

2) Se a defesa foi o ponto fraco na dramática vitória sobre a Hungria nas quartas de final, desta vez a marcação brasileira soube anular com competência os ataques das rivais e sem apelar tanta para as faltas em que a jogadora precisava ficar dois minutos afastada de quadra;

3) Mais uma vez, a goleira Babi foi o ponto alto da seleção, realizando defesas sensacionais ao longo da partida. Aliás, goleira não é problema nesta seleção até agora, pois a reserva Mayssa também fechou o gol nas vezes em que foi utilizada;

4) O Brasil chega à decisão do Mundial com o a única equipe invicta da competição, com oito vitórias em oito jogos. A Sérvia, adversária das brasileiras na decisão, perdeu somente um jogo – justamente para o Brasil, na primeira fase do torneio, por 25 a 23;

5) A fanática torcida pode ser a grande arma da Sérvia na decisão. Nesta sexta-feira, com as arquibancadas lotadas, o time atropelou a Polônia por 24 a 18;

6) Para que ninguém fale em golpe de sorte, vale lembrar que o Brasil derrotou uma seleção que já foi três vezes campeã olímpica;

7) Nas 21 edições anteriores dos Mundiais femininos de handebol, apenas duas vezes um país não europeu esteve entre os três primeiros – Coreia do Sul, ouro em 1995 e bronze em 2003. O Brasil é o segundo a entrar neste seleto grupo.

8) Uma modalidade sem badalação da grande mídia no país, sem o mesmo apoio financeiro e a estrutura do vôlei, por exemplo, chega à decisão em igualdade de condições com seu oponente. A seleção feminina de handebol não será zebra na final deste domingo.

Autor: Tags: , , ,

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013 Mundiais, Seleção brasileira | 19:15

O papel histórico que o handebol feminino terá no esporte brasileiro após o Mundial da Sérvia

Compartilhe: Twitter
Jogadoras da seleção feminina do Brasil de handebol comemoram a vitória sobre a Hungria, após duas prorrogações

Jogadoras da seleção feminina do Brasil de handebol comemoram a vitória sobre a Hungria, após duas prorrogações, nas quartas de final do Mundial da Sérvia

A foto acima representa um dos momentos mais marcantes (e foram vários) do esporte brasileiro em 2013. No primeiro ano do ciclo olímpico para as Olimpíadas do Rio 2016, a seleção feminina de handebol pode ser responsável pela 27ª medalha obtida por atletas do país em campeonatos mundiais ou torneios equivalentes após a classificação da equipe para a semifinal do Mundial da Sérvia, após derrotar a Hungria em uma partida dramática, por 33 a 31, após duas prorrogações. Seu adversário será a Dinamarca, que eliminou a Alemanha por 31 a 28.

Para se ter uma ideia da dimensão do feito da equipe comandada pelo dinamarquês Morten Soubak (doce ironia), foi a primeira vez que uma equipe de esportes coletivos olímpicos alcança a condição de estar entre as quatro primeiras do mundo, fora vôlei e basquete. O futebol, apesar de fazer parte do programa olímpico, não entra nessa conta, afinal, as Copas do Mundo não tem absolutamente nada a ver com o universo olímpico, a começar pelos atletas que a disputam.

O estágio em que a seleção feminina de handebol se encopntra é de um país em franca evolução. Isso em uma modalidade que embora tenha tradicionalmente muitos adeptos na fase escolar, não consegue criar uma liga nacional forte e representativa. A maior prova disso é que praticamente a seleção inteira joga em clubes da Europa, divididas pela Áustria, Rússia, França, Dinamarca e Hungria. É inegável que a experiência internacional e o sério trabalho de Morten resultou em uma equipe que tem chances reais de sair da Sérvia com uma medalha (leia mais aqui). Sempre é oportuno lembrar que nas Olimpíadas de Londres esta mesma seleção ficou em um honroso sexto lugar, eliminada apenas pela Noruega, que seria a campeã olímpica

Como o time masculino não está no mesmo nível (a seleção sequer classificou-para as Olimpíadas de Londres 2012), esta seleção terá um papel fundamental na história do handebol brasileiro. Algo no nível do que o time feminino representou para o futebol dos Estados Unidos. Esta quinta-feira foi histórica para o esporte do Brasil.

Autor: Tags: , , , ,

Ídolos, Isso é Brasil, Seleção brasileira | 14:03

As redes sociais invadiram o esporte. Para o bem e para o mal

Compartilhe: Twitter
Poliana Okimoto e Jorge Zarif exibem os prêmios de melhores do ano

Poliana Okimoto e Jorge Zarif exibem os prêmios de melhores do ano

Em 2000, na pré-história da internet, a Fifa realizou uma eleição em seu site para incentivar a participação dos internautas em seu site, perguntando qual havia sido o maior jogador do século 20. Eis que a entidade acabou sendo pega de surpresa com o resultado da enquete, que apontou o argentino Diego Maradona – notório desafeto dos dirigentes da Fifa – como o eleito, e não Pelé, que era quem os cartolas queriam eleger. Para não jogar a credibilidade de seu site na lata do lixo, usaram uma esperta solução: Maradona ficou com o título de jogador escolhido pela internet, enquanto Pelé foi eleito após a votação de um juri especializado.

Puxo esse caso da memória para comentar o resultado da eleição do Prêmio Brasil Olímpico, que escolhe os melhores atletas do esporte do país, e cuja festa foi realizada nesta terça-feira, em São Paulo. Embora normalmente seja uma premiação sem surpresas, o evento de ontem causou um certo alvoroço ao ver o jovem velejador Jorge Zarif, que foi campeão mundial da classe Finn este ano, desbancar os favoritíssimos Cesar Cielo (natação) e Arthur Zanetti (ginástica artística), igualmente campeões do mundo em 2013. O que me deixou mais estarrecido, porém, foi a declaração de Zarif admitindo ter feito um pesado lobby entre colegas de faculdade, familiares, amigos e seguidores em suas redes sociais, para que votassem nele.

Nada contra quem faça campanha em causa própria. Se Zanetti ou Cielo não se preocuparam com isso, Zarif não tem nada a ver com isso. E  que fique claro, não há neste texto qualquer crítica ou tentativa de desmerecer o brilhante feito do velejador, o primeiro brasileiro campeão mundial da Finn desde 1972. Mas não consigo engolir uma eleição que não aponte Cielo ou Zanetti como melhor atleta olímpico do Brasil em 2013. Por isso, é de se questionar a validade do uso do voto pela internet para se apontar o melhor atleta do Brasil, como foi o caso.

Lembro também outra polêmica participação do “amigo internauta” neste mesmo Brasil Olímpico, quando a judoca Sarah Menezes – que havia sido bicampeã mundial junior na época – foi eleita a melhor atleta do ano, desbancando Poliana Okimoto (com justiça eleita campeã de 2013) e Natalia Falavigna, do taekwondo. Na época, o governo do Piauí fez um pesado lobby atrás de votos para Sarah, que levou o prêmio na ocasião. Mas será que merecia na época?

Não dá para ignorar a importância das redes sociais no esporte mundial, em particular no esporte olímpico. Hoje, o COI tem um canal dedicado exclusivamente às redes sociais, um aplicativo chamado “Olympic Athletes Hub”, onde o fã pode acompanhar simplesmente tudo sobre seu ídolo.É bacana, vale a pena conferir.

Usada com sabedoria, as redes sociais podem ajudar muito na divulgação dos esportes olímpicos. O contrário, contudom pode ter um efeito nocivo.

Autor: Tags: , , , , , , , , , , , , , , ,

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013 Imagens Paraolímpicas, Olimpíadas, Paraolimpíadas, Política esportiva, Seleção brasileira | 18:15

Paraolimpíadas 2016 também entra em contagem regressiva

Compartilhe: Twitter
Atletas paraolímpicos comemoram os 1000 dias para os Jogos de 2016: Alan Fonteles, Odair dos Santos, Daniel Dias, Susana Schnarndorf, Verônica Hipólito e Terezinha Guilhermina

Atletas comemoram os 1000 dias para os Jogos de 2016: Alan Fonteles, Odair dos Santos, Daniel Dias, Susana Schnarndorf, Verônica Hipólito e Terezinha Guilhermina

Um dia após a entrega dos prêmios dos melhores do ano, quando os nadadores Daniel Dias e Susana Schnardorf foram escolhidos pelo CPB (Comitê Paraolímpico Brasileiro) c0mo os melhores atletas de 2013, o esporte paraolímpico brasileiro voltou a festejar uma data especial nesta quinta-feira, quando atingiu-se a marca de 1.000 dias para o início das Paraolimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro.

O evento, que será realizado entre os dias 7 e 18 de setembro, bem na sequência das Olimpíadas, reunirá um total de 4.350 atletas representando 164 países, prometendo ser a maior edição da história das Paraolimpíadas. Segundo dados divulgados pelo comitê organizador, em 12 dias de disputa serão realizadas competições equivalentes a 23 campeonatos mundiais da modalidade. Um total de 25 mil voluntários deverão trabalhar durante os Jogos.

Na foto que ilustra o post, está aquela que pode ser considerada a nata do paradesporto brasileiro: Alan Fonteles (atletismo), Odair dos Santos (atletismo), Daniel Dias (natação), Susana Schnarndorf (natação), Verônica Hipólito (atletismo) e Terezinha Guilhermina (atletismo). Eles certamente serão garantia de várias medalhas de ouro daquia pouco menos de três anos.

Se em relação às Olimpíadas muito se questiona a ousada meta do COB (Comitê Olímpico Brasileiro) de deixar o Brasil no top 10 do quadro geral de medalhas, no esporte paraolímpico a meta estimada (top 5) é perfeitamente possível. Só para lembrar, em Londres 2012 os atletas brasileiros conquistaram um total de 43 medalhas (21 de ouro), deixando o país no sétimo lugar no quadro geral de medalhas.

Autor: Tags: , , , , , , , , ,

  1. Primeira
  2. 1
  3. 2
  4. Última