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Arquivo de junho, 2013

sexta-feira, 28 de junho de 2013 Mundiais, Seleção brasileira | 18:51

Conheça as medalhas do Mundial de natação de Barcelona

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O trio que apresentou as medalhas do Mundial 2013: Ona Carbonell, Jeniffer Pareja e Marc Minguell

Os organizadores do 15º Campeonato Mundial de esportos aquáticos, marcado para Barcelona (Espanha) entre 19 de julho e 4 de agosto, divulgaram nesta quinta-feira como serão as medalhas que serão distribuídas na competição. O Mundial de esportes aquáticos reúne as modalidades natação, maratona aquática, saltos ornamentais, nado sincronizado e maratona aquática.

As medalhas que serão distribuídas no Mundial de esportes aquáticos

As medalhas, bem como os uniformes dos voluntários e as músicas que serão tocadas nas cerimônias de premiação, foram apresentadas na tradicional piscina do CN Natacio-Barceloneta, na capital catalã, e contou com a presença do prefeito de Barcelona, Xavier Trias. Para o público que acompanhou o evento, a grande atração foi a presença de três nomes importantes nos esportes aquáticos da Espanha: a atleta do nado sincronizado, Ona Carbonell, medalha de prata em Londres 2012; Jennifer Pareja, prata em Londres no polo aquático feminino; e Marc Minguell, vice-campeão mundial em Roma 2009.

O Mundial de esportes aquáticos é, ao lado do Mundial de atletismo, marcado para a Rússia, os mais importantes no calendário dos esportes olímpicos em 2013, primeiro ano do ciclo olímpico que tem como maior objetivo a disputa dos Jogos de 2016, no Rio de Janeiro. E o Brasil irá com força máxima para esta competição, levando uma equipe composta por 23 atletas, entre eles o medalhista de prata em Londres, Thiago Pereira, e Cesar Cielo, bronze nas últimas Olimpíadas e que buscará em Barcelona o tricampeonato mundial nos 50 m livre, após os ouros em Roma 2009 e Xangai 2011.

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quinta-feira, 20 de junho de 2013 Histórias do esporte, Isso é Brasil, Olimpíadas | 15:17

As lições que os protestos no Brasil deixam para 2016

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A "Plaza de las Tres Culturas", onde ocorreu o Massacre de Tlatelolco, na Cidade do México, em 68

Em primeiro lugar, uma explicação do blogueiro: a ausência de posts nos últimos dias tem como principal razão o intenso trabalho aqui na redação do iG na cobertura da Copa das Confederações. Por sinal, convido o leitor a acompanhar o ótimo material que tem sido produzido por nossos enviados especiais e pela turma aqui em São Paulo.

Mas a falta de atualizações também serviu para uma reflexão profunda sobre os momentos históricos que o Brasil viveu nos últimos 15 dias, com a série de protestos que levaram milhares de pessoas às ruas, reclamando primeiro sobre o aumento das passagens no transporte público e depois contra uma série de problemas e mazelas que atingem o País. Sobrou até (de forma absolutamente correta) para a explosão nos custos da organização da Copa do Mundo de 2014.

E justamente a parte mais tensa dos protestos, quando ocorreram os enfrentamentos entre manifestantes e polícia, merece um olhar mais atento. Não apenas para o que certamente continuará acontecendo no Mundial de futebol, mas também nas Olimpíadas do Rio, em 2016. E a história olímpica mostra que protestos podem terminar em tragédia quando há falta de bom senso.

O tema foi levantado pela psicóloga e pesquisadora esportiva Kátia Rubio no Facebook, logo após as cenas de violência protagonizadas pela polícia militar em uma das passeatas em São Paulo, que deixou inúmeros feridos. Em 1968, pouco antes do início das Olimpíadas da Cidade do México, centenas de pessoas (a maioria estudantes) morreram após confronto com policiais, naquele que ficou conhecido como o “Massacre de Thlatelolco”.

Na época, estudantes foram às ruas, inspirados por protestos semelhantes que ocorriam em outras partes do mundo. Os mexicanos reclamavam a respeito de denúncias de corrupção não apuradas, inclusive na organização dos Jogos, e pretendiam atrair a atenção do mundo por causa do megaevento.  No dia 2 de outubro, dez dias antes da abertura das Olimpíadas, mais de 15 mil pessoas estavam reunidas na “Plaza de las Tres Culturas”, em Tlatelolco, na Cidade do México, para uma manifestação pacífica. Mas policiais decidiram acabar com o protesto, abrindo fogo contra a multidão. Oficialmente, morreram quatro pessoas, mas estima-se que os mortos tenham ficado entre 200 e 300.

A história, como se percebe acima, pode trazer importantes ensinamentos. O principal deles é que o bom senso deve prevalecer sempre. Que as autoridades e os próprios manifestantes saibam lidar com maturidade, caso protestos apareçam em 2016.

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sexta-feira, 7 de junho de 2013 Isso é Brasil, Política esportiva | 09:15

O 'Brasil olímpico' que não existe para o esporte de base

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Dueto paulista disputa o Interfederativo em 2012

Para evitar constrangimentos ou represálias, vamos manter o anonimato de um pai indignado com o que acontece com o esporte de base do Brasil e sua estrutura pífia. Aquele mesmo esporte de base no qual o ministro Aldo Rebelo assegura que está recebendo um amplo investimento do governo.

Pois bem, este pai tem uma filha que pratica nado sincronizado. É a paixão da vida da menina. Ao lado de outras garotas, conseguiu classificação na seletiva realizada pela FAP (Federação Aquática Paulista) para a disputa do 3º Campeonato Interfederativo, que será realizado no Parque Aquático Maria Lenk, no Rio de Janeiro, a partir desta sexta-feira, encerrando-se no próximo domingo.

Só que para isso, cada atleta terá que bancar do próprio bolso a compra do maiô de competição. Equipamento básico para disputar o nado sincronizado, teoricamente deveria ser fornecido pela própria entidade que convocou a equipe. Ou, em último caso, através de um programa de auxílio às federações por parte da CBDA, do eterno presidente Coaracy Nunes, recentemente reeleito para mais um mandato. A mesma CBDA, diga-se de passagem, que detém um generoso patrocínio dos Correios há muitos anos.

Mesmo assim, são os pais das atletas que precisam comprar os maiôs da filhas. Cada peça não sai por menos de R$ 450,00. Uma peça que irá durar apenas uma competição, é bom lembrar. Com sorte, a menina poderá usá-lo em dois torneios.

E você ainda tem que escutar por aí as autoridades batendo no peito dizendo que o Brasil irá virar uma potência olímpica em 2016. Se nem do básico conseguem cuidar…

Por que a FAP não fornece os maiôs para suas atletas?

Por que a CBDA não auxilia, por meio de seus contatos, com o fornecimento de material esportivo para suas entidades filiadas?

Será que alguém consegue responder a estas duas simples perguntas?

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quarta-feira, 5 de junho de 2013 Olimpíadas, Política esportiva | 09:46

Clima político não desanima turcos de olho em 2020

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Getty Images

Diversos protestos continuaram agitando Istambul nesta terça-feira

A onda de protestos na Turquia, que começou na última sexta-feira, com manifestantes pedindo a renúncia do premiê Recep Tayyip Erdogan, pode trazer como efeito colateral um prejuízo esportivo ao país. No dia 7 de  setembro, será escolhida a sede das Olimpíadas de 2020, na Assembleia Geral do COI (Comitê Olímpico Internacional), marcado para a cidade de Buenos Aires. E entre os candidatos, está Istambul, a principal cidade da Turquia.

Ao lado de Tóquio, Istambul aparece como uma das fortes candidatas a vencer o pleito de setembro – Madri, capital da Espanha, aparece como a terceira força na disputa. A briga entre as cidades japonesa e turca vem se acirrando nos últimos tempos. Segundo o site especializado no movimento olímpico Gamebids.com, que tem uma classificação própria para avaliar as candidaturas das cidades, o “Bidindex“, Tóquio passa por um período de “alta”, graças ao crescente apoio da população japonesa, enquanto Istambul vive uma fase de “baixa”. A avaliação foi feita após a reunião do comitê executivo do COI, em São Petersburgo, na semana passada.

Estas análises, contudo, não estão levando em consideração o aspecto político pelo qual passa a Turquia. E foi justamente pensando nas consequências que os fortes protestos terão junto ao conservador colégio eleitoral do COI que os integrantes da candidatura de Istambul trataram de se apressar e divulgar um comunicado para dizer que os turcos continuam unidos em torno do sonho olímpico.

“Apesar destes últimos acontecimentos, todos os setores da Turquia permanecer unidos em nosso sonho de sediar primeira olímpica da nossa nação e Paraolímpicos em 2020”, diz um trecho do comunicado. O comitê de candidatura de Istambul anunciou ainda que acompanha as manifestações “com muito cuidado e que por enquanto elas estão voltadas para um espírito coletivo de comunidade”. Até mesmo um dos candidatos à presidência do COI, o suíço Denis Oswald, presidente da IRF (Federação Internacional de Remo), deu uma declaração, dizendo que não acha que o processo político na Turquia irá afetar a decisão da Assembleia do COI.

A candidatura de Istambul para receber os Jogos de 2020 – que tem o orçamento previsto de US$ 19,2 bilhões, o mais alto entre as três cidades postulantes – tem como ponto forte em sua campanha reforçar que as Olimpíadas, caso sejam disputadas lá, ocorrerão pela primeira vez em dois continentes, Europa e Ásia.

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sábado, 1 de junho de 2013 Histórias do esporte, Imagens Olímpicas, Olimpíadas | 18:34

Aproveite o feriado em SP e e conheça um pouco das Olimpíadas

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Em abril, havia postado aqui sobre a abertura da exposição “Jogos Olímpicos: Esporte, Cultura e Arte”, na galeria do Sesi, em São Paulo, com peças que fazem parte do acervo do COI (Comitê Olímpico Internacional). Bem, desde então não havia encontrado uma brecha na agenda para ver a mostra. De folga neste feriado, aproveitei para pegar os filhos e me mandar para o Sesi e ver de perto sobre aquilo que tinha escrito. E não me arrependi.

Para quem gosta de acompanhar o movimento olímpico, é uma viagem no tempo. Confesso que não tinha muita expectativa em relação à exposição, mesmo com as fotos de divulgação. Porém, ao vivo a história é completamente diferente. Os que estão começando a aprender agora sobre as Olimpíadas, como era o caso dos meus filhos, ou aos que já acompanham os Jogos há anos , a exposição agrada do início ao fim.

Peças raras, como uma bengala usada pelo Barão de Coubertin, primeiro presidente do COI e criador dos Jogos Olímpicos da Era Moderna, fazem parte do acervo. Também estão lá todas as tochas olímpicas utilizadas desde Berlim 1936, chegando até a última edição das Olimpíadas, em Londres 2012.

Uniformes ou equipamentos usados por atletas consagrados e campeões olímpicos também estão na mostra, como uma das luvas (autografada) que o boxeador Sugar Ray Leonard utilizou para ganhar o ouro nos Jogos de Montreal, em 1976. A arma usada por Guilherme Paraense para ganhar a primeira medalha dourada do Brasil em Olimpíadas, em Antuérpia 1920, também está lá, assim como o quimono da brava Sarah Menezes, primeiro ouro no judô feminino, em Londres 2012. Há ainda um setor interativo, que faz a alegria das crianças, brincando com algumas marcas históricas nos Jogos.

A exposição vai até o próximo dia 30 de junho, no Centro Cultural FIESP Ruth Cardoso, na sede do Sesi, em São Paulo (Av. Paulista, 1313, São Paulo). Se puder, não perca. É uma pequena aula sobre Olimpíadas.

Os horários são os seguintes:

Segunda-feira, das 11h às 20h
Terça a sábado, das 10h às 20h
Domingo, das 10h às 19h
Entrada gratuita

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