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quarta-feira, 11 de abril de 2012 Olimpíadas, Pré-Olímpico, Seleção brasileira | 23:40

Cartola do handebol enche a bola de ex-treinador da seleção

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Manoel Luiz Oliveira elogiou a passagem de Javier Custa na seleção masculina

Como já era esperado, terminou nesta quarta-feira a passagem do espanhol Javier Garcia Cuesta no comando da seleção brasileira masculina de handebol. Após fracassar na tentativa de classificar o Brasil para as Olimpíadas de Londres 2012, ao não ficar com uma das duas vagas em disputa no Pré-Olímpico de Gotemburgo, ele anunciou sua saída da equipe, através de um comunicado divulgado pela assessoria de imprensa da entidade.

Mas ao contrário da irritação demonstrada em novembro do ano passado, quando ainda não havia assimilado a derrota para a Argentina na final dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara – e que classificavam o campeão diretamente para as Olimpíadas -, Manoel Luiz Oliveira, presidente da CBHb (Confederação Brasileira de Handebol), era só elogios nesta quarta ao ex-funcionário.

“Nosso relacionamento durante todo o período foi o melhor possível. Ele é um dos profissionais mais respeitados do mundo, mas infelizmente não atingiu seu objetivo, ficou desgostoso e resolveu encerrar seu vínculo conosco”, explicou o cartola. Ainda assim, não deixou de fazer uma menção ao principal pecado cometido pelo treinador espanhol. “Nunca passou pela nossa cabeça que não conseguiríamos a vaga olímpica no Pan.”

O futuro de Javier Garcia Cuesta pode ser um dos rivais do Brasil nas Américas. Casado com uma americana e com residência nos EUA, Cuesta estuda um convite para voltar a dirigir a seleção da América do Norte, onde chegou a trabalhar com sucesso. Ele também comandou as equipes nacionais da Espanha, Portugal e Egito.

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