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quarta-feira, 2 de novembro de 2011 Com a palavra, Ídolos, Imprensa, Isso é Brasil, Olimpíadas, Pan-Americano | 20:58

Recado para os que adoram detonar o esporte de Cuba…

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O cubano Omar Cisneros, ouro nos 400 m com barreira nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara: o objetivo do esporte cubano não é ganhar medalhas

Sempre que termina um evento esportivo como Jogos Olímpicos ou Pan-Americanos, a “pachecada de direita” – uma sub-divisão da famosa turma que reúne os torcedores fanáticos pelo Brasil-sil-sil e que também não suportam uma visão progressista do mundo – adora detornar Cuba. “Ah, eles estão em decadência”, dizem uns. “De que adiante ter medalha se vivem debaixo de uma ditadura sangrenta”, gritam outros. “Quero ver em Londres como eles vão se sair”, provocam mais alguns.

Sem entrar no mérito da questão de como Fidel Castro e seus amigos controlam as coisas lá na ilha, não há como negar o sucesso da política esportiva de Cuba. E não se trata de algo que começou do dia pra noite e sim fruto de uma visão a longo prazo, e que começou a ser tratada assim que Fidel chegou ao poder, em 1959.

Para esta turma que adora detonar o regime de Cuba e torcem para seu fiasco olímpico, achando que o Brasil está pronto para ocupar seu lugar como segunda potência esportiva das Américas, deixo estas palavras de Alberto Juantorena, ex-campeão olímpico dos 400 e 800 m nas Olimpíadas de Montreal 1976, para reflexão da pachecada.

“O mais importante para nós não são as medalhas, mas o ser humano e o melhoramento da qualidade de vida e que o esporte possa ser algo importante na educação das novas gerações de cubanos”

*Trecho acima extraído de post do ótimo blog do jornalista José Cruz

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7 comentários | Comentar

  1. 57 clovis 25/07/2012 17:21

    é muito fácil olhar para um país e dizer que o esporte cubano é maravilhoso, o que realmetne é ou era , mas erro maior é esquecer que o próprio regime utiliza os atletas como massa de manobra para ocultar um regime que mata , tortura e oprime … Infeliz seu comentário, não esqueçamos que dois boxeadores desta mesma Cuba pediram asilo ao Brasil e foram deportados vergonhosamente pelo presimente Lula, desculpe esqueci que não pode falar mal dele aqui , afinal este site escreve “presidenta’ também né…

  2. 56 Odorico Ribeiro 08/11/2011 16:20

    Oi Marcelo, muito bom teus comentários. Só quero complemtar com 2 coisinhas. 1- O Brasil no aspecto geral deu um pulo enorme nessa última década. Hoje o Brasil é outro, se vê. Só nao vê quem está fazendo politicagem. Nao vale muito a pena chover nessa agua. Pois bem, tal siutaçao se refletiu obviamente em todas as áreas, umas mais, outras menos. Com a área do esporte também. Se bem essas melhoras vao se sentir melhor com o tempo (comme il faut), já a Maurren Maggi fala disso claramente (e como experta no assunto) aí no blog dela, bem ao lado do teu. Ali está a prova (outra) que tem gente que opina por opinar e cai num criticismo sem lógica, sem pé nem cabeça. Uma pena, pois tem gente que lê e concorda. Por isso ainda se escreve “a la loca”. 2 – de forma similar passa com o aspecto político da questao. Nao é fácil entender Cuba e o Fidel sem ler e analisar a história, sem saber o que era Cuba e para que servia antes da chegada do Fidel. Aproveitar-se dos erros dele (do Fidel) com fins politiqueiros só demonstra a falta de interesse no ser humano ou falta do citado conhecimento. Ou ainda, falta de compreensao da necessidade histórica de uma América Latina unida neste momento tao difícil que estamos presenciando.

  3. 55 Adalberto Alberto 04/11/2011 22:54

    Desculpa, mas é um post horrível. Faz de conta que Cuba continua com Fidel Castro no comando e investindo no esporte como nos áureos tempos…

    Cuba diminuiu demais seu investimento destinado ao esporte, e isso não é de hoje, e também não se pode negar que o país caiu demais nas últimas décadas. O próprio Brasil ficou na frente de Cuba em Pequim.

  4. 54 Christian 04/11/2011 16:19

    Concordo com a 3º parágrafo do comentário do Alan. Já com a 2º parágrafo não !

    Não vejo a curto-médio prazo o Brasil tomar a frente de Cuba e alcançar a 2ª posição das
    Américas. Aliás a tendência em 2015 – com o Canadá disputando os Jogos em casa – é o
    Brasil cair para a 4ª colocação.

  5. 53 Alan 03/11/2011 17:55

    Bem, aqui não é um blog de política e por isso não vou me aprofundar, mas as palavras destacadas do cubano sobre as medalhas não serem importantes e tal não são totalmente verdades pois o esporte foi e é uma bela forma de propaganda governamental.

    O projeto esportivo cubano em relação ao esporte é muitíssimo melhor do que o brasileiro (a gente tem um projeto sério?) e por isso sempre está colhendo resultados expressivos. Parece que começam a entrar em uma decrescente o que faz o Brasil ser um candidato a ocupar o segundo lugar.

    Ficar na frente de Cuba ou outro país mais desenvolvido no esporte só será algo digno dos meus aplausos aos dirigentes e governo quando for por causa de uma política séria para o esporte e os resultados apareçam porque o trabalho foi bem feito na maioria das modalidades.

    Sonhar não custa nada, mas o meu sonho é tão real… rs

  6. 52 menon 03/11/2011 15:48

    Laguna foi zagueiro do borussia antes de ser jornalista

  7. Marcelo Laguna 02/11/2011 22:15

    Meu Borussia? (rs)…acho que vc deve ter confundido o blog, hein? Abs…

  8. 51 Regys_Silva 02/11/2011 21:25

    apito amigaço pro seu borussia. que vergonha!!!

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