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Arquivo de novembro, 2011

quarta-feira, 30 de novembro de 2011 Olimpíadas, Pan-Americano, Pré-Olímpico, Seleção brasileira | 22:15

Prata do handebol masculino no Pan 2011 pode custar emprego de treinador espanhol

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Jogador brasileiro Bruno Santana lamenta e argentinos festejam na final do Pan de Guadalajara

Ainda não foi totalmente digerida a derrota da seleção brasileira masculina na final do torneio de handebol dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara para a Argentina. Na ocasião, o time brasileiro perdeu por 26 a 23 e além de deixar escapar a conquista do tricampeonato pan-americano, a equipe desperdiçou a melhor chance de se classificar para as Olimpíadas de Londres 2012.

Agora, a última chance do Brasil será disputar um Pré-Olímpico mundial, possivelmente contra fortes equipes europeias que ficarem sem a vaga no Campeonato Europeu, que será realizado em janeiro do próximo ano.

O fato é que dentro da CBHb (Confederação Brasileira de Handebol), a prata do Pan de Guadalajara foi considerada desastrosa. “Eu não escondo de ninguém que estou profundamente decepcionado com o resultado da seleção masculina. Fizemos a melhor preparação da nossa história e deixamos escapar a medalha de ouro e a vaga olímpica”, lamenta Manoel Luiz Oliveira, presidente da CBHb.

Quem convive de perto com o dirigente diz que ele ficou irritadíssimo com a derrota para os argentinos e vem promovendo um rigoroso processo de avaliação do trabalho executado tanto pelos jogadores como pelo treinador espanhol Javier Garcia Cuesta. Embora o técnico conte com bastante prestígio na entidade, não existe 100% de certeza que ele será o comandante brasileiro na disputa do Pré-Olímpico.

“Vamos analisar tudo com muita calma, ver todos os fatores que nos levaram a perder aquela medalha de ouro. Nosso treinador é extremamente competente e com um belo currículo no handebol mundial, mas se chegarmos à conclusão que precisamos fazer mudanças, faremos”, avisou Oliveira.

Como diria um amigo meu, a paella de Garcia Cuesta está cozinhando em fogo altíssimo.

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terça-feira, 29 de novembro de 2011 Isso é Brasil | 21:40

Brasília perdeu a sede da Universíade? Ainda bem!

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Integrantes da delegação de Taipei comemoram a vitória na escolha da sede para a Universíade de 2017. Sorte de Brasília

Após um período ausente, graças à combinação bastante agitada de plantão + reta final de Brasileirão + preparação de reportagens para o Mundial feminino de handebol (que começa na próxima sexta-feira, em São Paulo e terá especial atenção deste blog), estamos de volta para comentar um fato que passou meio despercebido na imprensa, de modo geral, mas que tem efeitos altamente positivos para a imagem do esporte brasileiro: nesta terça-feira, a cidade de Brasília perdeu para Taipei (Taiwan) a sede da Universíade de verão de 2017, as Olimpíadas do esporte universitário.

Eis que este blogueiro comemora e por pouco não vai pra Av. Paulista festejar!

*** Observação aos leitores de fora de São Paulo: a Paulista ainda é, apesar da polícia proibir, o grande ponto de comemoração das torcidas de futebol nas conquistas de títulos na capital paulista.

Retomando o tema do post, não se trata de qualquer sentimento mesquinho ou bairrista, nem tampouco tenho algo contra os amigos do Planalto Central. Mas se existe um lugar neste país no qual qualquer tentativa de lançamento de candidatura esportiva precisa ser vista com extremo cuidado, este é Brasília.

Primeiro, pelo verdadeiro elefante branco que será erguido para receber meia dúzia de jogos da Copa do Mundo de 2014 e depois ficará às moscas, graças ao anêmico futebol local. Um elefante branco que custará quase R$ 1 bilhão; depois, o vexame protagonizado pela cidade ao “organizar” o Mundial de patinação artística, que teve várias provas adiadas ou canceladas devido às goteiras no Ginásio Nilson Nélson, que não conseguiam suportar as chuvas que caíram na cidade; por fim, o simples fato de o governador de Brasília ser Agnelo Queiroz.

Este cidadão, para quem tem fraca memória, foi um dos responsáveis pela farra feita na organização do Pan de 2007, no Rio, aquele que custou quase R$ 4 bilhões, para ter “padrão olímpico” e que vê seus equipamentos milionários serem subutilizados.  Agnelo Queiroz é o mesmo cidadão que ganhou dos jogadores da seleção brasileira de futebol o nada  edificante apelido de “medalhão”, após subir ao pódio para festejar a conquista (e receber a medalha) da Copa América de 2004. Agnelo Queiroz é o mesmo que viajou para os Jogos Pan-Americanos de Santo Domingo 2003 com despesas pagas pelo COB (Comitê Olímpico Brasileir0) e com diárias recebidas do próprio Ministério do Esporte, pasta à qual era o titular.

Por tudo isso, os cidadãos de Brasília não precisam lamentar a derrota de 13 a 9 para Taipei, durante o congresso da Fisu (Federação Internacional de Esporte Universitário). Muito pelo contrário. Afinal, só a candidatura da cidade, conforme informou o ótimo blog do jornalista José Cruz, custou mais de R$ 3 milhões. O próprio Cruz estimou que a Universíade de 2017 não custaria menos do que R$ 4 bilhões, graças à carência absoluta da cidade em infraestrutura esportiva. O vexame seria inevitável.

Por tudo isso, repito o título do post: ainda bem que Brasília não foi escolhida para sede da Universíade de 2017!

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sexta-feira, 25 de novembro de 2011 Olimpíadas, Vídeos | 22:34

Veja o trajeto virtual do revezamento da tocha de Londres 2012

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Muito bacana o vídeo que mostra um passeio virtual pelos pontos escolhidos para receber a maratona da tocha olímpica, que começará a partir de 19 de maio do ano que vem e irá percorrer 12.875 quilômetros ao longo de todo o Reino Unido. Um total de 8 mil pessoas irão se revezar para carregar o fogo olímpico, que terá como ponto de chegada o Estádio Olímpico de Londres, no dia 27 de julho, data de abertura dos Jogos.

Para começar a entrar no clima das Olimpíadas de 2012!

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quarta-feira, 23 de novembro de 2011 Mundiais, Olimpíadas | 22:46

Fiba deveria fazer lobby para ter mais vagas nas Olimpíadas

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A Alemanha, de Nowitzki, esteve em Pequim 2008, mas não estará em Londres

Peço mais uma vez licença ao colega e amigo Fábio Sormani, para dar um pitaco sobre basquete, embora tenha a ver também com Jogos Olímpicos. Eis que o site da CBB (Confederação Brasileira de Basquete) publicou nota nesta quarta-feira anunciando que alguns dirigentes da entidade acabaram de retornar de uma reunião na sede da Fiba (Federação Internacional de Basquete), na Suíça, e que já se discute a possibilidade de aumentar o número de participantes do Campeonato Mundial masculino, passando dos atuais 24 para 32 participantes, como ocorre na Copa do Mundo de futebol.

Cá entre nós, uma grande cretinice!

Ao conversar sobre o tema com o Sormani nesta tarde, ele levantou uma questão importante: não tem cabimento aumentar o número de participantes de um Mundial, mas ao invés disso a Fiba deveria fazer lobby para aumentar o número de vagas olímpicas.

Concordo 100%. Primeiro, porque se a Copa do Mundo de futebol já sofre muitas críticas por conta de seu inchaço, graças ao aumento no número de seleções de qualidade inferior, o mesmo se aplica ao basquete e de uma forma ainda mais gritante.

Em compensação, já há um consenso, entre os próprios cartolas da Fiba, que 12 equipes é um número ridículo para o torneio olímpico de basquete.

Sem levar em conta o caso do Brasil – que só voltou aos Jogos Olímpicos neste ano, ao ficar com o vice-campeonato do Pré-Olímpico de Mar del Plata -, são vários os exemplos de belas seleções que ficam fora das Olimpíadas por conta do número limitado de vagas.

Este drama acaba atingindo especialmente o basquete europeu, que após o desmembramento da União Soviética e pela guerra na extinta Iugoslávia, viu surgir uma série de fortíssimas equipes, como Croácia, Lituânia, Sérvia, além da própria Rússia. Sem falar na Alemanha, França, Itália, Grécia e Turquia e Espanha. Só aqui estamos falando de dez seleções.

A Fiba precisava pensar em gastar energia e fazer articulações políticas para tentar convencer o COI (Comitê Olímpico Internacional) a abrir mais vagas para o basquete. O problema é que o gigantismo das Olimpíadas, além do próprio calendário, tornaria esta uma missão quase impossível.

As Vilas Olímpicas já funcionam no seu limite, a cada edição dos Jogos, sem contar que a própria infraestrutura logística precisaria estar pronta para receber mais 96 atletas (masculino e feminino), sem contar integrantes das comissões técnicas e dirigentes. Ou seja, teria que se gastar mais dinheiro para abrigar todo este povo.

Se do ponto de vista estrutural seria quase impossível isso acontecer, olhando o lado esportivo não há o que discutir: os Jogos Olímpicos ganhariam em qualidade com um torneio com 16 equipes, tanto no masculino como no feminino.

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terça-feira, 22 de novembro de 2011 Olimpíadas, Paraolimpíadas, Uniformes | 15:57

Voluntários e suas cores berrantes para os Jogos de Londres

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Os uniformes que o corpo de voluntários irá utilizar durante os Jogos de Londres

Foram divulgado nesta terça-feira os uniformes que serão usados pelos voluntários e oficiais técnicos que trabalharão nos Jogos Olímpicos de Londres, no ano que vem. Serão cerca de 70 mil voluntários e 6 mil integrantes na área administrativa que irão trabalhar tanto nas Olimpíadas como Paraolimpíadas e utilizarão a nada discreta combinação roxo e vermelho. Longe de ser um estilista, mas cá entre nós, que mistura estranha essa escolhida pelos britânicos, hein?

O designer que criou os uniformes justificou a escolha pela necessidade destes voluntários serem identificados facilmente pela multidão. As cores foram inspiradas nos Grenadier Guards, a tropa de infantaria de elite do exército britânico.

Ainda nesta terça, foram divulgados também os uniformes que serão usados pelos oficiais técnicos que trabalharão nas competições de Londres 2012. Serão 4.500 pessoas credenciadas para a função de acompanhar as provas das mais variada modalidades. Cada Federação Internacional usará seu respectivo brasão nestas roupas, cujas cores azul e branco são, digamos, mais tradicionais que a dos voluntários.

Muito cá entre nós, gostei mais dos uniformes dos oficiais.

E você, internauta do iG, o que achou dos uniformes para Londres 2012?

Alguns exemplos de uniformes dos oficiais técnicos que serão usados nas Olimpíadas de 2012

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segunda-feira, 21 de novembro de 2011 Listas, Olimpíadas, Pré-Olímpico, Seleção brasileira | 11:14

Os brasileiros classificados para Londres 2012

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Natália Falavigna comemora sua vaga para Londres com integrantes da comissão técnica do Brasil

Atualizado em 21/11/2011

E não é que Natália Falavigna acabou mesmo livrando a cara do taekwondo do Brasil no Pré-Olímpico da modalidade, em Querétaro, no México? Neste domingo, no último dia da competição, a brasileira, que foi medalha de bronze nas Olimpíadas de Pequim, em 2008, assegurou sua vaga ao passar pela cubana Glehnis Hernandez, nas semifinais da categoria acima de 67 kg (os três primeiros de cada categoria asseguravam a classificação). Depois, Natália ainda conseguiu terminar com o título do torneio, batendo na final a mexicana Maria Espinoza, atual campeã olímpica.

Com isso, aumentou para 105 o número de brasileiros já assegurados nos Jogos Olímpicos do ano que vem.

Total de atletas brasileiros garantidos para Londres 2012: 105

Basquete

Modalidade masculino (12 atletas)
Data e local em que garantiu a vaga: 10/09/2011, com a vitória da seleção brasileira sobre a República Dominicana, por 83 a 76, nas semifinais do Torneio Pré-Olímpico de Mar del Plata

Modalidade feminino (12 atletas)
Data e local em que garantiu a vaga: 1º/10/2011, com a vitória da seleção brasileira sobre a Argentina por 74 a 33 na decisão do Torneio Pré-Olímpico de Neiva

Boxe

Everton Lopes – categoria até 64 kg (meio médio ligeiro)
Data e local em que garantiu a vaga: 4/10/2011, com a vitória sobre Anthony Yigit (SUE), pelas oitavas de final do Mundial do Azerbaijão

Esquiva Florentino – categoria até 75 kg (médio)
Data e local em que garantiu a vaga: 4/10/2011, com a vitória sobre Anthony Ogog (ING), pelas oitavas de final do Mundial do Azerbaijão

Robson Conceição – categoria até 60 kg (leve)
Data e local em que garantiu a vaga: 7/10/2011, classificado na repescagem com a vitória do ucraniano Vitaly Lomachenko sobre o italiano Domenico Valentino, pelas semifinais do Mundial do Azerbaijão

Canoagem

Erlon Silva e Ronilson Oliveira – C2 1000 m
Data e local em que garantiu a vaga: 28/10/2011, com a medalha de prata obtida nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara (México)

Ciclismo

Modalidade Estrada (1 atleta)
Data e local em que garantiu a vaga: 8/05/2011, com a vitória de Gregolry Panizo no Campeonato Pan-Americano de ciclismo, em Antioquia (Colômbia)

Modalidade Estrada (2 atletas)
Data e local em que garantiu a vaga: 31/10/2011, com a confirmação da UCI que o Brasil terminou em terceiro lugar no ranking das Américas, classificando mais dois ciclistas

Futebol

Modalidade feminino (18 atletas)
Data e local em que garantiu a vaga: 21/11/2010, ao vencer o Chile na decisão do Campeonato Sul-Americano do Equador

Modalidade masculino (18 atletas)
Data e local em que garantiu a vaga: 13/02/2011, ao vencer o Uruguai na rodada final do Campeonato Sul-Americano do Peru

Ginástica artística

Diego Hypólito – Solo
Data e local em que garantiu a vaga: 15/10/2011, ao conquistar a medalha de bronze no Campeonato Mundial de ginástica artística, em Tóquio (Japão)

Arthur Zanetti – Argola
Data e local em que garantiu a vaga: 15/10/2011, ao conquistar a medalha de prata no Campeonato Mundial de ginástica artística, em Tóquio (Japão)

Handebol

Modalidade feminino (14 atletas)
Data e local em que garantiu a vaga: 24/10/2010, ao ficar com a medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara (México)

Hipismo

Modalidade saltos – Equipe (5 atletas)
Data e local em que garantiu a vaga: 6/10/2010, ao ficar em quarto lugar durante o Mundial de Kentucky (EUA)

Modalidade Concurso Completo de Equitação – Equipe (5 atletas)
Data e local em que garantiu a vaga: 23/10/2011, ao ficar com a medalha de bronze da prova dor equipes do CCE nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara (México)

Maratona aquática

Prova dos 10km feminino (1 atleta)
Data e local em que garantiu a vaga: 19/07/2011, com o sexto lugar de Poliana Okimoto no Mundial de Esportes Aquáticos em Xangai (China)

Natação

Revezamento 4 x100m livre (4 atletas)
Data e local em que garantiu a vaga: 24/07/2011, com o 9º lugar da equipe masculina, formada por Bruno Fratus, Nicolas Oliveira, Marcos Macedo e Marcelo Chierighini, no Mundial de Esportes Aquáticos em Xangai (China)

Pentatlo moderno

Yane Marques – prova feminina
Data e local em que garantiu a vaga: 15/10/2011, com a medalha de prata de Yana Marques nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara

Taekwondo

Diogo Silva – categoria até 68kg
Data e local em que garantiu a vaga: 1º/07/2011, ao ficar com a medalha de bronze no Pré-Olímpico de Baku, no Azerbaijão

Natália Falavigna – categoria acima de 67kg
Data e local em que garantiu a vaga: 20/11/2011, com a vitória sobre a cubana Glehnis Hernandez, na semifinal do Pré-Olímpico de Queretaro, no México

Tiro esportivo

Modalidade Pistola 25m feminino – Ana Luiza Mello
Data e local em que garantiu a vaga: 20/11/2010, ao conquistar a medalha de ouro no Campeonato das Américas, no Rio de Janeiro

Modalidade Fossa Olímpica Double – Felipe Fuzaro
Data e local em que garantiu a vaga: 24/11/2010, ao conquistar a medalha de ouro no Campeonato das Américas, no Rio de Janeiro

Triatlo

Modalidade masculina – 1 atleta
Data e local em que garantiu a vaga: 23/10/2011, com a medalha de ouro de Reinaldo Colucci nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara (México)

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sexta-feira, 18 de novembro de 2011 Olimpíadas, Pré-Olímpico, Seleção brasileira | 23:17

Natália Falavigna é a última esperança do Brasil no Pré-Olímpico do taekwondo

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Márcio Wenceslau foi derrotado pelo mexicano Damian Villa na disputa do bronze em sua categoria

O taekwondo do Brasil realmente não passa por uma boa temporada. Após uma pífia participação nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, quando voltou com apenas uma medalha de bronze, nesta sexta-feira, a seleção brasileira que disputa o Pré-Olímpico das Américas, em Queretaro (México) amargou duas derrotas, que custaram a possibilidade de classificar para as Olimpíadas de Londres, no ano que vem. Agora, as esperanças estão concentradas em Natália Falavigna, bronze nos Jogos de Pequim 2008, que competirá no domingo.

Marcio Wenceslau, dono do bronze solitário no Pan, há menos de um mês, perdeu a disputa do terceiro lugar para o mexicano Damian Villa, que já o havia derrotado no Pan. Como os três primeiros garantiam a vaga, Wenceslau está fora das Olimpíadas. A outra eliminada do dia foi Kátia Arakaki, na categoria até 49 kg, derrotada nas quartas de final pela guatemalteca Elizabeth Gordillo.

Esperava-se mais dos brasileiros, especialmente de Márcio Wenceslau. Segundo o lutador Diogo Silva, já classificado para Londres 2012, que descreveu a luta  por sua conta no Twitter, o brasileiro liderava a luta por 6 a 4 e quando faltava três segundos para o final, o mexicano teria chutado em direção ao rosto de Wenceslau, mas o golpe não teria acertado. Mesmo assim, os árbitros deram o ponto para Villa, que também superou o brasileiro em Guadalajara com uma arbitragem polêmica.

Como eu não vi a luta, não vou cravar aqui que Wenceslau foi ou não garfado. Possivelmente foi mesmo, afinal disputava a vaga derradeira em sua categoria com um mexicano, em pleno México. O mais importante é ressaltar que provavelmente o único brasileiro que estará em Londres representando o taekwondo nacional será mesmo Diogo Silva.

Afinal, como já foi comentado por aqui, Natália Falavigna, da categoria acima de 67 kg, ficou mais de um ano parada, em virtude de cirurgias no joelho. Mesmo se tratando de uma atleta de alto nível, precisará se superar para carimbar seu passaporte, pois está longe de sua melhor forma.

Os cartolas do taekwondo brasileiro precisam fazer uma profunda análise do que acontece na modalidade no país, diante do fraco desempenho apresentado nesta temporada.

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Mundiais, Olimpíadas, Pré-Olímpico, Seleção brasileira | 17:53

Brasil só classifica um para o Pré-Olímpico de trampolim

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Prata no Pan-Americano, Rafael Andrade ficou somente em 58º no Mundial. E não vai à Londres

Modalidade ainda relativamente nova no programa olímpico (fez sua estreia nos Jogos de Sydney 2000), a ginástica de trampolim está realizando nesta semana o seu Campeonato Mundial, na cidade de Birmingham, na Inglaterra. E o evento, que se encerra no domingo, também serve como classificatório para os Jogos Olímpicos de Londres 2012. Para o Brasil, contudo, o máximo que o Mundial serviu foi garantir uma vaga no Pré-Olímpico.

Nesta sexta-feira, foi confirmado que a brasileira Giovanna Matheus Bastos conseguiu sua classificação para o evento-teste que será realizado em janeiro, na cidade de Londres, que servirá como avaliação das instalações para os Jogos e também será a última seletiva olímpica da modalidade.

Na prova individual, os oito classificados para a final asseguravam a vaga, enquanto que os atletas que ficassem entre o 9º e o 24º lugar se garantiam no Pré-Olímpico. Mesmo com Giovanna tendo ficado em 26º lugar, ela se classificou por causa da limitação de dois atletas por país para as Olimpíadas, ocupando a vaga de uma das duas chinesas que extrapolaram a quota.

Nas três edições da ginástica de trampolim já disputadas em Jogos Olímpicos, o Brasil nunca conseguiu se classificar.

E mais um detalhe para a turma que valoriza além da conta os Jogos Pan-Americanos: Rafael Andrade, que ficou com a medalha de prata em Guadalajara, ocupou somente o 58º lugar, atrás inclusive de Carlos Ramirez, o atleta que sofreu uma queda horrorosa na final.

Abaixo, o desempenho dos atletas brasileiros na competição individual:

Masculino

30º) Carlos Ramirez – 102.484 pontos
58º) Rafael Andrade – 96.600 pontos
89º) Rodrigo Pacheco – 60.335 pontos

Feminino

26º) Giovanna Matheus Bastos – 95.685 pontos
47º) Daianne Cardoso Lima – 87. 455 pontos
57º) Taissa Garcia – 80.875 pontos

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Olimpíadas, Pré-Olímpico, Seleção brasileira | 00:49

A distribuição de vagas no vôlei para as Olimpíadas de Londres

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logo_Olimpíadas_LondresBem, como o milagre não aconteceu, a seleção brasileira feminina de vôlei, mesmo tendo derrotado a Argélia com facilidade, não conseguiu sua classificação para os Jogos Olímpicos de 2012, em Londres, através da Copa do Mundo do Japão. Agora, precisará tentar carimbar seu passaporte no Pré-Olímpico da América do Sul, em maio do ano que vem.

E pegando como gancho o fiasco brasileiro em quadras japonesas e recordando a generosidade da FIVB (Federação Internacional de Vôlei) na distribuição de vagas olímpicas, confira abaixo como serão conhecidos os participantes dos torneios masculino e feminino em Londres:



Torneio masculino

Copa do Mundo (Japão – 20/11 a 4/12/11) – 3 vagas
Pré-Olímpico da África (Guiné Bissau – data a confirmar) – 1 vaga
Pré-Olímpico da Europa (Bulgária – 8 a 13/5/12) – 1 vaga
Pré-Olímpico da Ásia (Japão – 2 a 10/6/12) – 1 vaga
Pré-Olímpico da América do Norte e Central (Porto Rico – 11 a 20/5/12) – 1 vaga
Pré-Olímpico da América do Sul (Local a definir – maio/12) – 1 vaga
Pré-Olímpico Mundial 1 (Japão – 2 a 10/6/12) – 1 vaga
Pré-Olímpico Mundial 2 (Alemanha- 8 a 10/6/12) – 1 vaga
Pré-Olímpico Mundial 3 (Itália – 8 a 10/6/12) – 1 vaga
País-sede: Grã-Bretanha

Torneio feminino

Copa do Mundo (Japão – 4 a 18/11/11) – 3 vagas
Pré-Olímpico da África (Local e data a definir) – 1 vaga
Pré-Olímpico da Europa (Turquia – 1º a 6/5/12) – 1 vaga
Pré-Olímpico da Ásia (Japão – 19 a 27/5/12) – 1 vaga
Pré-Olímpico da América do Norte e Central (Rep. Dominicana – 10 a 18/12/11) – 1 vaga
Pré-Olímpico da América do Sul (Brasil – maio/12) – 1 vaga
Pré-Olímpico Mundial (Japão – 19 a 27/5/12) – 3 vagas
País-sede: Grã-Bretanha

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quarta-feira, 16 de novembro de 2011 Olimpíadas, Pré-Olímpico, Seleção brasileira | 22:28

Os caminhos alternativos do vôlei feminino até Londres 2012

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Thaisa sobe para marcar mais um ponto para o Brasil: vaga olímpica virá cedo ou tarde

Bom, após alguns dias de folga merecida para recarregar as baterias, vamos tirar a teia de aranha do blog. E sem me meter muito na seara da amiga Aretha Martins (provavelmente esbanjando ansiedade por conta do casório desta semana), vale a pena dar alguns pitacos sobre esta triste campanha da seleção brasileira feminina de vôlei na Copa do Mundo do Japão.

Só um milagre fará com que as atuais campeãs olímpicas consigam carimbar o passaporte para as Olimpíadas de Londres, no ano que vem, ainda nesta Copa do Mundo. Precisará haver uma combinação mágica de resultados para que isso ocorra. Mas isso não significará o fim dos tempos para o técnico José Roberto Guimarães e suas comandadas.

Isso porque o vôlei é um dos esportes mais generosos quando se fala em oportunidades para obter uma classificação olímpica. Se ficar sem a vaga no Japão, a seleção feminina ainda terá a chance de se classificar vencendo o Pré-Olímpico da América do Sul, em maio de 2012, quando terá provavelmente a Argentina como única adversária de certo nível.

Se ainda assim ocorrer um desastre e as meninas brasileiras perderem esta chance, não há motivos para desespero: basta ficar com uma das três vagas no Pré-Olímpico Mundial, no Japão, também em maio.

Ou seja, a seleção feminina do Brasil só não defenderá seu título em Londres 2012 se for muito incompetente.

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