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Arquivo de agosto, 2011

quarta-feira, 31 de agosto de 2011 Olimpíadas | 23:29

Mascotes dos Jogos de Londres 2012 nos quadrinhos

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Os mascotes Wenlock e Mandeville, que viraram personagens em quadrinho

Os esquisitos mascotes dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de Londres, Wenlock e Mandeville, ganharam uma versão em quadrinhos. A dupla será destaque em uma edição especial da tradicional revista infantil semanal inglesa “The Beano”, publicada desde 1938.

Na história, a dupla de cíclopes contracena com personagens conhecidos da publicação, como Dennis, o Pimentinha, e Minnie the Minx.  Os dois mascotes olímpicos deverão aparecer em novas publicações, até a abertura dos Jogos, em julho do ano que vem.

Os dois mascotes dos Jogos de Londres foram lançados em maio de 2010, batizados com o nome de duas pequenas cidades inglesas e baseados em um conto infantil escrito por Michael Morpurgo. A partir de setembro, serão comercializadas versões regionais de Wenlock e Mandeville, reunindo as 12 melhores versões criadas por estudantes ingleses.

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terça-feira, 30 de agosto de 2011 Ídolos, Imprensa, Mundiais, Seleção brasileira | 13:39

Ouro de Fabiana Murer começou a ser desenhado em 2009

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Fabiana Murer exibe a bandeira brasileira para comemorar o inédito título mundial no salto com vara

A brilhante conquista de Fabiana Murer nesta terça-feira, ao ficar com a medalha de ouro no salto com vara do Campeonato Mundial de atletismo em Daegu – a primeira de um atleta brasileiro, homem ou mulher, na história da competição – começou a ser construída, na verdade, há dois anos, antes do Mundial de Berlim, em 2009.

Numa entrevista com a atleta e que foi tema da coluna Diário Esportivo, que eu assinava no “Diário de S. Paulo”, Fabiana Murer já planejava que para ficar com a medalha de ouro em um Mundial, algo na época considerado um feito quase impossível, diante de uma russa Elena Isinbayeva até então imbatível, precisaria saltar pelo menos 4m80. Na época, esse era o recorde sul-americano, que pertencia a ela mesma (hoje a marca é justamente de 4m85, o salto que lhe rendeu o ouro).

“A partir desta marca, é possível pensar em lutar por medalha. Não é possível assegurar que vou ganhar saltando isso, mas fico na briga” disse Murer, na coluna publicada no “Diário”, em 6 de março de 2009.

E pensar que pouco mais de dois anos depois, ela superou sua própria expectativa para entrar na história do atletismo brasileiro. Mais bacana ainda foi o fato de ter sido a conquista de uma atleta do bem, que passa longe dos choros histéricos ou atitudes marqueteiras de olho na opinião publica.

Se alguém mereceria esta medalha, esse alguém era Fabiana Murer.

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segunda-feira, 29 de agosto de 2011 Histórias do esporte, Imprensa, Olimpíadas, Pré-Olímpico, Seleção brasileira | 23:51

O foca, o fumante e o sufoco

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O basquete masculino brasileiro começa nesta terça-feira, em Mar Del Plata (Argentina), mas uma tentativa de retornar aos Jogos Olímpicos, com a disputa do Torneio Pré-Olímpico. E esta estreia, diante da Venezuela, me faz vir à mente duas edições do Pré-Olímpico que acompanhei pessoalmente, em 1984, no Ginásio do Ibirapuera, e o de 1995, na mesma Argentina, só que nas cidades de Tucuman e Neuquén.

Em 84, o Brasil foi escolhido para receber a sede da competição eliminatória para os Jogos Olímpicos de Los Angeles. Ainda estava na faculdade, mas trabalhava como estagiário na “Rádio Gazeta”, em São Paulo, quando foi escalado para participar da cobertura do evento. Era a minha primeira cobertura fora da redação e estava naturalmente empolgado.

Na verdade, empolgado até demais. Após uma das partidas em que o Brasil não tinha jogado bem, apesar de ter vencido o jogo. Então, eis que o foca aqui (jargão jornalístico para jornalista inexperiente) chegou todo afobado no primeiro jogador que apareceu pela frente para repercutir a atuação ruim da seleção. Não me lembro mais como foi a pergunta, só sei que o então pivô Marquinhos (o entrevistado) me passou tamanha descompostura (sem ofender, é bom dizer) que confesso ter ficado com vergonha e não usei a gravação.

Onze anos depois e bem mais experiente, eis que outro Pré-Olímpico surgiu em minha vida. Escalado pelo “Diário Popular” (hoje “Diário de S. Paulo), fui acompanhar a campanha brasileira em Tucuman e Neuquén, na Argentina. Em 1995, estavam de volta à seleção os veteranos afastados no Mundial de 1994, quando o Brasil deu um vexame e ficou em 11º no Mundial do Canadá. Entre os que voltavam à equipe, ninguém menos do que Oscar Schmidt, ainda em plena forma, além do técnico Ary Vidal, refazendo a parceria que rendeu à seleção o título do Pan-Americano de 1987, em Indianápolis

Oscar Schmidt foi fundamental na campanha do Pré-Olímpico de 95

Mas nem mesmo com Oscar estava sendo capaz de colocar a seleção nos eixos. Na fase final do torneio, em Neuquén, um dia após uma derrota para o Canadá, o Brasil estava praticamente eliminado dos Jogos Olímpicos de Atlanta. No dia seguinte, ao lado de outros jornalistas brasileiros, cheguei ao ginásio para acompanhar a partida entre Uruguai e Cuba, pela última rodada. Os uruguaios vinham fazendo uma ótima campanha e se batessem os cubanos (que não tinha mais chance de classificação e só cumpria tabela), ficariam com a mão na vaga e já eliminariam o Brasil.

Eis que chegamos à tribuna de imprensa, no local destinado aos jornalistas brasileiros e quem estava na tribuna? Ary Vidal. Ele disse que não conseguiria esperar o resultado no hotel e decidiu chegar antes da delegação. E começamos a ver algo que parecia impossível: o Uruguai jogando sua pior partida no torneio, enquanto que Cuba acertava todas as bolas.  A cada cesta de Cuba, Vidal acendia freneticamente um cigarro atrás do outro (sim, em 1995 ainda se podia fumar nos ginásios, ao menos em Neuquén).

Só sei que Cuba venceu por 20 pontos de vantagem (109 a 89), justamente o resultado que eliminaria o Uruguai e classificava o Brasil para as semifinais, para alívio de Ary Vidal, que praticamente consumiu todo o seu maço de cigarros.

Que o Brasil tenha sorte neste Pré-Olímpico de Mar Del Plata.

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domingo, 28 de agosto de 2011 Histórias do esporte, Isso é Brasil, Mundiais | 12:01

Na noite dos "gladiadores", Pistorius entrou para a história

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Oscar Pistorius, na raia 8, avança nas eliminatórias dos 400m rasos em Daegu

Não estou entre os fãs do UFC, o evento de MMA que se tornou um fenômeno de mídia em boa parte do mundo, especialmente no Brasil. Mas não deixo de reconhecer a importância do evento, que vem conquistando um enorme espaço em todos os veículos de comunicação. Por isso, não me espantou a reação do público, que quase foi à loucura com a realização do UFC 134, neste sábado à noite, no Rio de Janeiro, e que teve como ponto alto mais uma vitória do brasileiro Anderson Silva.

Mas me perdoem os fãs destes “gladiadores”, que adoram socar adversários mesmo quando estes estão nocauteados no chão: o evento mais importante deste final de semana ocorreu a muitos quilômetros do octógono do Rio, mas precisamente em Daegu, na Coreia do Sul. Em uma das eliminatórias dos 400m rasos do Campeonato Mundial de atletismo, Oscar Pistorius, um atleta biamputado desde os 11 meses de idade, competiu ao lado de atletas “normais’. E conseguiu classificar-se para as semfinais da prova com o terceiro melhor tempo. E ele chegou a brigar pela liderança nos metros finais da disputa.

“Estar aqui foi meu objetivo por muitos anos, trabalhei muito duro para chegar aqui. Fiz uma boa corrida, mas o principal é o prazer que sinto em fazer parte deste Mundial”. Estas foram algumas das palavras do sul-africano após sua prova. Palavras excessivamente modestas, é bom ressaltar.

O cara tinha acabado de entrar para a história do esporte mundial, superando até uma briga na justiça esportiva para poder competir entre atletas normais, e falava como se tivesse acabado de disputar uma corridinha qualquer. Sem afetação nem marketing. Porque, no fundo, Pistorius sabe da importância de seu feito. Mas prefere curti-lo sem maiores exageros.

Pena somente que este evento histórico não foi transmitido ao vivo para o Brasil. Tive que acompanhar a prova por um link da internet, que não era lá estas coisas, diga-se de passagem. É que as TVs (aberta e fechada) preferiam passar o UFC.

Tem gosto pra tudo.

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sábado, 27 de agosto de 2011 Histórias do esporte, Ídolos, Mundiais | 12:06

O lado "democrático" do Mundial de Atletismo

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Sogelau Tuvalu se esforça para completar os 100m rasos

O Campeonato Mundial de atletismo, que começou na noite desta sexta-feira (horário de Brasília) em Daegu, na Coreia do Sul, não está reservado apenas para as estrelas da modalidade. Os 100m rasos, por exemplo, tem simplesmente o fenômeno jamaicano Usain Bolt como principal nome a ser batido. E mesmo que ele não consiga repetir os impressionantes 9s58, que lhe deram o recorde no Mundial de Berlim, em 2009, certamente ele é o grande favorito na prova. Neste sábado, sem fazer força, ele passou para a semifinal com 10s10, brincando.

Mas o Mundial de Daegu também é democrático o suficiente para abrir espaço para atletas, digamos assim, nem tão em forma como o supercampeão Bolt. É o caso do “robusto” velocista (?) de Samoa Americana, o jovem Sogelau Tuvalu, cuja foto ilustra este post.

Com apenas 17 anos, Tuvalu fez sua primeira prova internacional nos 100m exatamente neste Mundial. E terminou sua série eliminatória em último lugar, com o tempo de 15s66, o pior entre todos os competidores que estão na Coreia do Sul.

Se corressem juntos na mesma série, Bolt teria tempo até para plantar uma bananeira em plena pista até que o esforçado Tuvalu cruzasse a linha de chegada.

Mas é justamente por conta destas disparidades que o esporte é algo tão bacana. Por permitir que participem de um mesmo evento uma superestrela como Usain Bolt e um semiamador gordinho como Sogelau Tuvalu.

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sexta-feira, 26 de agosto de 2011 Pan-Americano | 13:03

Confira o trajeto da tocha pan-americana até Guadalajara

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Modelos exibem a tocha do Pan, em Guadalajara. Revezamento começa neste sábado

A tocha pan-americana, que será acesa nesta sexta-feira, nas pirâmides de Teotihuacán, dá largada ao último grande evento antes do início dos Jogos Pan-Americanos, a partir de 14 de outubro. O revezamento da tocha do Pan terá início neste sábado e irá percorrer um total de 38 cidades até chegar a Guadalajara,no Estádio Omnilife, no dia da abertura do evento.

No total, 3.200 pessoas irão se revezar no transporte da chama pan-americana nos próximos 49 dias. A largada, neste sábado, acontecerá na Cidade do México, e o percurso de 60 km terá a participação de 240 pessoas.

Confira abaixo por onde passará a tocha pan-americana:

1 – Cid. do México
2 – Toluca
3 – Pachuca
4 – Tlaxcala
5 – Puebla
6 – Xalapa
7 – Villahermosa
8 – Campeche
9 – Merida
10 – Chichen Itzá
11 – Cancún
12 – Chetumal
13 – Tuxtla Gutiérrez
14 – Oaxaca
15 – Acapulco
16 – Cuernavaca
17 – Morelia
18 – Querétaro
19 – León
20 – Aguascalientes
21 – Zacatecas
22 – San Luis Potosí
23 – Cid. Vitória
24 – Monterrey
25 – Saltillo
26 – Gómez Palacio
27 – Chihuahua
28 – Hermosillo
29 – Tijuana
30 – La Paz
31 – Mazatlán
32 – Tepic
33 – Puerto Vallarta
34 – Colima
35 – Cid. Guzman
36 – Chapala
37 – Lagos de Moreno
38 – Guadalajara

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quinta-feira, 25 de agosto de 2011 Ídolos, Imprensa, Mundiais, Olimpíadas | 22:44

Mundial de Atletismo entra na história com Oscar Pistorius

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Oscar Pistorius, que mesmo biamputado disputará o Mundial de Daegu

Se o Mundial de Atletismo de Berlim, em 2009, ficou marcado pelos recordes de Usain Bolt nos 100 e 200m rasos, o Mundial de Daegu, que começará na noite desta sexta-feira (horário de Brasília) ficará marcado como aquele em que, pela primeira vez na história, um atleta amputado competirá ao lado de rivais normais.

Oscar Pistorius, um sul-africano de 24 anos que foi amputado logo abaixo do joelho das duas pernas com apenas 11 meses de idade, conseguiu índice e disputará a eliminatória dos 400m rasos no sábado à noite. E olha que já era pra ele ter competido nas Olimpíadas de Pequim-2008, mas a IAAF (Associação das Federações Internacionais de Atletismo) entrou com recurso, para impedir sua participação ao lado de atletas normais, por entender que as próteses nas pernas lhe davam vantagem (!). O caso foi parar na CAS (Corte Arbitral de Esporte), que decidiu em favor de Pistorius, mas ele acabou não tendo tempo hábil para garantir seu índice.

A história toda de Pistoris, com a opinião de especialistas sobre seu caso, além de um completo infográfico sobre o atleta paraolímpico que fará história neste sábado, estão no iG Esporte, num material produzido pelo repórter Pedro Taveira. Vale a leitura!

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quarta-feira, 24 de agosto de 2011 Imprensa, Mundiais, Olimpíadas, Seleção brasileira | 23:33

A prata de Rafaela Silva e o blogueiro "Mãe Dinah"

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Rafaela Silva no pódio do Mundial de Judô, em Paris, com sua medalha de prata

A brilhante conquista da judoca Rafael Silva, que nesta quarta-feira conquistou a medalha de prata na categoria leve (até 57 kg), no Mundial de Judô, que está sendo realizado em Paris (FRA), acabou servindo de gancho para que eu desenterrasse um post publicado em meu antigo blog, o “Blog do Laguna“, atualmente desativado desde que este “Espírito Olímpico” entrou no ar. Em 20 de fevereiro deste ano, escrevi um post justamente sobre Rafaela, que havia vencido a etapa de Dusseldorf (ALE), válida pela Copa do Mundo. E o blogueiro até se meteu a fazer um exercício de futurologia.

Da Cidade de Deus para Londres?



Dona do melhor resultado do judô brasileiro no Grand Prix de Dusseldorf (Ale), neste último sábado, a jovem carioca Rafaela Silva, campeã na categoria 57kg, foi revelada pelo Instituto Reação, fundado pelo medalhista olímpico Flavio Canto. Localizado na favela de Cidade de Deus, no Rio de Janeiro, o Instituto Reação representou uma mudança radical na vida de Rafaela. Até os oito anos, ela era muito brigona e seu pai viu no judô uma forma da garota ocupar sue tempo livre.

Campeã mundial junior de 2008, já havia sido campeã da etapa de Madri da Copa do Mundo de 2009. Aos 18 anos, ocupa a 26ª posição no ranking mundial, sem computar o resultado da etapa deste sábado, quando bateu a italiana Giulia Quintavalle, campeã olímpica de Pequim/08, nas semifinais, e a japonesa Kaori Matsumoto, líder do ranking mundial e atual campeã do mundo, na decisão.

Sei não, tá com cara que a Cidade de Deus terá uma representante em Londres, hein?

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terça-feira, 23 de agosto de 2011 Listas, Olimpíadas, Seleção brasileira | 13:48

Os brasileiros classificados para Londres 2012

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O brasileiro Leandro Cunha garantiu sua vaga em Londres com a medalha de prata no Mundial

Atualizado em 23/08/2011

Ao garantirem nesta terça-feira as primeiras medalhas para o Brasil no Campeonato Mundial de judô, que está sendo realizado em Paris, Leandro Cunha e Sarah Menezes aumentaram a delegação brasileira nas Olimpíadas de Londres, no ano que vem. O jornalista Carlos Bortole, que cobre o torneio para o iG Esporte e que também foi judoca da seleção brasileira, informou que pela pontuação alcançada no ranking mundial por Cunha, que foi medalha de prata na categoria meio-leve (até 66 kg), e por Sarah, com seu bronze na categoria ligeiro (até 48 kg), os dois não perdem mais suas vagas nos Jogos Olímpicos do ano que vem.

Total de atletas brasileiros garantidos para Londres 2012: 52

Ciclismo

Modalidade Estrada (1 atleta)
Data e local em que garantiu a vaga: 8/05/2011, com a vitória de Gregolry Panizo no Campeonato Pan-Americano de ciclismo, em Antioquia (Colômbia)

Futebol

Modalidade feminino (18 atletas)
Data e local em que garantiu a vaga: 21/11/2010, ao vencer o Chile na decisão do Campeonato Sul-Americano do Equador

Modalidade masculino (18 atletas)
Data e local em que garantiu a vaga: 13/02/2011, ao vencer o Uruguai na rodada final do Campeonato Sul-Americano do Peru

Hipismo

Modalidade saltos – Equipe (5 atletas)
Data e local em que garantiu a vaga: 6/10/2010, ao ficar em quarto lugar durante o Mundial de Kentucky (EUA)

Judô

Sarah Menezes – categoria Ligeiro (até 48 kg)
Data e local em que garantiu a vaga: 23/08/2011, ao ficar com a medalha de bronze no Mundial de Paris

Leandro Cunha – categoria Meio-leve (até 66 kg)
Data e local em que garantiu a vaga: 23/08/2011, ao ficar com a medalha de prata no Mundial de Paris

Maratona aquática

Prova dos 10km feminino (1 atleta)
Data e local em que garantiu a vaga: 19/07/2011, com o sexto lugar de Poliana Okimoto no Mundial de Esportes Aquáticos em Xangai (China)

Natação

Revezamento 4 x100m livre (4 atletas)
Data e local em que garantiu a vaga: 24/07/2011, com o 9º lugar da equipe masculina, formada por Bruno Fratus, Nicolas Oliveira, Marcos Macedo e Marcelo Chierighini, no Mundial de Esportes Aquáticos em Xangai (China)

Taekwondo

Diogo Silva – categoria até 68kg
Data e local em que garantiu a vaga: 1º/07/2011, ao ficar com a medalha de bronze no Pré-Olímpico de Baku, no Azerbaijão

Tiro esportivo

Modalidade Pistola 25m feminino – Ana Luiza Mello
Data e local em que garantiu a vaga: 20/11/2010, ao conquistar a medalha de ouro no Campeonato das Américas, no Rio de Janeiro

Modalidade Fossa Olímpica Double – Felipe Fuzaro
Data e local em que garantiu a vaga: 24/11/2010, ao conquistar a medalha de ouro no Campeonato das Américas, no Rio de Janeiro

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sábado, 20 de agosto de 2011 Ídolos, Mundiais, Musas | 21:19

Croata dançarina busca o tri no Mundial de atletismo

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Nesta semana, a atleta croata Blanka Vlasic, depois de ameaçar desistir, confirmou sua participação no Campeonato Mundial de Atletismo, que começa no próximo sábado na cidade de Daegu, na Coreia do Sul, buscando o tricampeonato mundial no salto em altura. Um dos maiores nome da modalidade, Blanka ainda não está totalmente recuperada de uma lesão muscular na perna esquerda. Mas disse que mesmo sem estar 100%, não conseguiria ver a competição de sua casa, em Split, na Croácia.

Os fãs também festejaram a decisão da musa croata. Além da oportunidade de tentar vê-la repetir os feitos dos Mundiais de Osaka 92007) e Berlim (2009), haverá uma torcida enorme para saber qual a dança que Blanka irá fazer em caso de vitória, exatamente como fez nos Mundiais anteriores.

Uma dancinha bem sexy, diga-se de passagem, como você pode conferir nos vídeos abaixo:

Primeiro, a “dança” após o primeiro título mundial, em Osaka:

Depois, a “dancinha” feita no bi, em Berlim:

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