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Arquivo de março, 2011

terça-feira, 22 de março de 2011 Almanaque, Ídolos, Olimpíadas, Vídeos | 17:22

O adeus de um herói da era pré-Phelps

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Nikolai Andrianov ainda é um dos maiores ganhadores de medalhas em Olimpíadas

Os torcedores mais novos que idolatram, com toda justiça, o nadador americano Michael Phelps, que faturou impressionantes oito medalhas de ouro nas Olimpíadas de Pequim, em 2008, talvez desconheçam que o feito do americano teve uma importância ainda maior, simplesmente por ele ter superado a marca de um grande ídolo olímpico: Nikolai Andrianov, ginasta da antiga União Soviética, que entre os Jogos de Munique-72 e Moscou-80 ganhou nada menos do que sete ouros e 15 medalhas olímpicas no total, tornando-se, até Phelps surgir, o maior atleta masculino ganhador de medalhas na história olímpica. Pois este verdadeiro herói da uma era romântica do esporte morreu nesta segunda-feira, aos 58 anos, de uma doença degenerativa (o iG Esporte contou tudo aqui).

Para se ter uma ideia da importância do feito de Andrianov, ele ainda é o terceiro maior vencedor da história das Olimpíadas, atrás de Phelps e da ex-soviética Larisa Latynina, recordista geral com 18 medalhas conquistadas. O auge de Andrianov ocorreu nos Jogos de Montreal, em 1976, quando levou quatro de ouro, duas de prata e uma de bronze. A importância de Andrianov para a ginástica é tanta que ele dá nome a um dos critérios de avaliação nas provas por equipe na ginástica artística.

Melhor do que falar, contudo, é ver Nikolai Andrianov  em ação. Vale a pena, inclusive pela narração em russo…

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segunda-feira, 21 de março de 2011 Almanaque, Pan-Americano | 19:01

Os cartazes do Pan (2)

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2º Jogos Pan-Americanos – Cidade do México

Período de disputa: 12 a 26/3/1955
Países participantes: 22
Modalidades esportivas disputadas: 17
Total de atletas: 2.583

Quadro final de medalhas (cinco primeiros colocados + Brasil)

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Imprensa, Olimpíadas | 10:27

Jornal americano prevê cinco ouros para o Brasil em 2012

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Americano adora fazer uma prévia olímpica. A cada quatro anos, vende como água no deserto uma edição especial da conceituada revista esportiva “Sports Illustrated”, que traz uma previsão dos Jogos Olímpicos prestes a acontecer. Comparado com o que rola nas Olimpíadas de fato, o resultado é bastante razoável, com exceção de um ou outro erro mais bizarro.

Agora, foi a vez da versão online do jornal “USA Today” dar uma de Mãe Dinah. Quando faltam menos de  500 dias para o início das Olimpíadas de Londres, a publicação começou a soltar uma prévia mensal daquele que imagina que será o quadro final de medalhas da competição. Nele, além de mostrar que os EUA superarão a China por pouco na primeira colocação, mostra que o Brasil ganhará cinco ouros nos Jogos britânicos. Confira abaixo:

O número de medalhas de ouro, idênticos à campanha de Atenas-04, mostram algumas apostas bem possíveis, como as vitórias de uma dupla do vôlei de praia feminino; das seleções masculina e feminina de vôlei de quadra; e o triunfo de César Cielo nos 50m livre. A única previsão meio maluca feita pelo “USA Today” é Fabiana Murer superar a russa Ielena Isinbayeva e ficar com o ouro no salto com vara. Diante da qualidade da russa, nem o mais pacheco dos brasileiros irá ousar sonhar com este feito.

As demais previsões dos americanos em relação ao Brasil são bem conservadoras. O jornal acredita que o país terá um total de 15 medalhas. Serão cinco de prata, sendo duas no futebol (masculino e feminino); uma dupla no vôlei de praia feminino;  Leandro Guilheiro, no judô; e César Cielo, nos 100m livre. Virão ainda, de acordo com o “USA Today”, mais cinco medalhas de bronze, com uma dupla no vôlei de praia masculino; Luciano Correa e Thiago Camilo, no judô; uma dupla da classe Star, na vela; e com Thiago Pereira, nos 200m medley.

Vale esperar a próxima avaliação dos americanos e ver o que irá mudar em relação à esta primeira lista. E você, tem alguma aposta também? Manda aí pra gente ver.

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domingo, 20 de março de 2011 Pan-Americano | 21:54

Cartolas livram (por enquanto) a cara do Pan de Guadalajara

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Dirigentes participam da reunião de avaliação para os preparativos do Pan de Guadalajara

E ficou no lucro para os dirigentes do Copag (Comitê Organizador do Pan) o resultado da reunião entre os cartolas da Odepa (Organização Desportiva Panamericana) e os responsáveis pela organização dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara. Após dois dias de reunião, neste final de semana, os dirigentes mexicanos foram absolvidos pela Odepa em relação a alguns preocupantes atrasos nas obras para a competição que começa em 13 de outubro, como o estádio de atletismo.

“O balanço positivo que reflete o relatório do Comitê Organizador mostra um grande salto em comparação com avaliações anteriores da Odepa”, afirmou um comunicado emitido pela entidade que comanda o esporte das Américas. Com um inacreditável número de adjetivos e palavras elogiosas, o documento da Odepa ainda fez pouco caso do impressionante atraso na arena do atletismo. “Os progressos nas construções das instalações para o atletismo que, mesmo quando cobrados pelo atraso, mostram que há determinação de que a mesma ficará pronta em tempo útil antes dos Jogos.”

Que ninguém se engane com as palavras da Odepa. As cobranças para que não ocorra um vexame justamente no Pan organizado pelo país-natal do presidente da entidade, Mario Vázquez Raña, são enormes. É bom que a turma do Copag corre para deixar tudo pronto antes da reunião de 11 de abril, com os chefes de missões dos 42 países participantes do Pan. Porque provavelmente eles não serão tão compreensivos assim se as obras ainda estiverem atrasadas.

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sábado, 19 de março de 2011 Pan-Americano | 12:25

Conheça as medalhas do Pan de Guadalajara

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As medalhas (ouro, prata e bronze) que serão distribuídas nos Jogos Pan-Americanos de 2011

O Copag (Comitê Organizador do Pan) divulgou nesta sexta-feira as medalhas que serão entregues aos atletas no Pan-Americano de Guadalajara, que começa em 13 de outubro. Criadas pela artista mexicana Irma Huerta, as medalhas têm um formato que lembra a silhueta de Algarve, a planta típica da região de Guadalajara e que é usada na fabricação de Tequila, bebida tradicional do México. A fita que segura a medalha contém desenhos geométricos representando o artesanato indígena local.

Bem bacanas as medalhas do Pan-11. E você, o que achou? Comenta aí.

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sexta-feira, 18 de março de 2011 Olimpíadas | 23:35

Ingressos para Londres-12: corre que vai acabar!

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logo_Olimpíadas_LondresA turma está animada ou com o bolso cheio. Pois não é que nem bem começou a venda de ingressos para as Olimpíadas de Londres e já há notícias de que alguns eventos já estão lotados? Foi o que mostrou o iG Esporte nesta sexta-feira, ao noticiar que não há mais bilhetes para as cerimônias de abertura e encerramento. Coincidentemente, são justamente os setores cujas entradas custam os olhos da cara. Pessoal tá bem de saldo no banco, pelo visto…

Brincadeiras à parte, tudo isso mostra o nível de expectativa dos torcedores em relação aos Jogos de Londres. Em Pequim, até por causa da distância e do alto custo para bancar uma viagem à China, houve uma dificuldade maior para receber torcedores das Américas e da Europa. Situação que certamente não ocorrerá em Londres.

Para os torcedores brasileiros, que terão à disposição uma carga de ingressos 70% em relação às Olimpíadas de 2008, em razão do país ser a sede dos Jogos de 2016, a agência Tamoyo, revendedora oficial de Londres-12 aqui, informa que as vendas estarão suspensas nos próximos dois dias (19 e 20), para manutenção do site da empresa. As vendas recomeçarão na próxima segunda-feira.

A tomar como base os primeiros três dias de vendas de ingressos, é bom o sujeito interessado em ver os Jogos de perto correr. Do contrário, terá que assistir os grandes astros do esporte mundial pela TV.

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Olimpíadas, Pan-Americano | 16:47

Relógio do Pan-11 inaugurado. Será que este vai funcionar?

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Dirigentes participam no lançamento do relógio que marca a contagem regressiva para o Pan-11

Depois do mico de ver o relógio que marca a contagem regressiva para as Olimpíadas de Londres quebrar horas depois de seu lançamento (mas arrumado em seguida), agora foi a vez dos organizadores dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara fazerem seu marketing e também lançarem um relógio semelhante, para marcar os dias que faltam até a abertura da competição no dia 13 de outubro.

Nesta sexta-feira, um relógio de 4m50 de altura foi inaugurado no estacionamento do Aeroporto Michel Hidalgo, em Guadalajara, com o objetivo de lembrar ao público que passa pelo local diariamente (estimado em 20 mil pessoas) do tempo que resta para o início da principal competição poliesportiva das Américas.

O relógio da contagem regressiva é mais uma estratégia de marketing dos organizadores para atrair a atenção do público para os Jogos mexicanos, que já sofrem com problemas em atrasos de obras, tema de uma reunião com os dirigentes da Odepa (Organização Desportiva Panamericana) neste final de semana. Além disso, o próprio aeroporto também necessita de melhorias em suas instalações, situação que os integrantes do Copag (Comitê Organizador do Pan) já admitiram que existe.

Só falta agora o relógio de Guadalajara também quebrar, né?

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Imprensa, Olimpíadas, Pan-Americano | 10:13

Um exemplo de desperdício na ginástica artística

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O Centro de Excelência de Ginástica de Curitiba corre o risco de fechar as portas

Quando se imagina que já se viu de tudo no esporte olímpico brasileiro, sempre aparece algo que te pega de surpresa. Reportagem do jornal “Gazeta do Povo”, de Curitiba, nesta semana, mostra que o Cegin (Centro de Excelência de Ginástica), local que serviu de base para a seleção olímpica permanente de ginástica artísitica nos dois últimos ciclos olímpicos, corre risco de fechar as portas. O motivo: falta de dinheiro.

A CBG (Confederação Brasileira de Ginástica), que após a eleição da atual presidente Maria Luciene Cacho Resende mudou sua sede de Curtiba para Aracaju (Sergipe), cortou uma verba de R$ 437 mil que seriam repassados ao Cegin, de acordo com a reportagem da “Gazeta do Povo”. Vale lembrar que o Cegin é comando por Vicélia Florenzano, ex-presidente da CBG. Segundo a “Gazeta”, a justificativa de Resende para cortar a verba de manutenção do Cegin é que não é possível destinar esta verba (proveniente do patrocínio da Caixa Econômica Federal de R$ 9,5 milhões) a um clube privado.

Entre as atletas que treinam no Cegin estão quatro integrantes da seleção brasileira: Harumy de Freitas, Priscila Coelho, Bruna Leal e Ethiene Franco. Todas ameaçadas de não ter onde se preparar em alto nível. Se não têm onde treinar, elas obviamente terão comprometida sua preparação para integrar a seleção brasileira.

Agora, duas observações: é importante lembrar que Maria Luciene Resende era vice-presidente de Vicélia Florenzano na gestão anterior. Só isso já causa estranheza diante de todo este imbróglio. As duas já não falam a mesma língua, para dizer o mínimo. A outra observação é, na verdade, uma pergunta: como a CBG pode desperdiçar um equipamento do nível como este de Curitiba e que serviu para preparar, entre outras atletas, Daniele Hypólito e Daiane dos Santos?

É muito desperdício.

Obs: sugestão de post do ótimo blog Alberto Murray Olímpico, mantido pelo advogado Alberto Murray, neto do ex-presidente do COB (Comitê Olímpico Brasileiro), Sylvio de Magalhães Padilha, e que nos últimos anos tornou-se  um feroz e ativo opositor à gestão de Carlos Arthur Nuzman no COB.

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quinta-feira, 17 de março de 2011 Com a palavra, Pan-Americano | 11:12

Sinal vermelho em Guadalajara

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“Eu colocaria em vermelho o estádio de atletismo, rugby, remo e a sede de canoagem”

Carlos Andrade Garín, presidente do Copag (Comitê Organizador do Pan-11), admitindo sua preocupação com o andamento de várias obras dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, que começarão em 13 de outubro.

Vale lembrar que nesta sexta-feira começará uma reunião entre os dirigentes da Odepa (Organização Desportiva Panamerica) e integrantes do Copag, conforme o blog já havia publicado, e um dos temas principais do encontro será tratar do atraso nestas obras.

Pelo jeito, o trauma do Rio-2007 ainda está muito fresco na memória dos cartolas da Odepa.

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quarta-feira, 16 de março de 2011 Almanaque, Olimpíadas | 16:36

Medalha, medalha, medalha…

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O ciclista britânico Chris Hoy, ouro e recorde olímpico na prova de velocidade, em Pequim-08

Deveria ser proibido, até por decreto, fazer previsão de medalhas em Olimpíadas, tal qual uma Mãe Dinah esportiva. Esporte não é ciência exata e se os economistas cansam de errar previsões a respeito de índices de crescimento ou de inflação, o que dirá sobre resultados numa competição. Patético.

Mas a chefe-executiva das Olimpíadas de Londres, Liz Nicholl, parece que gosta de brincar com fogo. Em uma entrevista à rede de TV inglesa “BBC”, ela declarou que o planejamento da Grã-Bretanha para os Jogos é o de superar as 47 medalhas conquistadas em Pequim-08, quando os britânicos terminaram em quarto lugar no quadro geral de medalhas. “A ginástica e o boxe, que contará com a participação feminina, fará com que possamos conseguir mais medalhas do que em Pequim”, disse Nicholl.

Apesar de fazer uma previsão ousada, a dirigente tem uma certa dose de razão, se levar em conta a tradição dos últimos países anfitriões.  A China teve um aumento de mais de 58% em suas medalhas conquistadas em Pequim, tendo como comparação os Jogos de Atenas, em 2004: passou de 63 para 100 medalhas. Se repetir o exemplo chinês, a Grã-Bretanha irá chegar a um total de 74 medalhas, um feito notável.

A única exceção neste recente história ocorreu com os EUA, que ganhou mais medalhas em Barcelona-92  do que quando organizou o evento, em 1996, na cidade de Atlanta.

Confira abaixo o desempenho dos últimos países anfitriões antes e nas Olimpíadas que organizaram:

China
2004 (Jogos de Atenas) – 63 medalhas
2008 (Jogos de Pequim) – 100 medalhas

Grécia
2000 (Jogos de Sydney) – 13 medalhas
2004 (Jogos de Atenas) – 16 medalhas

Austrália
1996 (Jogos de Atlanta) – 41 medalhas
2000 (Jogos de Sydney) – 58 medalhas

EUA
1992 (Jogos de Barcelona) – 108 medalhas
1996 (Jogos de Atlanta) – 101 medalhas

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